CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

A fisioterapia no tratamento da incontinência urinária no pós-operatório da prostatectomia radical

Envie a um amigo:

Considerado um procedimento cirúrgico eficaz para o tratamento do câncer de próstata, a Prostectomia pode provocar no paciente a incontinência urinária.

A boa notícia é que essa complicação pode ser tratada com fisioterapia, com bons resultados, devolvendo ao paciente a qualidade de vida perdida.

“A Incontinência urinária é definida pela Sociedade Internacional de Continência como a queixa de qualquer perda involuntária de urina. Apesar de não ser considerada doença, a incontinência urinária tem impacto negativo na qualidade de vida do indivíduo, podendo afetar a autoestima, atrapalhar o sono, as atividades laborais, a vida íntima e sexual, além de elevar o risco de quedas e fraturas em idosos.

A ocorrência de incontinência urinária após a prostatectomia radical acontece devido lesões no esfíncter interno, que, nesse procedimento, é quase que integralmente ressecado, bem como as porções proximais do esfíncter externo”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, staff do serviço de reabilitação uroginecológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Segundo a profissional, o tratamento de reabilitação física é considerado de primeira linha para a incontinência urinária, devido a sua natureza não-invasiva, indolor e o alto nível de satisfação em relação à melhora dos sintomas, e a possibilidade de combinação com outros tratamentos.

“No CREB utilizamos, entre outras medidas de fisioterapia, a reabilitação perineal com Biofeedback, eletroestimulação e exercícios dirigidos para a musculatura do assoalho pélvico. Esses métodos de tratamento já consagrados, costumam trazer muita satisfação e alegria as pessoas com essas queixas, que tem a oportunidade de se livrar da incontinência urinária”, completa Waleska.


Fibromialgia muitas vezes é confundida com Síndrome Dolorosa Miofacial

Envie a um amigo:

A fibromialgia é uma das doenças reumatológicas que mais levam pacientes ao consultório médico. Estatísticas dão conta de que cerca de 3 a 5% da população pode ter fibromialgia, o que significa que em todo o país uma parcela em torno de dez milhões de pessoas. Desse total, de 80% a 90% são mulheres da faixa etária de 30 a 60 anos. Segundo o Dr. Sergio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, dores por todo o corpo, nas articulações, na coluna e nos tendões, dor de cabeça, cansaço, tonteira, desânimo, depressão, dificuldade para dormir e sono não reparador são alguns dos sintomas da doença.

A verdade é que a fibromialgia é uma doença de longa evolução e, embora de difícil tratamento, geralmente se obtém ótimos resultados, conforto e melhor qualidade de vida aos nossos pacientes. Por isso, o paciente deve procurar um reumatologista experiente. Não se sabe qual é sua causa, mas a boa notícia é que um tratamento bem direcionado pode oferecer ao paciente a qualidade de vida perdida. Além de medicamentos para esse problema, explica o Dr. Sergio, recomendamos no CREB um programa bastante amplo, que pode incluir acupuntura, hidroterapia, pilates, atividade reflexa e cinesioterapia esepcífica,além de outras medidas fisiátricas.

O médico do CREB pontua que muitas vezes a fibromialgia é confundida com a Síndrome Dolorosa Miofacial (SDM). Em ambos os casos, o diagnóstico é clínico. O reumatologista se baseará no histórico do paciente, principalmente no que diz respeito a dores generalizadas, com mais de três meses de duração, além de exame físico que indica os pontos dolorosos no corpo. “Enquanto a SDM acontece principalmente no que chamamos de pontos de gatilho (nódulos sensíveis que podem produzir dor à distância quando pressionados), permanecendo localizada, na fibromialgia essas dores se espalham pelo corpo, em 18 pontos diferentes”, diz ele.


Cinco alimentos que podem ajudar a prevenir artrite

Envie a um amigo:

Sardinha – Este peixe é rico em omega-3, o que o faz ser um excelente antiinflamatório. O ideal é sempre escolher comidas ricas em omega-3 ao invés de suprir a necessidade desta com suplementos. A quantidade perfeita a ser consumida fica em torno de...

Sardinha – Este peixe é rico em omega-3, o que o faz ser um excelente antiinflamatório. O ideal é sempre escolher comidas ricas em omega-3 ao invés de suprir a necessidade desta com suplementos. A quantidade perfeita a ser consumida fica em torno de duas porções de sardinha por semana. Aqueles que almejam o controle da dieta não devem consumir esta frita ou enlatada em óleo. Uma opção saborosa é fazer uma pasta de sardinha que pode ser consumida com torradas ou mesmo como sanduíche no pão. A receita é misturá-la com azeite, mostarda, suco de limão, cebolinha e sal.

Azeite de oliva – O azeite de oliva extra virgem pode ser considerado um medicamento natural, pois ele contém muito oleocanthal, que faz com que nosso organismo bloqueie as enzimas que fazem espalhar as infalamções, ou seja, trabalha da mesma forma que muitos dos medicamentos antiinflamatórios. Troque os outros tipos de gordura como manteiga por azeite de oliva extra virgem. Este também é bom para temperar saladas.

Açafrão – Este tempero é muito conhecido por aliviar dores, inflamações e amenizar a rigidez causada pela artrite. Coloque este tempero na frente dos outros e use-o para incrementar o sabor de
sopas, ensopados e até mesmo alimentos fritos.

Brócolis – O brócolis contém muito sulforafano, que ajuda a eliminar as inflamações, além de alto nível de vitamina k, que faz tornar mais lento o progresso da artrite. A melhor forma de consumo deste é cru ou no vapor, mantendo seus nutrientes integrais para absorção.

Alimentos integrais – Os alimentos integrais só trazem benefícios a sua dieta, até mesmo para perda de peso. Coma mais produtos integrais como arroz, cereais e biscoitos. Aqueles que comem cereais pela manhã devem adicionar maçã picadinha – esta fruta além de doce contém antioxidantes que ajudam a eliminar inflamações.

Os alimentos são uma fonte de ajuda ao tratamento e prevenção de muitas doenças como a artrite, osteoporose, gota, entre outras. Eles podem ajudar e complementar uma orientação global, que passa pelo correto diagnóstico e pode necessitar também de medicamentos, orientação e reabilitação física para o completo tratamento.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619