Couve e brócolis devem ter destaque na dieta contra a osteoporose
Lenta e progressiva, assintomática, que se caracteriza pelo enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis a pequenos traumas, a osteoporose é uma doença considerada “silenciosa”. Muitas vezes, só é diagnosticada após uma fratura, principalmente...
Lenta e progressiva, assintomática, que se caracteriza pelo enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis a pequenos traumas, a osteoporose é uma doença considerada “silenciosa”. Muitas vezes, só é diagnosticada após uma fratura, principalmente no colo do úmero, quadril e punhos. É uma doença mais comum na terceira idade e entre mulheres. No Brasil estima-se que há dez milhões de pessoas acometidas pela osteoporose.
A principal forma de prevenção é manter hábitos saudáveis desde jovem
Mas é possível prevenir a doença? O ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Bernardo Stolnicki, e coordenador do CREB Prevrefrat – Programa de Prevenção da Refratura da clínica, diz que sim. “A forma de prevenir a doença é manter hábitos saudáveis desde jovem, como a opção por uma alimentação rica em cálcio – que fortalece os ossos -, além da prática regular de atividade física e banhos de sol regulares”, afirma.
Segundo ele, o alimento com maior fonte de cálcio é o leite. Ele e seus derivados devem aparecer de forma generosa em nosso cardápio diário. O Dr. Bernardo informa que a couve é também uma excelente fonte de cálcio, e deve ser adotada nas refeições sempre que possível. “A couve e o brócolis são verduras muito rica em cálcio. Mas também é rica em ferro, sendo muito indicada contra a anemia. Também é uma fonte de vitamina C, combatendo resfriados e melhorando a imunidade. E mais: essa verdura é rica em B12, o que é muito importante na prevenção da doença de Alzheimer. Trata-se de um alimento completo, rico e gostoso. Fácil de achar e de preparar”, explica.
A! Body Tech oferece curso de reciclagem e treinamento com consultoria médica do CREB
Maior rede de academias do Brasil, a A!BodyTech realiza no dia 21 de agosto, das 9hs às 18hs, a palestra “Reciclagem e Treinamento – Programa Care-College”. O encontro acontecerá no auditório do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, que faz a consultoria médica do evento. O endereço é Rua Voluntários da Pátria, 408, Botafogo. No programa do evento, prevenção de lesões músculo-esqueléticas – postura, patologia do pé, joelho e quadril; novo posicionamento de doenças arterio-coronarianas; atualização dos novos posicionamentos Care; dinâmicas de grupo e treinamento e prescrição dos professores. O palestrante é o professor Antonio Gil Castinheiras Neto, mestre em Ciências da Atividade Física. As inscrições pode ser feitas com Thiago Franco, pelo telefone 7856-0473, e Diego Alegrio, pelo telefone 7848-7139. As vagas são limitadas. A A! Body Tech e o CREB já realizam vários eventos científicos em conjunto, com intensa troca de informações e experiências, em busca da excelência.
Bexiga Hiperativa tem tratamento disponível no CREB
A Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH) é definida pela Sociedade Internacional de Continência (ICS) como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria.
Os números demonstram a importância que deve se dar ao assunto: mais de 30% das pessoas acima de 75 anos são acometidas pela doença.
Mais de 30% das pessoas acima de 75 anos são acometidas pela Síndrome da Bexiga Hiperativa
“Essa doença afeta muito negativamente a qualidade de vida do paciente, causando isolamento social, frustração, ansiedade e até depressão”, afirma a fisioterapeuta Waleska Rocha, do staff de reabilitação uroginecológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia. Ela explica que a doença consiste na presença de contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga, o que gera desconforto, urgência para urinar e até perda miccional.
O diagnóstico é clínico e é determinado quando afastada a infecção urinária ou outra causa evidente. Waleska diz que vários fatores podem causar a doença, como a diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. “Também podemos encontrar causas miogênicas, como alteração estrutural e ultraestrutural primária do detrusor; e alterações do urotélio, que podem aumentar as informações aferentes, que são interpretadas pelos centros superiores como uma necessidade imperiosa de urinar. Quando a causa é indeterminada, ela é chamada Bexiga Hiperativa Idiopática”, destaca a profissional do CREB.
A bexiga hiperativa tem tratamento. E a fisioterapia é considerada, neste caso, um tratamento conservador simples, de baixo custo e de primeira linha. “Buscamos a reabilitação do assoalho pélvico por meio de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. Seu resultado é comprovadamente eficaz, levando a bexiga a contrair menos e oferecendo ao paciente a consciência do próprio corpo e o controle da micção”, afirma a fisioterapeuta. O CREB dispõe desse tratamento, que não é invasivo e tem pouquíssimas contraindicações.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619