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Entenda a importância de fazer a avaliação muscular

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Descubra por quê a Avaliação Muscular é essencial para a sua Saúde!

Você já se perguntou como pode garantir que seus músculos estejam em perfeita forma? A resposta pode estar na avaliação isocinética, uma inovação tecnológica que está transformando a forma como entendemos e tratamos nossa musculatura!

Imagine um exame que não só detecta desequilíbrios musculares, mas também oferece uma análise detalhada da força, potência e resistência dos seus músculos. Parece futurista? É a realidade com a avaliação isocinética! Esta técnica avançada vai além dos métodos tradicionais, proporcionando uma visão clara e precisa do seu estado muscular.

Por que isso é tão importante? Em primeiro lugar, a avaliação isocinética permite identificar e corrigir deficiências musculares com uma precisão impressionante. Se você está se recuperando de uma cirurgia ou lesão, este exame é seu aliado perfeito para garantir que a recuperação seja feita de maneira eficaz e segura. Além disso, ao fortalecer seus músculos de forma direcionada, você pode evitar problemas futuros e otimizar seu desempenho.

Não deixe a saúde muscular ao acaso. Invista na tecnologia que faz a diferença e descubra como a avaliação isocinética pode transformar a sua recuperação e bem-estar. Agende sua avaliação hoje mesmo e dê o primeiro passo rumo a uma vida mais saudável e equilibrada!

Sua jornada para uma musculatura forte e equilibrada começa aqui

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Serviços que você encontra no CREB:

  • Ortopedia
  • Urgências
  • Fisiatria
  • Reumatologia
  • Raios-x
  • Fisioterapia
  • Acupuntura
  • RPG
  • Reabilitação Perineal
  • Programas de Reabilitação Rápida

CREB oferece serviço de protetização para amputados

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Tecnologia para uma melhor Qualidade de Vida

A violência, principalmente no trânsito, aliada a outras situações de infortúnio, é a responsável pelo alto índice de 10% da população que precisou realizar a amputação de membros inferiores, como perna, coxa, tornozelo ou pé. Mas não é apenas a violência a responsável por tal quadro. Há uma enorme variedade de causas para essa terrível e sofrida intercorrência, entre as quais as mais frequentes são etiologia vascular (diabetes, tabagismo, como principais fatores predisponentes), além de acidentes de trabalho. Outras causas, porém menos frequentes, são fatores congênitos, infecciosos, malignidade e queimaduras.

Preocupado em oferecer serviços de qualidade, em um ambiente agradável, e com excelência no atendimento, unindo o que existe de mais atual em termos tecnológicos, a profissionais, de mesmo nível, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – está inaugurando um setor de reabilitação para amputados de membro inferior, tanto em fase pós-operatória mediata, visando preparo de coto, quanto na fase de protetização, em um ginásio específico, com o que de melhor existe em termos de avaliação e equipamentos, bem como orientação na escolha da melhor e mais adequada prótese a seu caso. A equipe é composta por experientes fisiatras, fisioterapeutas e protesistes, coordenada pelo fisiatra Antônio D’Almeida Neto.

“Em nosso País, as estatísticas seguem em parte ao modelo internacional. São mantidas as causas vasculares, porém foi observado um aumento significativo de amputações devido a “paf”(projetil por arma de fogo), bem como acidentes de trânsito, sendo que destes, uma curiosidade, observa-se a prevalência do membro inferior esquerdo, devido ao sentido do trânsito, em nossas vias”, ilustra o Dr. Antônio. Segundo ele, existem oito níveis de amputação reconhecidos: hemipelvectomia, desarticulação do quadril, transfemural, desarticulação do joelho, transtibial, desarticulação do tornozelo, Syme e, finalmente, parcial do pé.

Casos de amputações por etiologia traumática são as que melhor respondem

Segundo ele, nas amputações por problemas vasculares, 75% dos casos estão relacionados à obstrução arterial, sendo o prognóstico ruim sob a ótica da reabilitação, ocorrem prevalentemente em pacientes acima de 50 anos e as principais dificuldades encontradas são a etiologia e amplitude das lesões, sendo observada elevada taxa de mortalidade tardia, bem como perda do membro contra- lateral. Casos de amputações por etiologia traumática são, de acordo com o fisiatra, as que melhor respondem. “Devemos, num primeiro momento, independente do nível de amputação, nos preocuparmos desde o início, com o enfaixamento correto do coto, seu posicionamento, enquanto o paciente estiver em acamado, e no período intermédio, quando necessitar do uso de cadeira de rodas. Devemos procurar dessensibilizar o coto, com as técnicas adequadas a cada segmento, bem como nos preocupar com a transferência de lateralidade de marcha, uma das principais causas de inadequação e problemas futuros”, explica ele.

Em relação a etiologia congênita, o Dr. Antônio explica que, como o próprio nome diz, são alterações congênitas, ocasionando más formações, tanto em membros superiores quando inferiores. “Nestes casos, deve-se retardar ao máximo possível a opção de amputação, para a pessoa amadurecer e participar da decisão. Devemos utilizar de todos os recursos disponíveis, para melhor adaptar e incluir este indivíduo ao contexto social e de sua autonomia”, afirma. Sobre a etiologia infecciosa, o médico do CREB alerta que tem sido cada vez menos frequente, graças aos avanços das técnicas médicas e da indústria farmacêutica. Por último, em relação a etiologia tumoral, os cuidados gerais semelhantes aos demais quadros anteriores, mantendo a perspectiva e a atenção na patologia base.


Exercício físico e alimentação balanceada são fundamentais na terceira idade

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O idoso sofre com a perda natural da elasticidade e do tônus muscular do corpo e isso pode ser ainda mais intenso pela falta do hábito da atividade física regular e de uma alimentação balanceada. Assim, atividades que podem parecer simples, como segurar uma panela de feijão pelo cabo ou coçar as próprias costas podem significar um grande sacrifício para aqueles que têm comprometimento por causa de doenças degenerativas, como a osteoporose, artrite, artrose, problemas neurológicos e ortopédicos, agravados pelo sobrepeso e sedentarismo.

“A idade avançada é um dos fatores que contribuem para essa condição. E anos de má postura geram efeitos cumulativos que alteram o funcionamento músculo-esquelético do indivíduo. As doenças degenerativas também têm impacto na postura, mesmo que seus efeitos não sejam sobre o esqueleto ou grupos musculares, porque podem desencadear um mecanismo de compensação. O paciente sente dor ou desconforto ao realizar um movimento, por exemplo, e altera o alinhamento postural para compensar a sensação ruim. Isso muda todo o equilíbrio físico e compromete as demais articulações. Um joelho afetado pela artrite, por exemplo, pode alterar o padrão da caminhada, o alinhamento do quadril, da coluna e até o movimento dos braços”, explica Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Mas há como recuperar um pouco da qualidade de vida perdida e o primeiro passo é deixar o sedentarismo para trás, praticar exercícios regulares e adotar uma dieta balanceada, rica em cálcio, por exemplo. “O sedentarismo deixa articulações ainda mais rígidas. O exercício moderado constante, ao longo da vida, ajuda a adiar essa degeneração. Além disso, o exercício regular fortalece os músculos, realinha a postura, promove o alongamento e dá consciência corporal. Bem orientado, o idoso poderá praticar uma atividade física regular de baixo impacto, como a hidroginástica”, explica o médico do CREB. “A prática de exercícios físicos e uma alimentação adequada são condições básicas na busca pela melhor qualidade de vida”, finaliza ele.



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