Dores nos pés são mais comuns do que se pensa
Sentir dor no pé é muito mais comum do que se imagina.
Sentir dor no pé é muito mais comum do que se imagina. O problema é que muitas vezes a pessoa acha que a dor é fruto de uma pisada em falso, ou um mal jeito qualquer e acha que o problema está resolvido. “A dor no pé é um alerta de que há algo errado. E é preciso investigar o que está acontecendo, para que se possa tratar e resolver o problema”, explica a Dra. Flávia Junqueira, ortopedista especialista em pés do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.
Segundo a médica do CREB, há um exame indolor, sensível na identificação de problemas e de fácil realização chamado Avaliação Tridimensional do Movimento, que deve ser feito quando o paciente sente dores no pé. Esse exame entre outras informações , determina as áreas de maior pressão no pé e ajuda à orientar o tratamento. “Alterações na forma de pisar levam a um maior desgaste do joelho e com isso maior possibilidade de artrose, por exemplo. Pé chato, cavo, com apoio maior para dentro ou para fora, podem gerar dor, desconforto, sensação de queimação nos pés e devem e ser tratados. Essas alterações podem ser avaliadas e tratadas com bons resultados”, garante ela.
Avaliação Tridimensional do Movimento deve ser feita quando o paciente sente dores no pé
A Dra. Flávia pontua que pessoas com Osteopenia ou com osteoporose devem ter maior atenção à marcha e ao equilíbrio para evitar quedas; “Alterações da marcha e do equilíbrio são importantes fatores para aumentar a queda e com isso ocasionar mais fraturas em pessoas idosas. Mas é sempre bom lembrar que a correção das alterações nos pés é possível e ajuda a evitar danos nas articulações acima como joelhos, quadris e coluna vertebral. Ao menor sinal de dor nos pés, um especialista deve ser consultado. E quanto mais cedo, melhor”, finaliza ela.
CREB oferece programa de qualidade de vida para as empresas
Já foi o tempo em que salário era o único motivo para se escolher entre uma ou outra empresa para se trabalhar. Atualmente, as melhores empresas para se trabalhar no país tem algo em comum: valorizam o ser humano e apostam na sua qualidade de vida. E nesta aposta estão inclusos programas de prevenção de saúde. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – oferece às empresas todo o suporte para a realização de programas de prevenção, avaliações posturais e todo o atendimento médico em reumatologia, ortopedia e fisiatria. Tudo para que os colaboradores da empresa tenham mais saúde, para produzirem mais e, principalmente, viverem mais felizes.
O fisiatra e reumatologista do CREB, Haim Maleh, diz que a realização de programas de prevenção em saúde é cada vez mais comum nas empresas, que se preocupam com a saúde de seus colaboradores. Não se trata de gastos, mas sim de investimentos: as estatísticas apontam que nestas empresas os índices de falta ao trabalho por motivo de doença são bem menores do que onde não há este tipo de ação.
O Dr. Haim Maleh diz que todo o trabalho de prevenção deve ser feito durante todo o ano, acompanhando o dia-a-dia do colaborador. E aproveita para dar algumas dicas que considera fundamentais para o início deste trabalho. “O colaborador não deve jamais ultrapassar seus limites físicos com muitas horas de trabalho sem pausas regulares. A cada duas horas sentado, deve dar uma parada, se levantar e caminhar um pouco. Alongamentos ajudam muito e muitas empresas oferecem ginástica laboral para seus funcionários”, explica o médico.
Outra dica é realizar atividade física regular. “Pode ser caminhada, futebol, bicicleta, ginástica, natação, o que for melhor para a pessoa. O exercício regular ajuda a perder peso, diminui o colesterol e a pressão arterial e motiva a pessoa para o trabalho e atividades de lazer”, ensina. A hora do almoço também merece uma atenção especial. “Muitas pessoas optam por fast-food, o que é um erro. É preciso almoçar bem e com calma. Mas muita gente aproveita o sistema de comida a quilo para comer de tudo. É preciso fazer um prato balanceado, com todos os grupos alimentares, mas evitando alimentos gordurosos e preferindo legumes e verduras. É importante evitar o refrigerante, optando por sucos naturais. Uma boa alimentação sempre faz toda a diferença”, avisa o Dr. Haim Maleh.
Ele garante também que um bom dia de trabalho começa na noite anterior, na hora do sono. “Uma boa noite de sono é fundamental. É preciso utilizar colchão, travesseiro e posição corretos. Programas de prevenção de dor na coluna ensinam a melhor postura e dicas como a melhor posição para dormir, sempre de lado, com um travesseiro entre as pernas e abaixo da cabeça, sem forçar o pescoço para cima”. Por último, uma dica que considera fundamental: “não espere ser convocado para fazer exames periódicos. Procure um médico regularmente em busca de uma saúde boa e maior qualidade de vida”.
Reumatologista do CREB participa de programa de TV e fala sobre Síndrome de Sjögren
Reumatologista do CREB participa de programa de TV e fala sobre Síndrome de Sjögren
A reumatologista Ísis Dutra, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – foi convidada para dar uma entrevista sobre Síndrome de Sjögren ao programa “Celeste Maria Recebe”. O programa foi ao ar em 22 de janeiro, no canal 17 da NET, no canal NGT e nos canais 28 da Sky e Oi TV.
No programa, a Dra. Ísis esclareceu todos os pontos da doença e tirou as dúvidas dos telespectadores. “A síndrome de Sjögren é um tipo de reumatismo imunomediado, onde ocorre o acometimento de glândulas exócrinas, por inflamação provocada por um autoanticorpo, sendo o mais implicado o anti-Ro.
Sintomas e tratamento da Síndrome de Sjögren
Os sintomas mais comuns são olho seco, boca seca, dores articulares e fadiga, mas outras manifestações podem ocorrer uma vez que trata se de uma doença sistêmica. O diagnóstico geralmente é realizado por meio da avaliação oftalmológica (quantidade e qualidade da lágrima), avaliação da secreção salivar e funcionalidade das glândulas para secreção de saliva e exames laboratoriais com pesquisa de autoanticorpos, principalmente o anti-Ro (mais específico). Caso tais avaliações não consigam preencher critérios para diagnóstico, será necessária a biópsia de glândulas salivares.
O tratamento depende de cada caso, mas em linhas gerais é baseado em uso de sintomáticos como lágrimas e salivas artificiais, além imunomoduladores como antimaláricos, hidroxicloriquina, podendo ser necessário dependendo do acometimento sistêmico o uso de imunossupressores e anticorpos monoclonais. Na suspeição de tal doença, o paciente deve procurará atendimento médico, preferencialmente um reumatologista, para ser avaliado quanto a necessidade de acompanhamento e tratamento”, explicou a médica do CREB.
O link da entrevista é https://youtu.be/ujio1f53aBY
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