Por que sentimos mais dor no frio? Dicas da Dra. Lucia Yoko Para aliviar desconfortos no inverno
Com a chegada do inverno, muitos de nossos pacientes no CREB notam um aumento nas dores articulares e musculares. Por que isso acontece? A resposta envolve uma série de fatores fisiológicos que são intensificados pelo frio.
Contração Muscular e Rigidez Articular
Durante o inverno, a baixa temperatura faz com que os músculos e tecidos ao redor das articulações se contraiam, o que pode aumentar a rigidez e, consequentemente, a sensação de dor. Este fenômeno é natural e uma resposta do corpo ao frio.
Redução da Atividade Física
Outro aspecto importante é que no frio, muitas pessoas diminuem suas atividades físicas. Isso contribui para aumentar a rigidez e a dor, já que o movimento ajuda a manter a flexibilidade das articulações e a circulação sanguínea adequada.
Vasoconstrição e Líquido Sinovial
A exposição ao frio também provoca vasoconstrição, reduzindo o fluxo sanguíneo para as extremidades do corpo. Isso pode diminuir a lubrificação natural das articulações, uma vez que o líquido sinovial, que ajuda a reduzir o atrito entre os ossos, torna-se mais espesso e menos fluido no frio.
Dicas para Aliviar a Dor no Inverno
- Mantenha-se Ativo: A atividade física regular é crucial para manter as articulações flexíveis e reduzir a rigidez.
- Aqueça-se Bem: Use roupas que mantenham o corpo aquecido, principalmente as extremidades, como mãos e pés.
- Compressas Quentes: Aplicar calor nas áreas doloridas pode ajudar a aliviar a dor e melhorar a circulação.
- Hidratação e Nutrição: Uma dieta rica em nutrientes e uma boa hidratação são essenciais para combater a inflamação.
- Alongamentos: Antes de iniciar qualquer atividade física, faça alongamentos para preparar o corpo e evitar dores.
Agende sua consulta online: Clique Aqui
CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia
📞 WhatsApp: 21 3182-8282
📍Unidade I: Rua Voluntários da Pátria, 408 - Botafogo
📍Unidade II: Av. das Américas, 700, Bloco 8, Loja 320 - Barra da Tijuca
Reumatologista do CREB participa de curso sobre novo tratamento com medicação biológica para espondilite anquilosante
O professor de Reumatologia da UFRJ e coordenador de Reumatologia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Haim Maleh participou, nos dias 6 e 7 de maio, em São Paulo, do curso “Speaker training em espondilo artrites axial”. Trata-...
O professor de Reumatologia da UFRJ e coordenador de Reumatologia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Haim Maleh participou, nos dias 6 e 7 de maio, em São Paulo, do curso “Speaker training em espondilo artrites axial”. Trata-se de um novo e moderno tratamento com medicação biológica para espondilite anquilosante. “A terapia biológica é uma terapia moderna, que evita a progressão da destruição da coluna vertebral na espondilite anquilosante. Alivia a dor, melhora a qualidade de vida do paciente e impede a progressão da doença. Por ser um tratamento específico, deve ser feito exclusivamente por um reumatologista treinado no manejo desse tipo de medicação”, explica o Dr. Haim, o único Reumatologista do Rio de Janeiro a realizar o curso deste tratamento inovador.
A espondilite anquilosante é mais frequente em homens
A espondilite anquilosante acomete principalmente pessoas entre 20 e 40 anos, sendo três a cinco vezes mais frequentes em homens. É uma doença reumática crônica extremamente limitante se não tratada a tempo. É muito comum entre jovens adultos. A dor pode durar por mais de três meses, apresenta piora noturna e rigidez matinal, algumas vezes acompanhada de torcicolo, dor na virilha e calcâneos, e melhorando com exercícios. Pode, também, acometer outros órgãos, especialmente os olhos, levando ao déficit de visão. “Em quadros mais crônicos, pode haver comprometimento dos membros superiores e inferiores, com rigidez severa de todo o tronco”, explica o Reumatologista.
Artrite reumatoide pode provocar dor no quadril e atrapalhar a vida sexual do paciente
Estudo revela que em torno de 40% das mulheres acometidas pela artrite reumatoide não mantém uma vida sexual ativa
Um estudo realizado Centro de Atención Integral en Artritis Reumatoide, de Bogotá, Colômbia, recém apresentado em um congresso de reumatologia no Panamá revela que em torno de 40% das mulheres acometidas pela artrite reumatoide não mantém uma vida sexual ativa e entre aquelas que fazem atividade sexual, 40% estão insatisfeitas. Entre os homens, a insatisfação alcança 50,9%, embora não seja comum a interrupção da vida sexual nos homens acometidos pela doença.
O motivo do desinteresse e da insatisfação é facilmente explicado. A artrite reumatoide pode prejudicar os quadris, tornando, muitas vezes, os movimentos sexuais mais difíceis e dolorosos. “Ainda não conhecemos totalmente a causa da artrite reumatoide. Trata-se de uma doença inflamatória crônica e autoimune, que atinge o tecido conjuntivo das articulações, principalmente na coluna vertebral, ombros, quadris, joelhos, tornozelos e punhos. É possível diminuir os sintomas e devolver ao paciente a qualidade de vida perdida, preservando sua capacidade funcional”, explica o reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Mulheres são mais afetadas
As estatísticas mostram que a doença afeta duas vezes mais mulheres na faixa entre 50 e 70 anos do que os homens. Mas é um erro pensar que acomete apenas pessoas da terceira idade. Um estudo apresentado também no Panamá aponta que apenas 40% dos brasileiros que têm artrite reumatoide estão trabalhando regularmente. Ou seja, em cada dez pessoas acometidos pela doença, seis não trabalham.
“A artrite reumatoide causa dor, incapacidade e provoca perda da autoestima e da confiança do paciente, quando o estágio da doença está mais avançado. Mas a boa notícia é que os tratamentos, hoje, são avançados. Além do uso de medicamentos específicos, o paciente deve fazer exercício regular e orientado e fisioterapia, especialmente a hidroterapia. No CREB, utilizamos protocolos que incluem RPG, acupuntura, hidroterapia e pilates. No tratamento, buscamos a melhora da função muscular e articular e o aumento da força e da flexibilidade e, para isso, contamos no CREB com reabilitação específica em nossas piscinas aquecidas”, explica o Dr. Eduardo.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619