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CREB adota as mais modernas práticas na aplicação de Toxina Botulínica Tipo A

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O médico responsável pelo setor de reabilitação neurológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo –, Dr. Flávio Costa, participou, de 7 a 11 de junho, do XV Congresso Mundial de Parkinson e Movimentos Involuntários, que aconteceu em Paris, onde foram apresentados e discutidos os mais recentes avanços sobre o tema.

O médico do CREB disse que saiu do evento convencido de que o Brasil adota as mais modernas práticas em relação a aplicação da Toxina Botulínica Tipo A, muito utilizada para, por exemplo, a espasticidade (quando o músculo fica rígido, limitando a amplitude de movimentos articulares e causando muita dor). “Participei de um painel específico sobre os avanços na aplicação da Toxina Botulínica Tipo A, conhecida comercialmente como Botox,  com médicos do hospital francês Pitié Salpetrière, um dos mais importantes centros de neurologia da Europa.

Tudo o que é feito de mais novo e moderno em relação ao assunto é exatamente o que fazemos no CREB. Inclusive, a literatura científica utilizada é a mesma. O Brasil de fato está acompanhando os avanços no uso da Toxina”,  conta ele. Segundo o médico, os especialistas do hospital francês reforçaram a indicação da Toxina Botulínica Tipo A em tratamentos de AVC, não só para a espasticidade, mas também apresentando avanços nas funções neurológicas do paciente.


Neuropatia Periférica: o CREB explica que é possível tratar

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Neuropatia periférica é uma doença caracterizada pela lesão dos nervos periféricos, também se apresentando como uma doença degenerativa desmielinizante progressiva. Segundo estudos, 2% da população adulta são acometidos pela doença, mas este índice p...

Neuropatia periférica é uma doença caracterizada pela lesão dos nervos periféricos, também se apresentando como uma doença degenerativa desmielinizante progressiva. Segundo estudos, 2% da população adulta são acometidos pela doença, mas este índice pula para 8% em adultos com mais de 55 anos.

Entre 25% e 40% das neuropatias não possuem uma causa definida

Segundo Handerson Meurer, Coordenador da Fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, a neuropatia periférica tem inúmeras causas, portanto a avaliação e o diagnóstico tornam-se um pouco mais difíceis. Assim, mesmo com uma avaliação apropriada, feita por especialista, entre 25% e 40% das neuropatias permanecerão sem causa definida.

– As neuropatias periféricas podem ser classificadas em Mononeuropatias, que comprometem apenas um tronco nervoso; Mononeuropatias múltiplas, com comprometimento sucessivo de vários troncos nervosos; e Polineuropatias distais, com comprometimento difuso e simétrico dos quatro membros. As polirradiculoneuropatias se distinguem das neuropatias distais pela presença de alteração sensitiva ou motora proximal e distal. Podem ser hereditárias, metabólicas, tóxicas e idiopáticas. Quanto ao modo de instalação, a neuropatia pode ser aguda (até um mês), subaguda (meses) e crônica (anos). Algumas condições podem ser associadas às neuropatias, como a Diabetes Mellitus e outras doenças imunológicas, metabólicas ou degenerativas – explica o fisioterapeuta do CREB.

O CREB conta com um setor equipado com diversos aparelhos de última geração e profissionais especializados para o tratamento das neuropatias. De acordo com Bruna Tulio da Costa, Fisioterapeuta Setor de Reabilitação Neurológica do CREB, a clínica opta por protocolos de reabilitação neurológica que podem incluir alongamento, fortalecimento de MMII e MMSS, Hidroterapia e exercícios funcionais, entre outros procedimentos para a melhora das AVD´s dos pacientes. Também é feito um trabalho de marcha e para melhora da dormência/queimação/ sensação estranha dos pacientes são realizados trabalhos de sensibilidade com escovação, crio estimulação e estimulação através de FES.


A artrite reumatoide: tratamento pode devolver qualidade de vida perdida

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A artrite reumatoide acomete jovens, meia idade e pessoas da terceira idade. Principalmente mulheres entre 30 e 50 anos, atingindo as articulações e provocando dores intensas e até mesmo a impossibilidade de realização de determinados movimentos. Par...

A artrite reumatoide acomete jovens, meia idade e pessoas da terceira idade. Principalmente mulheres entre 30 e 50 anos, atingindo as articulações e provocando dores intensas e até mesmo a impossibilidade de realização de determinados movimentos. Para uma pessoa com artrite reumatoide, muitas vezes realizar uma atividade tão cotidiana como escovar os dentes é um transtorno.

– Acredita-se que as doenças reumáticas são exclusivas na terceira idade, o que não é verdade em absoluto. A artrite reumatóide, por exemplo, afeta diretamente a qualidade de vida do paciente, muitas vezes jovem, e logo que surge, aos primeiros sinais, como por exemplo dor nas articulações com ou sem calor, edema e/ou vermelhidão no local, em especial das mãos e dos pés, deve-se procurar um médico reumatologista”, explica o reumatologista Camilo Tubino, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A artrite reumatoide é a inflamação nas articulações, que geralmente ocorre de modo simétrico, ou seja, envolve a articulação do lado direito e esquerdo. Um dos sintomas comuns da doença, além da dor constante, é uma fadiga inexplicável e rigidez após períodos de inatividade, principalmente pela manhã. A doença é diagnosticada pelo reumatologista a partir de exames físicos das articulações e solicita análise laboratorial, radiografias e, em algumas ocasiões, ultrassonografia das áreas acometidas, o que pode em muito ajudar para o diagnóstico diferencial de outras doenças articulares. Exames de sangue também auxiliam na avaliação do processo inflamatório, pontua o Dr. Camilo.

– O tratamento deverá sempre, além de medicamentos, contar com a reabilitação física, entre as quais eletroterapia, cinesioterapia ,acupuntura e hidroterapia, que é uma medida de grande auxílio para esses pacientes, especialmente quando realizada em piscinas apropriadas, como nas do CREB. É possível devolver ao paciente a qualidade de vida perdida, mesmo sendo a doença de longa evolução. A boa notícia é que atualmente temos no arsenal medicamentoso a possibilidade de evitar a dor, deformidade e mesmo fazer com que a doença entre em remissão, o que é praticamente estar curada – explica o médico.



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