CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

Congestionamento do trânsito pode fazer mal à saúde dos ossos e músculos do motorista

Envie a um amigo:

Comum a todas as metrópoles, o congestionamento do trânsito provoca muito mais do que ansiedade e irritação nos motoristas. Este problema das grandes cidades pode fazer, também, mal à saúde dos ossos e músculos dos motoristas. Fadiga muscular e desga...

Comum a todas as metrópoles, o congestionamento do trânsito provoca muito mais do que ansiedade e irritação nos motoristas. Este problema das grandes cidades pode fazer, também, mal à saúde dos ossos e músculos dos motoristas.

Fadiga muscular e desgaste nas articulações

“Permanecer sentado durante um longo congestionamento certamente sobrecarrega a musculatura e a estrutura óssea da região lombar das costas. Isso pode provocar uma lombalgia, por exemplo. Muita gente diz que já está acostumada com o trânsito pesado, mas os danos podem ser inevitáveis”, garante o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, o movimento repetitivo da troca de marcha pode causar tendinite nos punhos ou bursite na região dos ombros. Por sua vez, o ato de frear e pisar na embreagem repetidamente pode causar dores nas articulações dos tornozelos e nas pernas. O Dr. Marcio sugere que o motorista evite movimentos bruscos com as pernas e faça ao longo do trajeto movimentos lentos e graduais com o pescoço, para a esquerda e para a direita, o que colabora para uma melhor mobilização muscular e da articulação na região cervical.

“Um congestionamento pode ter consequências parecidas a uma longa viagem de avião, com fadiga muscular e desgaste nas articulações. O ideal é o motorista dar uma pequena parada, em um posto de gasolina, por exemplo, sair do carro e esticar as pernas por alguns poucos minutos”, diz o médico.


Lúpus: doença tem tratamento, mas um reumatologista deve ser consultado

Envie a um amigo:

Doença de causa desconhecida e de longa evolução, o lúpus acomete principalmente mulheres, na maior parte das vezes na faixa etária entre os 15 e 35 anos. “O lúpus não é contagioso, tem tratamento e, ao contrário do que acontecia há duas décadas, o prognóstico é hoje muito favorável. Mas é preciso procurar um reumatologista”, explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor da UFRJ.

De acordo com ele, os sintomas da doença podem variar de paciente para paciente, mas as principais queixas são dores articulares, manifestações de pele, principalmente nas áreas expostas ao sol, inflamação da pleura e do pericárdio, anemia, alterações dos glóbulos brancos e plaquetas e doença renal. “O diagnóstico da doença é clínico e laboratorial. É fundamental que a paciente se consulte com um reumatologista experiente, que identifique o lúpus e proponha o melhor tratamento”, explica o Dr. Haim Maleh.

O médico do CREB explica que o tratamento varia de acordo com o quadro clínico apresentado, sendo indicado, normalmente, anti-inflamatórios e, em alguns casos, corticoides. “O reumatologista prescreverá os remédios, e faz parte do tratamento uma dieta equilibrada e saudável e a prática de exercícios físicos regulares. Uma orientação muito importante é que a pessoa com lúpus não deve se expor ao sol. É preciso usar sempre bloqueadores solares. E a mulher com a doença pode engravidar, mas é preciso que o lúpus esteja controlado há pelo menos dois anos e que não haja doença renal”, acrescenta o médico.

“Um dos medicamentos que pode ser usado é a Cloroquina, que é também utilizado nas manifestações de pele”, explica o reumatologista. Médicos e cientistas franceses têm avançado na pesquisa de novos medicamentos e anunciaram testes em humanos do medicamento cardiológico clopidogrel. Pesquisas com camundongos afetados por graves formas de lúpus, que ingeriram a substância regularmente, apresentaram melhores condições de saúde das cobaias e prolongamento significativo de sua expectativa de vida. O clopridogrel faz parte da família de medicamentos antiplaquetários, que ajudam a prevenir a formação de coágulos perigosos. Ele é prescrito para reduzir o risco de crise cardíaca (infarto) ou acidente vascular cerebral (AVC).


Dor na coluna: consultar um especialista é fundamental

Envie a um amigo:

Uma pesquisa realizada pelo IBGE aponta que problemas na coluna é a segunda doença mais comum entre brasileiros que têm doenças crônicas, alcançando 13,5% deste grupo. O número é muito expressivo, já que quase 60 milhões de brasileiros – um terço de toda a população – sofre algum tipo de doença crônica. “Dor nas costas pode ser uma destas doenças crônicas quando persiste por mais de três meses e apresenta determinados sinais, como, por exemplo, a irradiação da dor para as pernas, que pode estar relacionada a doenças como lombalgia”, explica o Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O médico explica que dores crônicas na coluna podem se transformar em um problema mais sério, principalmente se o paciente não procurar a ajuda de um especialista. “Dor nas costas é algo muito comum e muita gente prefere acreditar que é algo passageiro, fruto de algum esforço físico mais intenso ou um mal jeito qualquer. Se a dor persistir, é preciso procurar um especialista”, afirma ele. O Dr. Haim Maleh garante que em 90% dos casos de dores na coluna é possível alcançar sucesso do tratamento rapidamente, após correto diagnóstico, com medicação, fisioterapia e protocolos que incluem RPG, hidroterapia e acupuntura, entre outros procedimentos utilizados no CREB.

Alguns pequenos cuidados no dia a dia, porém, podem ajudar – e muito – a evitar as dores nas costas.  “A prática de exercício físico regular é fundamental. Principalmente exercícios físicos que alongam e fortalecem a musculatura do abdome, costas, pelve e coxas, o que ajuda na postura. É importante que a pessoa receba orientação individual, para trabalhar o grupamento muscular correto. Se a pessoa precisa ficar muito tempo sentada, deve levantar a cada 50 minutos e realizar pequenos alongamentos. Ao se sentar, opte por cadeiras com encosto reto. E ao se abaixar para pegar peso, flexione as pernas”, ensina ele.

– Para aqueles que já sentem dores, prefira a prática de esportes de baixo impacto, como a natação. Consultar um fisiatra ou reumatologista é fundamental, pois o médico poderá fazer um diagnóstico preciso, prescrever o tratamento e dar todas as orientações necessárias – finaliza.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619