Fisioterapia é excelente para tratar do bruxismo
Você sabe o que é bruxismo? Trata-se de uma doença que acomete milhões de pessoas no mundo inteiro, muito comum em períodos de estresse e que pode provocar dores e sérias consequências para a articulação temporo mandibular, responsável pela ligação d...
Você sabe o que é bruxismo? Trata-se de uma doença que acomete milhões de pessoas no mundo inteiro, muito comum em períodos de estresse e que pode provocar dores e sérias consequências para a articulação temporo mandibular, responsável pela ligação do crânio e a mandíbula. Segundo o reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dr. Haim Maleh, também professor de reumatologia da UFF (Universidade Federal Fluminense), trincar inconscientemente a arcada dentária, principalmente durante o sono, é a principal característica da doença.
Trincar inconscientemente a arcada dentária
– Uma mandíbula trincada pode apresentar desgaste desgaste, dentes podem quebrar e, eventualmente, até pode resultar em uma artrite e degeneração da articulação temporo mandibular. O acometimento inflamatório ou degenerativo da articulação temporo mandibular é observado em cerca de 10% das pessoas que sofrem desse mal. O uso de terapia fisica para tratamento de desordens da articulação temporo mandibular tem ótimos resultados – explica o médico do CREB.
CREB oferece reabilitação neurológica
Além dos serviços de diagnóstico, tratamento e reabilitação física em reumatologia, ortopedia e fisiatria, que o tornam um centro de referência, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – agora dispõe de um abrangente serviço de reabilitação neurológica, com hidroterapia em piscinas aquecidas, cinesioterapia nos seus vários métodos e acupuntura, entre outras medidas de reabilitação física. Além disso, o CREB oferece tratamento para a espasticidade e distonias, com aplicação da toxina botulínica Tipo A, que vem apresentando excelentes resultados clínicos.
Várias alterações neurológicas estão sujeitas a intervenções que visam a reabilitação e a melhora da qualidade de vida dos pacientes. Dentre a disfunções neurológicas mais comuns está a espasticidade, manifestação clínica encontrada em pacientes com seqüela de AVC e na encefalopatia não progressiva da infância (paralisia cerebral), por exemplo. Movimentos involuntários, como distonias, que levam a posturas anormais de segmentos do corpo, também são passíveis de tratamentos modernos e altamente eficazes. “Distonia é um termo usado para descrever um conjunto de patologias neurológicas caracterizadas por movimentos e posturas anormais, freqüentemente dolorosos. Os pacientes têm espasmos musculares involuntários, e a sua causa não é conhecida na maioria das vezes. Atualmente, a Toxina Botulínica Tipo A é considerada tratamento padrão ouro em distonias. No caso da espasticidade, o músculo fica rígido, limitando a amplitude de movimentos articulares e causando dor. É um distúrbio freqüentemente visto após acidentes vasculares cerebral (“derrames”), traumatismos crânio-encefálicos, paralisia cerebral, traumas raquimedulares e outras lesões cerebrais. A espasticidade é um dos aspectos mais incapacitantes dessas condições. O uso da Toxina Botulinica Tipo A também traz excelentes resultados nestes casos”, ensina o Dr. Bruno Coutinho, médico do setor de reabilitação neurológica do CREB.
Segundo o Dr. Bruno, a Toxina Botulínica Tipo A vem sendo usada há 20 anos no tratamento de condições neurológicas, especificamente nas doenças caracterizadas por distonias e espasticidade. Aliado aos avanços na terapêutica com a Toxina Botulínica Tipo A, também houve grande desenvolvimento de técnicas de reabilitação neurológica, que proporcionam uma vida ativa e produtiva a pacientes que, em outros tempos, seriam permanentemente considerados incapazes. “Devem ser observados critérios de inclusão e exclusão que o seu médico saberá explicar-lhe. Além disso, pacientes com espasticidade e distonias têm necessariamente que estar num programa de reabilitação física/multiprofissional. O tratamento é feito através de simples injeções musculares realizadas pelo médico. A freqüência do tratamento é de 3 a 6 meses (em média 4 a 5 meses entre cada aplicação). E o número de sessões é individualizado para cada caso”, explica o médico do CREB.
Aliado a um programa de reabilitação física multiprofissional, os resultados da aplicação da Toxina Botulínica Tipo A são animadores. Segundo o Dr. Bruno, entre os resultados do tratamento está a melhora das atividades funcionais do paciente, como a marcha, a movimentação voluntária e retorno ao trabalho e a diminuição da dor. “Outros benefícios são a prevenção de contraturas, a diminuição da freqüência e gravidade dos espasmos dolorosos e até o retardo na indicação de procedimentos cirúrgicos, ou mesmo a sua suspensão”, afirma. A aplicação da Toxina Botulínica Tipo A deve ser feita por médico especialista, em consultório. O CREB dispõe deste serviço, além de protocolos de reabilitação física que podem incluir exercícios corretivos, métodos que buscam melhora da marcha e do equilíbrio, acupuntura e hidroterapia em piscinas aquecidas e apropriadas para esse fim, entre outros.
Bursite pode acometer os ombros, os quadris e os cotovelos
No interior de nossas articulações temos uma bolsa cheia de líquido sinovial, a chamada bursa sinovial
No interior de nossas articulações temos uma bolsa cheia de líquido sinovial, a chamada bursa sinovial. Ela funciona como uma espécie de uma pequena almofada, que nos traz conforto. Quando essa bolsa se inflama, temos a bursite.
Na maior parte das vezes, a bursite é consequência de um traumatismo ou de uma infecção articular, explica o Dr. Ricardo Sheps, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. “O uso excessivo e repetitivo das articulações podem provocar lesões por esforços, causando uma bursite. As artrites também são causas comuns desta inflamação da bursa sinovial”, acrescenta.
De acordo com o Dr. Ricardo, os ombros, os quadris e os cotovelos são as regiões mais acometidas. “A bursite nos ombros é muito comum. Profissionais que trabalham o dia inteiro no computador, por exemplo, e não tomam os devidos cuidados com a postura e não usam móveis ergonômicos são sérios candidatos a uma bursite nos ombros”, destaca o ortopedista do CREB.
A bursite tem tratamento
A boa notícia é que a bursite tem tratamento, que devolve ao paciente a qualidade de vida perdida. Além do uso de medicamentos, o ortopedista prescreverá um programa específico e individualizado de fisioterapia. “Precisamos fortalecer os músculos da articulação comprometida. Outra necessidade é restaurar completamente a amplitude dos movimentos articulares. A fisioterapia atua neste sentido”, garante.
Segundo o médico, o CREB adota protocolos que incluem acupuntura e hidroterapia, o que tem trazido muito sucesso no tratamento, reduzindo seu tempo. Para diagnosticar a bursite, além do exame clínico o médico solicitará uma ultrassonografia. “Em casos mais extremos, optamos, aqui no CREB, pela TOC – Terapia de Ondas de Choque, uma terapia adotada em casos mais extremos e que resolve até 85% dos casos que a fisioterapia não dá conta, evitando a necessidade de cirurgia”, finaliza ele.
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