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Reumatologista do CREB participa de lançamento de nova medicação para espondilite anquilosante

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O Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor da Universidade federal Fluminense (UFF) participou, no dia 01 de outubro, do lançamento de uma nova medicação biológica para o tratamento...

O Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor da Universidade federal Fluminense (UFF) participou, no dia 01 de outubro, do lançamento de uma nova medicação biológica para o tratamento da espondilite anquilosante e artrite psoriásica (artrite da psoríase), em São Paulo. Tal medicação biológica acaba de chegar ao Brasil e trata-se de um inibidor da il-17, com excelentes resultados no alívio da dor lombar, artrite e lesões da psoríase. “A espondilite anquilosante é uma doença que leva a dor lombar, inflamação das articulações da bacia, tendinite nos tornozelos, artrite e inflamação ocular (uveíte). Já a artrite psoriásica é caracterizada por artrite em mãos e punhos e acomete pacientes com psoríase (lesão dermatológica descamativa). Esse novo medicamento representa um avanço no tratamento destas duas doenças e é muito importante acompanhar as novidades para oferecer aos nossos pacientes o que há de mais avançado”, afirma o Dr. Haim.


Anvisa pede cautela em uso de remédio contra osteoporose

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O médico deve avaliar, caso a caso, se vale a pena prolongar para além de três anos o uso dos bisfosfonatos no combate à osteoporose.

É o que alerta um boletim elaborado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com base em estudos clínicos e de casos internacionais que avaliaram o uso desses medicamentos por mulheres na pós-menopausa.

Por conta da redução na produção de estrogênio após a menopausa, estima-se que a osteoporose atinja um pouco menos de 20% das mulheres com 50 anos ou mais.
Entre os homens, as taxas estimadas não passam de 6%, descreve o boletim.

O trabalho não questiona o benefício dos bisfosfonatos -remédios mais usados contra a doença- de forma geral, mas alerta que não há garantias de efetividade da droga após uso prolongado.

“Não há evidência clara de benefício pelo uso além de três anos e há relatos de eventos adversos desagradáveis, apesar de pouco frequentes”, diz Márcia Fernandes, técnica da agência que trabalhou na produção da análise.

Um desses eventos adversos é a fratura atípica (por exemplo, no meio do fêmur). Já as fraturas nas vértebras e no fêmur na altura da virilha são tidas como típicas em pacientes com osteoporose.

As conclusões da Anvisa vão na mesma linha do relatório divulgado, em setembro de 2011, pela FDA (agência americana que regula remédios e alimentos). À época, a agência afirmou que os bisfosfonatos só tinham benefícios comprovados na prevenção de fraturas até três anos. E informou que, após o quinto ano, não havia mais melhoria na densidade óssea.

MANTER OU NÃO

O alerta que faz o boletim da Anvisa já é de conhecimento dos especialistas brasileiros. Eles, no entanto, acham que o estudo pode ser um aviso importante aos não especialistas que tratam pacientes com osteoporose.

“Tem muita gente usando bisfosfonato há bastante tempo. Os especialistas sabem [do alerta], os generalistas não. E tem muito generalista tratando osteoporose”, diz Bernardo Stolnick, vice-presidente do comitê de doenças osteometabólicas da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia).

Para decidir manter, suspender ou trocar de droga é preciso avaliar questões como o passado de fraturas e o aumento da massa óssea, diz Sebastião Radominski, coordenador da comissão de osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia.

“Há pacientes que, três ou quatro anos depois, continuam com altíssimo risco de ter uma fratura comum, que não aumentaram a massa óssea. Não tenho dúvida [de que ele deve manter o uso]. Porque, assim, você evita 240 fraturas típicas frente a uma atípica que poderia ocorrer”, diz.

Stolnick lembra que há remédios que servem de alternativa aos bisfosfonatos, como o ranelato de estrôncio.

“É uma excepcional alternativa para quem usou o bisfosfonato e tem que parar após três ou cinco anos.” Em fevereiro, o uso da substância foi aprovado no país para o tratamento de homens.


Dores na coluna são normais em gestantes?

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A gravidez é um período emocionante, mas também pode trazer desafios físicos, como dores nas costas devido ao peso extra e mudanças hormonais. O aumento da barriga desloca o centro de gravidade, levando a posturas compensatórias que podem resultar em tensão muscular e desconforto.

Durante a gravidez, o hormônio relaxina é liberado para relaxar os ligamentos e tendões, o que pode sobrecarregar a coluna e os membros inferiores, contribuindo para as dores.

Uma forma eficaz de aliviar esses desconfortos é através da prática de atividades físicas adequadas, como a hidroterapia em água morna. Este tipo de exercício proporciona suporte natural e alívio muscular, ajudando gestantes a manterem-se ativas de maneira segura.

Descubra como cuidar do seu bem-estar durante a gravidez e desfrute deste momento especial com mais conforto e tranquilidade.

Se você está enfrentando dores nas costas durante a gravidez, agende uma consulta com um dos nossos especialistas! Estamos aqui para ajudar a proporcionar alívio e cuidados personalizados para você durante este período especial.

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