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Fibromialgia: controle da dor pode ser alcançado

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A Fibromialgia é uma doença crônica caracterizada pela presença de dor muscular difusa, acometendo principalmente mulheres entre 20 e 55 anos de idade. Essa doença vem sendo a cada dia mais compreendida pelos especialistas e encarada como uma síndrome que apresenta fundamentos neurológicos, já que as evidências científicas sugerem a presença de uma Síndrome Sensitiva Central, caracterizada pela amplificação das vias sensitivas do Sistema Nervoso Central , resultando na dor. “Apesar da constante conscientização da população a respeito da fibromialgia, a doença permanece subdiagnosticada e por muitas vezes não tratada”, afirma o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Para permitir uma melhor qualidade de vida aos pacientes com fibromialgia, torna-se necessário a habilidade médica no diagnóstico da doença, assim como na instituição do tratamento adequado. “O controle da dor pode ser alcançado por meio da combinação de medicações e tratamentos fisioterápicos, dentre eles a hidroterapia e acupuntura. Se você sofre de dor crônica, procure o seu Reumatologista ou fisiatra para uma avaliação específica e criteriosa”, diz o médico.


Dor crônica incapacitante pode trazer tristeza e até depressão

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Dor crônica incapacitante pode trazer tristeza e até depressão. CREB oferece aconselhamento psicológico para seus pacientes

“As dores muitas vezes tornam-se um impeditivo para a realização de tarefas do dia a dia e também impedem a pessoa de aproveitar suas horas de lazer. Esse quadro gera tristeza, e esse paciente precisa ser ouvido, precisa desabafar e falar disso. Ninguém gosta de sentir dor. Há aqueles que ficam de mau humor, tem quem se cale, quem prefira se reclusar e há, também, quem tente tocar seu dia a dia. Mas a dor crônica, incapacitante, pode trazer tristeza e até depressão”.

O alerta é da psicóloga Daniela Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ela, o desânimo e a tristeza provenientes da dor crônica podem até mesmo agravar o caso clínico do paciente. E é justamente por isso que a clínica oferece para seus pacientes, gratuitamente, aconselhamento psicológico. Trata-se da única clínica de reumatologia, fisiatria e ortopedia que disponibiliza esse serviço, ampliando o tratamento de seus pacientes.

“Ao chegar ao consultório médico, na maior parte das vezes a primeira atitude do paciente é pedir-lhe que elimine esse sintoma. Como tratamos de pessoas que estão com dor, e a dor fragiliza e nos traz certa tristeza, queremos entender a pessoa como um todo – com seu corpo e alma. Criamos nesse serviço de psicologia um espaço de escuta, atenção e acolhimento, onde a psicóloga está disponível para escutar todos os que tiverem demanda de qualquer tipo de sofrimento”, explica a psicóloga. O objetivo, diz Daniela, é focar em questões emergenciais do paciente que não necessariamente precisa de um acompanhamento psicológico prolongado. “Por meio de um processo terapêutico, ele poderá compreender melhor sua situação, se responsabilizando, para assim fazer escolhas, buscando viver melhor”, finaliza.


Artrite reumatóide com tratamento adequado devolve a qualidade de vida perdida

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Amarrar o cadarço do tênis, pentear os cabelos, abrir a torneira e segurar um copo são atividades do dia a dia que podem parecer simples para a maioria das pessoas. Mas não para muitos daqueles que são acometidos pela artrite reumatóide, doença inflamatória auto imune crônica e progressiva, que destrói as articulações do corpo. Essa doença é mais comum dos que se pode imaginar: estatísticas apontam que mais de 1,5 milhão de brasileiros têm artrite reumatóide e muitas vezes ficam impossibilitados de trabalhar e realizar atividades simples do cotidiano.

A artrite reumatóide caracteriza-se por inflamação das articulações, provocada por uma reação inflamatória, com presença de algumas substâncias, entre elas a interleucina 6, que destroem progressivamente a cartilagem e os ossos ao redor das articulações, causando dor, edema e prejudicando sua função e limitando os movimentos. Além do comprometimento das articulações, ocorrem sintomas físicos como cansaço intenso, decorrente da anemia que a doença provoca. Os sintomas iniciais são fadiga inexplicável, rigidez prolongada das articulações pela manhã, além de edema e vermelhidão. Esse quadro muitas vezes é confundido com o reumatismo comum, o que retarda o diagnóstico correto e o início precoce do tratamento.

“Ao contrário do que muita gente pensa, a atrite reumatóide não é uma doença que acomete apenas pessoas da terceira idade. Mulheres na faixa dos 30 aos 50 anos são as principais vítimas da doença. Muitas pessoas acreditam que as doenças reumáticas são exclusivas na terceira idade, o que é um engano. A artrite reumatóide, por exemplo, afeta diretamente a qualidade de vida do paciente e logo que surge, aos primeiros sinais, como por exemplo dor nas juntas, em especial das mãos e dos pés, deve-se procurar um médico reumatologista”, explica o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O Dr. Haim Maleh explica que o maior problema encontrado é a demora para diagnosticar a doença, que exige tratamento contínuo. Para chegar ao diagnóstico da artrite reumatóide, o reumatologista analisa a história clínica do paciente, realiza exames físicos das articulações e solicita análise laboratorial, radiografias e, em algumas ocasiões, ultrassonografia das áreas acometidas. Exames de sangue também auxiliam na avaliação do processo inflamatório. “A artrite reumatóide é uma doença de longa evolução. Há tratamentos, que estão cada cada vez mais avançados, sendo possível devolver ao paciente a qualidade de vida perdida. O tratamento traz alívio da dor, bem estar e principalmente pode evitar e prevenir alterações articulares, quando iniciado precocemente”, afirma. Segundo ele, o tratamento deverá sempre, além de medicamentos, contar com a reabilitação física, entre as quais eletroterapia, cinesioterapia ,acupuntura e hidroterapia, que é uma medida de grande auxílio para esses pacientes, especialmente quando realizada em piscinas apropriadas, como nas que utilizamos no CREB.



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