Saiba mais sobre a Incontinência urinária
Doença que atinge cerca de 5% dos homens após a retirada da próstata, 35% das mulheres durante o climatério, além de grávidas, mulheres no pós-parto e idosos
O que é a incontinência urinária?
A incontinência urinária é caracterizada pela perda involuntária da urina. Tal situação pode ocorrer em ocasiões cotidianas, como durante uma tosse, um espirro ou durante algum esforço físico, já que tais atividades faz pressão interna nos órgãos abdominais. Em casos mais extremos, a urina sai sem qualquer tipo de esforço da pessoa acometida.
Causas da incontinência urinária
A causa mais comum é o enfraquecimento dos músculos da bexiga, responsáveis pelo controle da micção ou por uma hiperatividade da bexiga.
Quando as pessoas acometidas não conseguem esvaziar plenamente a bexiga pode acontecer a incontinência urinária por transbordamento. São pequenos e frequentes escapes de urina, o que resulta em uma grande perda ao longo do dia. É comum, aponta a Barbara Lopes, fisioterapeuta especializada em reabilitação urogenital do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, acontecer em homens com obstrução infra vesical, isto é, nos pacientes que tem uma obstrução à saída de urina, causada pelo aumento da próstata.
Problemas causados pela incontinência urinária
A incontinência urinária pode trazer vários problemas. A pielonefrite, por exemplo, são infecções que se não tratadas podem chegar aos rins e provocar uma infecção generalizada. Também pode provocar problemas na pele: quem sofre da doença pode ficar em contato com a urina por um longo tempo.
Vale lembrar que a urina tem compostos tóxicos e irritativos para a nossa pele. Outra questão muito séria é o comprometimento social. Muitos pacientes não conseguem controlar a micção e, por isso, deixam de fazer atividades fora de casa, prejudicando o convívio social.
A boa notícia é que a doença tem tratamento, que no CREB, que tem um setor especializado no assunto, é individualizado.
Sente dor ou dormência nas mãos durante a noite?
Pode ser Síndrome do Túnel do Carpo
Na região do carpo, conhecida como punho, existe um túnel por onde passa o nervo mediano, responsável por controlar a sensibilidade da palma dos dedos da mão (exceto do dedo mínimo) e enviar impulsos para os músculos que movem o polegar. Quando o nervo fica comprimido, pode causar dor, formigamento e fraqueza na mão e no braço. A patologia é mais comum em mulheres com idade entre 40 e 60 anos ou atletas que apoiam o peso do corpo nas mãos.
Sintomas:
- Diminuição da sensibilidade dos dedos;
- Sensação de sudorese nas mãos;
- Dor nos braços até o ombro.
Tratamentos:
- Compressas geladas sobre o pulso;
- Tala rígida para imobilizar o pulso;
- Fisioterapia;
- Tratamento medicamentoso;
- Cirurgia, em casos graves.
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Tendinite patelar pode ser tratada com TOC
Lesão muito comum entre desportistas, a tendinite patelar é a inflamação da inserção do tendão que se insere na patela, ou seja, na frente do joelho.
“A tendinite patelar também é conhecida como Tendinite do saltador (jumpers knee) e é muito comum entre praticantes de esportes que utilizam muito o salto. Temos inúmeros casos entre jogadores de vôlei, basquete e atletas de ginástica olímpica, mas também acontece com ciclistas e corredores de rua”, explica o Dr. Rodrigo Castelo Branco, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – e especialista em medicina do esporte.
O médico explica que a pessoa acometida pela tendinite patelar sente uma dor localizada, na frente do joelho, que em casos mais graves chega a impossibilitar a marcha. Segundo ele, esse problema é diagnosticado por meio de exame clínico, radiografia, ultrassonografia e, em alguns casos, até ressonância magnética. “O tratamento é medicamentoso e no CREB utilizamos protocolo que consta de acupuntura, eletroterapia e outras medidas de reabilitação”, esclarece.
Se seguido corretamente, o tratamento geralmente resolve na maior parte dos casos clínicos, mas dependendo do grau pode se optar pelo TOC – Terapia por Ondas de Choque, um método não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso e é o que de mais novo há no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. Com em média 3 ou 4 sessões, é possível tratar e resolver o problema.
– A tendinite patelar pode ser curada, seja pelo tratamento convencional ou TOC. Mas é importante observar que não são apenas atletas que podem ter o problema. Então, ao menor sinal de dor no joelho, um especialista deve ser procurado – finaliza.
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