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Dor na coluna: consultar um especialista é fundamental

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Uma pesquisa realizada pelo IBGE aponta que problemas na coluna é a segunda doença mais comum entre brasileiros que têm doenças crônicas, alcançando 13,5% deste grupo. O número é muito expressivo, já que quase 60 milhões de brasileiros – um terço de toda a população – sofre algum tipo de doença crônica. “Dor nas costas pode ser uma destas doenças crônicas quando persiste por mais de três meses e apresenta determinados sinais, como, por exemplo, a irradiação da dor para as pernas, que pode estar relacionada a doenças como lombalgia”, explica o Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O médico explica que dores crônicas na coluna podem se transformar em um problema mais sério, principalmente se o paciente não procurar a ajuda de um especialista. “Dor nas costas é algo muito comum e muita gente prefere acreditar que é algo passageiro, fruto de algum esforço físico mais intenso ou um mal jeito qualquer. Se a dor persistir, é preciso procurar um especialista”, afirma ele. O Dr. Haim Maleh garante que em 90% dos casos de dores na coluna é possível alcançar sucesso do tratamento rapidamente, após correto diagnóstico, com medicação, fisioterapia e protocolos que incluem RPG, hidroterapia e acupuntura, entre outros procedimentos utilizados no CREB.

Alguns pequenos cuidados no dia a dia, porém, podem ajudar – e muito – a evitar as dores nas costas.  “A prática de exercício físico regular é fundamental. Principalmente exercícios físicos que alongam e fortalecem a musculatura do abdome, costas, pelve e coxas, o que ajuda na postura. É importante que a pessoa receba orientação individual, para trabalhar o grupamento muscular correto. Se a pessoa precisa ficar muito tempo sentada, deve levantar a cada 50 minutos e realizar pequenos alongamentos. Ao se sentar, opte por cadeiras com encosto reto. E ao se abaixar para pegar peso, flexione as pernas”, ensina ele.

– Para aqueles que já sentem dores, prefira a prática de esportes de baixo impacto, como a natação. Consultar um fisiatra ou reumatologista é fundamental, pois o médico poderá fazer um diagnóstico preciso, prescrever o tratamento e dar todas as orientações necessárias – finaliza.


Enxaqueca acomete 20% das mulheres e de 5 a 10% dos homens

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Os números são contundentes: 20% das mulheres e 5 a 10% da população masculina são acometidos pela enxaqueca, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia. Já o Ministério da Saúde destaca que ela acomete predominantemente em pessoas com idades entre 2...

Os números são contundentes: 20% das mulheres e 5 a 10% da população masculina são acometidos pela enxaqueca, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia. Já o Ministério da Saúde destaca que ela acomete predominantemente em pessoas com idades entre 25 e 45 anos, sendo que após os 50 anos essa porcentagem tende a diminuir principalmente em mulheres. A doença também aparece em 3 a 10% das crianças, igualmente meninos e meninas antes da puberdade, mas com predominância nas meninas após essa fase.

“A enxaqueca é um tipo de cefaleia que apresenta uma dor pulsátil em um dos lados da cabeça, e as vezes em ambos os lados. Pode ser acompanhada, geralmente, por fotofobia, fonofobia, náusea e vômito. Pode durar, normalmente, entre quatro e 72 horas, sendo mais curtas em crianças. Muitas vezes, é tratada como uma simples dor de cabeça, o que é um erro. A doença precisa de um tratamento adequado”, explica o Reumatologista Sergio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A acupuntura é uma excelente opção para combater a dor

Segundo ele, é preciso identificar os fatores que deflagram a crise de enxaqueca, para evita-los no dia a dia, como tipos de alimentos, bebidas, jejum falta ou excesso de sono, etc. As crises devem ser tratadas com repouso, hidratação, silêncio e tranquilidade. “O tratamento é medicamentoso, e também passa por uma dieta específica. A acupuntura pode ser uma excelente opção, para combater a dor.


Volta às atividades físicas e o risco de lesões

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Após um período de inatividade física é normal que exista algum receio de lesão, principalmente se essa pausa se deu em por conta de problemas decorrentes da  osteoporose, artrose ou lombalgia. Porém, não é preciso ter medo. A volta às atividades fís...

Após um período de inatividade física é normal que exista algum receio de lesão, principalmente se essa pausa se deu em por conta de problemas decorrentes da  osteoporose, artrose ou lombalgia.

Porém, não é preciso ter medo. A volta às atividades físicas, quando bem assistida, é muito bem-vinda, já que aumenta a disposição, a sensação de bem-estar e traz mais qualidade de vida às pessoa da melhor idade. 

Para que não existam dúvidas de como essa volta às atividades físicas deve ser realizada, separamos algumas recomendações que servem, tanto para os nossos pacientes, quanto para as pessoas no geral. 

Acompanhe e boa leitura!

Atividade física para pessoas que sofrem de osteoporose, artrose ou lombalgia 

A atividade física é algo muito prazeroso na rotina de muita gente. Porém, é comum que em alguns momentos haja uma interrupção e, na hora de retomá-las, os pacientes tenham um grande receio de se lesionarem.

Mas, isso não é motivo para continuar parado! Pacientes que sofrem com problemas relacionados à osteoporose, artrose ou lombalgia são muito beneficiados com a prática de atividades físicas e não devem ficar muito tempo sem praticá-las. 

Entre os benefícios dos exercícios físicos para essas pessoas podemos citar: redução das dores, melhora do equilíbrio, mais disposição e energia e principalmente aumento da força  muscular.

Falando em força muscular, segundo o reumatologista e fisiatra Haim Maleh do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo (CREB),  a força muscular atinge o seu ápice entre os 20 e 30 anos de idade e começa a reduzir a partir dos 60 anos. “A partir dessa idade, há uma perda de 15% da força a cada década subsequente. Um senhor de 80 anos tem uma perda de 30%, por exemplo, e isso pode comprometer sua qualidade de vida”. Ou seja, não há motivos para não se exercitar!

É claro que, após uma grande pausa, o funcionamento do corpo passa por mudanças e, independentemente da intensidade dos treinos que se praticava, será necessário um novo período de adaptação. Sim, caso esse tempo não seja respeitado de maneira correta, lesões poderão ocorrer. Por isso, antes de recomeçar, é preciso seguir algumas regras e cuidados importantes.

Dicas para retornar às atividades físicas

Fale com seu médico

Antes de recomeçar, o primeiro passo é fazer um check-up preventivo e conversar com seu médico para que ele indique quais atividades você poderá praticar e com qual intensidade.

Alongue-se

O alongamento é fundamental para evitar lesões e maximiza o desempenho. 

No mais, após longos períodos de inatividade, os músculos ficam retraídos e alongar-se de 10 a 15 minutos antes e depois do treino é uma ótima maneira de soltar e preparar a musculatura para os exercícios.

Devagar e sempre

Por fim, todo recomeço de prática de atividade física precisa ser leve e gradativo para que o corpo possa ir se adaptando e evoluindo. 

Não tenha pressa, assim os riscos de lesões serão menores e os resultados melhores e mais eficazes. 

Cuide da dieta

A atividade física deve vir acompanhada de uma dieta equilibrada, com a ingestão adequada de calorias para reparar e dar combustível aos músculos. Se exercitar sem comer ou não se alimentar direito são os principais fatores que atrapalham na hora de ver os resultados.

Assim, não deixe de procurar um nutricionista para fazer um bom planejamento nutricional.

Descanse

Tão importante quanto o exercício é o período de descanso, já que os  benefícios da atividade física não ocorrem durante a sua realização, mas sim ao seu término. 

Se os músculos estiverem parcialmente recuperados do treinamento anterior, em vez de benefícios e evolução, haverá danos, regressão  e o risco de lesões. 

Agora que você já sabe que é possível sim voltar às atividades físicas sem riscos de lesão, escolha aquela que mais combina com você de acordo com as recomendações do seu médico. Saiba que aqui no CREB oferecemos pilates associado a técnicas específicas de alongamento e fortalecimento muscular com o RPG.



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