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Artrite psoriásica pode provocar alteração na qualidade do sono

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A artrite psoriásica pode trazer dor, edema e rigidez articular.

Trata-se de uma doença inflamatória comum, em que pessoas com psoríase desenvolvem quadro de artrite nas articulações dos pés e mãos. Segundo o Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense, as articulações da bacia também podem ser afetadas, e a consequência é dor lombar de padrão inflamatório.

A prevalência de um sono de má qualidade atinge cerca de 84% dos pacientes.

Pesquisas científicas com pacientes com artrite psoriásica em atividade comprovaram uma relação entre a ansiedade e a qualidade do sono. Os pesquisadores buscaram determinar a prevalência e a qualidade do sono nestes pacientes, identificando, assim, fatores associados ao distúrbio do sono. A prevalência de um sono de má qualidade atingiu 84% dos pacientes.

– Isso significa que articulações inflamadas estão independentemente associadas ao sono de pior qualidade em pacientes portadores da doença. A conclusão é de que pacientes acometidos pela artrite psoriásica apresentam má qualidade do sono. Essa má qualidade do sono está ligada ao cansaço, à ansiedade e à inflamação articular ativa. Controlar a inflamação do paciente melhora sua mobilidade e qualidade articular, e melhora também o sono e controla a ansiedade – explica o médico do CREB.


Artrose: hidroterapia ajuda a recuperar de volta a qualidade de vida perdida

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Um dos maiores problemas de saúde são as doenças reumáticas, que acometem 10% da população mundial. Dentre as várias doenças reumáticas, a mais comum é osteoartrite, popularmente conhecida como artrose. Segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), 20% dos adultos brasileiros são acometidos pela doença, que é uma das principais causas de incapacidade e afastamento do trabalho.

“A artrose provoca dores nas articulações, joelhos, quadris, tornozelo e coluna. Caracterizada por um desgaste da cartilagem e alterações ósseas, a doença atinge mais de 60% das pessoas com mais de 60 anos. A artrose pode não apresentar sintomas no início, sendo diagnosticada através de exame radiográfico. O principal sintoma é a dor, que começa apenas com a movimentação da articulação afetada, melhorando com descanso, mas que pode progredir para dores até mesmo durante o repouso. Pode ocorrer também diminuição dos movimentos, ruído na articulação (crepitações), inchaço na articulação, deformidades e falta de firmeza ao realizar movimentos”, explica o Dr. Eduardo Sadigurshci, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O tratamento deve ser iniciado o quanto antes, por isso um especialista deve ser procurado ao menor sinal de dores constantes. “Utilizamos analgésicos e antiinflamatórios para reduzir a dor do paciente. Mas o tratamento melhora a qualidade de vida. Além de medicamentos, contamos com protocolos que incluem hidroterapia, em piscinas adequadamente aquecidas, como temos no CREB, e acupuntura. O impacto do exercício físico pode ser um fator limitante para muitos pacientes, mas o trabalho feito dentro da água, aquecida, supervisionado por profissionais, traz muitos resultados positivos. Não se pode esquecer que adotar uma alimentação regrada também é fundamental”, diz o médico.


Ortopedista do CREB explica o que é a radiculopatia

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A Radiculopatia provoca dor aguda irradiada para membros, parestesias e, em casos mais severos, fraqueza.

Esses são os principais e mais comuns sintomas da radiculopatia. De acordo com o ortopedista Márcio Taubman , do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, a “radiculopatia refere-se ao acometimento da raiz de um nervo e que pode ser de origem compressiva (tais como estenose de canal, esporão ósseo, hérnia de disco) ou, menos frequentemente, infecciosa”.

Diagnóstico da Radiculopatia

O ortopedista do CREB explica que essa doença é mais comum nos consultórios de ortopedia do que se pode imaginar, e que a localização dos sintomas dependerá da topografia da lesão. Segundo ele, um exame chamado eletroneuromiografia – disponível no CREB – é fundamental porque é capaz de registrar o miótomo acometido, além de indicar o grau da lesão e se há outras comorbidades associadas.

“O CREB dispõe do exame conhecido como Eletroneuromiografia. Ele deve ser utilizado para avaliar a função do sistema nervoso periférico e muscular por meio do registro das respostas elétricas geradas por estes sistemas, às quais são detectadas graficamente por um equipamento denominado eletroneuromiógrafo”, explicou o Dr. Márcio.



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