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CREB na TV Gazeta - dores, fraqueza e dormência nas mãos

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Nesta entrevista, o Dr. Pedro Mvovi Sozinho, Ortopedista do CREB, Especialista em Cirurgia da Mão e Punho, comenta sobre dores, fraqueza e dormência nas mãos e quais procedimentos para diagnóstico e tratamentos para recuperar a sua qualidade de vida. Confira no youtube do Canal CREB.


Educando seu paciente sobre a DOR

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A dor é a única forma que o corpo tem de se comunicar conosco e mostrar que algo não está bem.

Por Mauricio Garcia

A dor é a única forma que o corpo tem de se comunicar conosco e mostrar que algo não está bem e que é necessário compreender as causas e tratá-las de maneira adequada.

A falta de conhecimento ou informações equivocadas sobre a manifestações da dor, é considerada uma condição muito ameaçadora para o paciente, com perspectivas catastróficas e um comportamento e até mesmo atitudes nada adaptativas e naturalmente, um enfrentamento que frustram as expectativas de melhora desta dor.

A abordagem no tratamento da dor tem hoje um modelo Biopsicossocial, ou seja, fatores biológicos, psicológicos e sociais se combinam e interagem para influenciar a saúde não só física, mas mental, pois o modelo praticado atualmente, aumenta o medo e a ansiedade do paciente.

O objetivo de quem trata da dor é educar o paciente que a função da dor é avisar que seu corpo está em risco para que ele tome alguma atitude. É mais eficiente explicar que a presença de dor, ou mesmo a intensidade da dor, não significam ter uma lesão maior ou menor. O paciente precisa entender que a dor é o resultado de diversos fatores como preocupações, emoções, relação familiar, trabalho, situação econômica. Deve ficar claro que todos esses fatores fazem parte da dor.

O tratamento da dor crônica é absolutamente individualizada, cada dor é a “dor de uma pessoa”, com a sua história, sua origem, seu contexto e seu momento. A dor é subjetiva, mas não é abstrata. Ela é sentida por alguém que precisa ser compreendido e respeitado, e que na maioria das vezes, encontra-se com medo de sua realidade: não entende por que tem dor, teme a causa da dor, teme sua doença, seu tratamento, seu prognóstico, e a própria perspectiva de sentir (ou não) sua dor. Teme a perspectiva de experimentar uma nova (e pior) dor a cada momento, e que talvez não tenha controle. 


Atividade física e a Osteoporose

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Atividade física e a Osteoporose

A atividade física é fundamental para todos. É sinônimo de saúde e bem–estar. Um programa de exercícios  ideal deve fornecer benefício para o ossos, o coração e musculatura, logo deve-se incorporar na prática física: alongamento, atividade aeróbica e musculação. Devemos realizar atividade física para nos tornarmos saudáveis, para redução da gordura corporal, para manutenção da massa óssea e muscular.

E como a realização de atividade física pode auxiliar na manutenção da massa óssea?

A manutenção da massa óssea e a prevenção de perda de massa óssea pode ser conseguida através da prática de exercícios visando a resistência muscular. Quando realizamos exercícios visando o treino da resistência muscular,  o estresse mecânico do músculo torna-se um estresse mecânico para o osso. A vibração óssea é um estímulo para formação de células ósseas. Os exercícios de resistência muscular aumentam o aporte sanguíneo e consequentemente de nutrientes para o osso.

O exercício vai ajudar a:

  • manter a massa óssea e reduzir o risco de fratura ;
  • melhorar a força muscular e permitir uma melhor postura ;
  • melhorar o equilíbrio e diminuir o risco de queda ;
  • reduzir as dores crônicas da coluna;
  • prevenir ou diminuir as deformações da coluna provocadas pela osteoporose. 

Qual é o tipo ideal de atividade física para quem tem osteoporose ?

O exercício adequado vai depender da gravidade da sua osteoporose, da existência de outros problemas de saúde e da sua forma física.

Os melhores tipos de exercícios para quem tem osteoporose são:

Regra geral não deve fazer mais que três sessões de exercício por semana, com duração de 30 minutos cada uma.

  • exercícios com carga: marcha, dança e aeróbica de baixo impacto (caminhada).
  • exercícios com resistência: musculação usando pesos livres, aparelhos ou fitas de borracha, pilates, hidroginástica.

Os exercícios menos recomendados para osteoporose incluem:

  • Exercícios de alto impacto: como saltar, correr ou ginástica aeróbica, pois podem levar a fraturas nos ossos;
  • Exercícios de flexão e torção: como por exemplo tocar com os dedos das mãos nos pés ou fazer abdominais, por exemplo, pois há um maior risco de fraturas por compressão da coluna. Outras atividades que podem exigir ter que dobrar ou torcer com força a cintura são o golfe, o tênis, o boliche e algumas posições de ioga.

Consultar um especialista é fundamental para quem pratica atividade física.
Qualquer pessoa que quer praticar atividade física, ou já o faz, precisa estar muito bem orientado, para que a atividade física traga apenas benefícios, e não problemas.



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