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Os cuidados com os pés no inverno

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Com a chegada do inverno e inevitável queda de temperatura, é hora de trocar as sandálias rasteiras e chinelos por botas, coturnos e sapatos fechados.

Ao contrário do verão, os pés ficam escondidos e isso parece funcionar como uma senha para muitas mulheres deixarem de tratá-los, como na época do calor. A soma desse relaxamento com o uso de sapatos fechados no inverno pode resultar em problemas para os pés, alertam os especialistas.

“Após um banho quente, é comum colocar meias para se proteger do frio intenso, antes mesmo de secar bem a região. Isso pode significar fungos, bactérias e frieiras. Sapatos muito fechados e botas, muito utilizados nessa época do ano, faz com que os pés transpirem mais e o ambiente úmido é ideal para micoses. Se esses sapatos estiverem apertados, a situação se agrava ainda mais. Isso sem falar que a pessoa passa a andar mais curvada no inverno, por causa do frio. Se tiver algum problema postural, o calçado errado e um pé mal cuidado podem ajudar a aumentar os casos de dores lombares, dores no joelho e até dor de cabeça”, explica a Dra. Flávia Junqueira, ortopedista especialista em pés do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Previna dores nos pés

Para evitar tais problemas, a médica do CREB dá alguns conselhos, fáceis de serem seguidos e que podem ajudar a manter a saúde dos pés em dia. Após o banho, por exemplo, os pés devem ficar bem secos antes de colocar a meia. “Esfregue bem os pés na hora do banho e os seque muito bem. Atenção aos cantos das unhas. Prefira meias de algodão, ideais pois permitem que o pé respire”, explica. Hidratar os pés, com cremes específicos, e usar esmalte, com um descanso para as unhas de pelo menos dois dias na semana, são outras dicas que ajudam na busca por um pé saudável. A atenção ao calçado, no entanto, é fundamental.

– É importante verificar a pressão do sapato sobre o pé. Observe se alguma parte do seu pé fica avermelhada após o uso. Se positivo, o calçado não é adequado. Outra dica é perceber se o seu jeito de andar muda ao utilizar um determinado calçado. Neste caso, não use mais esse sapato, que certamente vai lhe incomodar. Jamais se deve esperar que os pés se acostumarão com um determinado calçado. O conforto é essencial para a saúde do pé. Dores nos joelhos também podem ser causadas pro problemas nos pés, tornozelos ou uso de calçados inadequados – garante ela.

Exame indolor para avaliar os pés

Para finalizar, a Dra. Flávia Junqueira lembra que é fundamental procurar um especialista caso a pessoa sinta dores nos pés. Ela pontua que um moderno exame chamado baropodometria computadorizada – disponível no CREB – poderá ser utilizado para o diagnóstico de inúmeras patologias dos pés e das dores que afligem milhares de pessoas. “A baropodometria localiza os pontos de apoio na planta do pé durante a pisada e faz a mensuração precisa da pressão exercida sobre cada um destes pontos. Além da avaliação do pé em repouso, contamos com um baropodômetro de alta sensibilidade que também permite avaliar o paciente em movimento, de forma dinâmica, medindo as variações das pressões durante a marcha e até durante a corrida.

Essas possibilidades do aparelho dão informações valiosas a respeito da performance dos pés durante a marcha e que não são normalmente observadas nos consultórios médicos e avaliações físicas habituais, já que o pé se comporta de forma diferente se estiver parado, andando ou em rápido movimento. O resultado da baropodometria auxilia o médico assistente em determinar se o paciente é portador de alguma patologia, além de orientar o uso correto e apropriado de tênis, palmilhas e outras órteses, oferecendo ao pé proteção, alívio e conforto”, finaliza ela.


Como aliviar sua Dormência nas mãos?

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Você sente formigamento ou dormência nas mãos, principalmente à noite?

Essa dormência nas mãos pode ser Síndrome do Túnel do Carpo – e quanto antes você cuidar, melhor.

Mas quais são as causas da Síndrome do túnel de carpo?

A Síndrome do túnel de carpo é uma condição comum que acontece quando um nervo do punho (chamado nervo mediano) é pressionado. Isso pode causar dor, formigamento, dormência e até fraqueza nas mãos.

Ela costuma afetar quem usa muito as mãos no dia a dia, como quem trabalha digitando, usando ferramentas ou realizando movimentos repetitivos.

Quais são os sintomas mais comuns da Síndrome do túnel de carpo?

  • Dormência ou formigamento nos dedos (especialmente polegar, indicador e médio);
  • Dor no punho que pode irradiar para o braço;
  • Sensação de fraqueza ao segurar objetos;
  • Sintomas mais intensos à noite, podendo até acordar você do sono.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é baseado nos seus sintomas e em uma avaliação física. Se necessário, podem ser solicitados exames como:

  • Eletroneuromiografia (ENMG): exame que mostra como o nervo está funcionando;
  • Ultrassonografia do punho: exame de imagem que ajuda a visualizar alterações no nervo.

E o tratamento da Síndrome do túnel de carpo?

O tratamento vai depender do quanto os sintomas estão afetando a sua rotina. Os principais cuidados incluem:

  1. Uso de uma tala (órtese) à noite, para manter o punho na posição certa;
  2. Mudanças na postura e no ambiente de trabalho, para aliviar a sobrecarga;
  3. Medicamentos, quando há dor ou inflamação;
  4. Fisioterapia, que ajuda a aliviar os sintomas e recuperar os movimentos.
  5. Cirurgia, em casos mais avançados e que não resolveram com medicamentos ou fisioterapia.

Como o CREB pode te ajudar?

Nossos especialistas fazem uma avaliação completa, escutam seu histórico e, se necessário, pedem exames para confirmar o diagnóstico.

A partir disso, indicamos o tratamento ideal para o seu caso, sempre com foco em alívio da dor e recuperação funcional.

Não ignore os sinais que seu corpo está dando!

Se você sente formigamento ou dores nas mãos e punhos, agende sua consulta com a nossa equipe. Cuidar da sua saúde é essencial para manter o desempenho na sua vida e evitar complicações.

Estamos prontos para te ajudar.


LER e DORT: é preciso tratar para evitar agravamento da dor

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LER e DORT são as siglas para Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho e englobam nada menos do que cerca de 30 diferentes doenças, entre as quais a tendinite, a bursite e a tenossinovite. Ambas as siglas são, hoje, as responsáveis pelo maior número de afastamentos do trabalho no Brasil e em inúmeros outros países. “Os problemas são provocados geralmente por atividades desenvolvidas no trabalho, pelo excesso de uso do sistema músculo-esquelético. A repetição de atividades, a postura incorreta e o excesso de força podem desencadear processos inflamatórios nos tendões e músculos”, explica a ortopedista do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dra. Renata Rosenfeld.

A melhor forma de prevenir as LER/DORT , ensina a médica do CREB, é buscar uma postura correta, fazer pausas no trabalho e se exercitar regularmente. “Profissionais que trabalham direto no computador precisam parar 10 minutos a cada 50 minutos trabalhados. Neste intervalo, deve alongar os dedos das mãos, pés, braços e movimentar o pescoço e as pernas. No caso daqueles que ficam muito tempo em pé, devem sentar um pouco para descansar as pernas e os pés”, determina a Dra. Renata.

As LER/DORT têm estágios distintos. Em um primeiro momento, a dor aparece durante os movimento e é difusa, ou seja, não é possível definir exatamente qual parte do corpo está doendo. Em um segundo momento, a dor é mais persistente, mas o quadro ainda é leve. No terceiro estágio, a doença é crônica e há perturbação do sono, em razão das dores, entre outras queixas.

– A dor pode evoluir muito e se tornar insuportável, afetando atividades simples do dia-a-dia, como pentear os cabelos ou escovar os dentes. Por isso recomendamos que a pessoa procure um médico especialista no sistema músculo esquelético (ortopedista, reumatologista ou fisiatra) assim que sentir as primeiras dores, pois desta forma o tratamento será muito mais fácil e evidentemente mais rápido – finaliza a médica do CREB.



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