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Prática de exercícios regulares é fundamental no tratamento da osteoporose

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A osteoporose acomete mais de dez milhões de brasileiros e é uma doença caracterizada pela perda de massa óssea e enfraquecimento dos ossos. O tratamento da osteoporose prevê uma alimentação rica em cálcio, prescrição de medicamentos e a prática de e...

A osteoporose acomete mais de dez milhões de brasileiros e é uma doença caracterizada pela perda de massa óssea e enfraquecimento dos ossos. O tratamento da osteoporose prevê uma alimentação rica em cálcio, prescrição de medicamentos e a prática de exercícios físicos regulares. A doença é considera “silenciosa” – na maior parte das vezes é diagnosticada apenas após uma fratura.

Praticar exercícios físicos é fundamental em qualquer idade

 

 Segundo o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Bernardo Stolnicki, coordenador do CREB Prevrefrat (Programa de prevenção a Refratura da clínica), se a pessoa tem a tendência de ter a doença, não poderá evitá-la. Mas poderá retardá-la, buscando uma melhor qualidade de vida. Alimentação balanceada, rica em cálcio, banho regular de sol e prática de exercício físico são as formas de prevenir a doença.

 – Praticar exercício físico é fundamental. Em qualquer idade. Claro que o exercício será apropriado para cada pessoa. O pilates terapêutico, por exemplo, é excepcional, traz inúmeros ganhos para seu praticante. Caminhar também é muito bom. É a melhor forma de aquecimento para as atividades físicas. O ideal é praticá-la ao ar livre, pois o organismo sintetiza vitamina D e absorve cálcio no contato com o sol. Alongamentos são fundamentais. Há uma série de exercícios para a coluna, punhos, joelho, tornozelo e quadril. Converse com o seu médico – explica o Dr. Bernardo.


Lúpus: mulheres acometidas pela doença podem engravidar

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Doença de causa desconhecida, crônica e sistêmica, o lúpus acomete principalmente mulheres, na maior parte das vezes na faixa entre os 15 e 35 anos. Os sintomas variam, de acordo com o paciente, porém os mais frequentes são dores articulares, manifes...

Doença de causa desconhecida, crônica e sistêmica, o lúpus acomete principalmente mulheres, na maior parte das vezes na faixa entre os 15 e 35 anos. Os sintomas variam, de acordo com o paciente, porém os mais frequentes são dores articulares, manifestações de pele, principalmente nas áreas expostas ao sol, inflamação da pleura e do pericárdio, anemia, alterações dos glóbulos brancos e plaquetas e doença renal. “É importante deixar claro que o lúpus não é contagioso. Muita gente pensa que é, mas isso não é verdade”, pontua Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da UFF.

O lúpus não é contagioso

“O diagnóstico acontece a partir de critérios clínicos e exames laboratoriais. E há tratamento, que vai depender dos sintomas apresentados pelo paciente. Os portadores da doença devem optar por hábitos saudáveis, como uma dieta equilibrada e atividade física regular. É muito importante que o paciente com lúpus evite expor-se ao sol”, aponta o médico do CREB.

O Dr. Haim Maleh também faz questão de destacar que mulheres com lúpus podem, sim, engravidar, ao contrário do que muita gente pensa. “A mulher com lúpus pode engravidar sem problemas. Mas a doença deve estar controlada há ao menos dois anos e ela não pode ser portadora de doença renal. O uso de anticoncepcionais será avaliado pelo médico”, finaliza ele.


Queijo, rica fonte em cálcio, deve ser consumido diariamente

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A osteoporose é uma das mais relevantes doenças associadas à terceira idade e, por isso, é considerada como um grave problema de saúde pública. A doença, que acomete principalmente mulheres a partir dos 50 anos, é caracterizada pela fragilidade nos ossos. “Desde cedo é preciso buscar a prevenção a esta doença. A prática de exercícios físicos, pegar sol regularmente e optar por uma alimentação rica em cálcio ajudam a prevenir a doença”, ensina Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB –  Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico, de todos os alimentos ricos em cálcio, os queijos (e iogurtes e leite) são os que fornecem maior quantidade deste mineral que ajuda a proteger o osso. “O queijo deve ser consumido ao menos três vezes ao dia. Desta forma, o queijo fornece nutrientes que contribuem para o atendimento diário de ao menos 35% das nossas necessidades de cálcio. Isso é fundamental na formação das estruturas ósseas e cartilaginosas. Além disso, o queijo ainda oferece 30% das nossas necessidades de vitamina A, importante antioxidante que atua sobre os radicais livres”, explica ele, ressaltando que esse alimento também é uma excelente fonte de proteínas de alto valor biológico, de zinco, selênio e fósforo.

O médico do CREB diz que o consumo de queijo também é fundamental na infância, pois tem importante papel na formação e desenvolvimento de ossos, dentes e cartilagens. Para crianças de quatro a dez anos, o consumo de 100 gramas de queijo por dia representa mais de 50% das necessidades de cálcio e mais de 30% das necessidades de vitamina A. “Na adolescência, o consumo de queijo também é importante, principalmente porque nessa fase vive-se o estirão de crescimento, ou seja, o adolescente cresce vários centímetros em pouco tempo. Nesta fase, 180 gramas de queijo por dia contribuem com 35% das necessidades diárias de cálcio e 30% das necessidades de vitamina A”, aponta o Dr. Eduardo Sadigurschi.



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