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Doença de Parkinson: fisioterapia neurológica tem papel primordial

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A doença de Parkinson é uma doença neurológica degenerativa e progressiva

A doença de Parkinson tem como característica principal o distúrbio motor. Sendo esse distúrbio caracterizado por alterações motoras como desequilíbrio, alteração de marcha, instabilidade postural, lentidão de movimento, rigidez muscular, tremores, diminuição da capacidade pulmonar que resultam na perda da qualidade de vida desses pacientes.

“A fisioterapia neurológica tem papel primordial para melhora da qualidade de vida desses pacientes, tendo como objetivo não só tratar os distúrbios apresentados por essa doença como também estabelecer metas de prevenção tentando evitar a evolução e possíveis complicações.

O tratamento fisioterápico deve ser realizado de forma contínua com alongamentos, exercícios para coordenação motora, equilíbrio e treino de marcha, exercícios para melhora da força muscular e mobilizações das articulações”, informa a fisioterapeuta Luciana Mattoso Vitola, staff do serviço de reabilitação física do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

Segundo ela, os benefícios da fisioterapia neurológica, essenciais para a vida desses pacientes, reduz a rigidez e melhora a mobilidade das articulações.

“Com o tratamento para melhora da marcha e equilíbrio, vamos reduzir a probabilidade de queda, lembrando que muitos desses paciente tem diminuição da densidade da massa óssea (osteopenia-osteoporose), portanto com maior risco de fratura. Melhorando a força muscular o paciente tem mais liberdade para realizar suas atividades de vida diárias e apresenta melhora na sua postura e consequentemente melhora da marcha e do equilíbrio”, acrescenta a fisioterapeuta.


CREB oferece serviço de protetização para amputados

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Tecnologia para uma melhor Qualidade de Vida

A violência, principalmente no trânsito, aliada a outras situações de infortúnio, é a responsável pelo alto índice de 10% da população que precisou realizar a amputação de membros inferiores, como perna, coxa, tornozelo ou pé. Mas não é apenas a violência a responsável por tal quadro. Há uma enorme variedade de causas para essa terrível e sofrida intercorrência, entre as quais as mais frequentes são etiologia vascular (diabetes, tabagismo, como principais fatores predisponentes), além de acidentes de trabalho. Outras causas, porém menos frequentes, são fatores congênitos, infecciosos, malignidade e queimaduras.

Preocupado em oferecer serviços de qualidade, em um ambiente agradável, e com excelência no atendimento, unindo o que existe de mais atual em termos tecnológicos, a profissionais, de mesmo nível, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – está inaugurando um setor de reabilitação para amputados de membro inferior, tanto em fase pós-operatória mediata, visando preparo de coto, quanto na fase de protetização, em um ginásio específico, com o que de melhor existe em termos de avaliação e equipamentos, bem como orientação na escolha da melhor e mais adequada prótese a seu caso. A equipe é composta por experientes fisiatras, fisioterapeutas e protesistes, coordenada pelo fisiatra Antônio D’Almeida Neto.

“Em nosso País, as estatísticas seguem em parte ao modelo internacional. São mantidas as causas vasculares, porém foi observado um aumento significativo de amputações devido a “paf”(projetil por arma de fogo), bem como acidentes de trânsito, sendo que destes, uma curiosidade, observa-se a prevalência do membro inferior esquerdo, devido ao sentido do trânsito, em nossas vias”, ilustra o Dr. Antônio. Segundo ele, existem oito níveis de amputação reconhecidos: hemipelvectomia, desarticulação do quadril, transfemural, desarticulação do joelho, transtibial, desarticulação do tornozelo, Syme e, finalmente, parcial do pé.

Casos de amputações por etiologia traumática são as que melhor respondem

Segundo ele, nas amputações por problemas vasculares, 75% dos casos estão relacionados à obstrução arterial, sendo o prognóstico ruim sob a ótica da reabilitação, ocorrem prevalentemente em pacientes acima de 50 anos e as principais dificuldades encontradas são a etiologia e amplitude das lesões, sendo observada elevada taxa de mortalidade tardia, bem como perda do membro contra- lateral. Casos de amputações por etiologia traumática são, de acordo com o fisiatra, as que melhor respondem. “Devemos, num primeiro momento, independente do nível de amputação, nos preocuparmos desde o início, com o enfaixamento correto do coto, seu posicionamento, enquanto o paciente estiver em acamado, e no período intermédio, quando necessitar do uso de cadeira de rodas. Devemos procurar dessensibilizar o coto, com as técnicas adequadas a cada segmento, bem como nos preocupar com a transferência de lateralidade de marcha, uma das principais causas de inadequação e problemas futuros”, explica ele.

Em relação a etiologia congênita, o Dr. Antônio explica que, como o próprio nome diz, são alterações congênitas, ocasionando más formações, tanto em membros superiores quando inferiores. “Nestes casos, deve-se retardar ao máximo possível a opção de amputação, para a pessoa amadurecer e participar da decisão. Devemos utilizar de todos os recursos disponíveis, para melhor adaptar e incluir este indivíduo ao contexto social e de sua autonomia”, afirma. Sobre a etiologia infecciosa, o médico do CREB alerta que tem sido cada vez menos frequente, graças aos avanços das técnicas médicas e da indústria farmacêutica. Por último, em relação a etiologia tumoral, os cuidados gerais semelhantes aos demais quadros anteriores, mantendo a perspectiva e a atenção na patologia base.


A fisioterapia ajuda a melhorar a incontinência após a cirurgia de próstata

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A fisioterapia é, com certeza, uma importante aliada do paciente com câncer de próstata.

De acordo com um estudo publicado na Revista Brasileira de Fisioterapia, em até 87% dos casos os homens que se submetem à cirurgia conhecida como prostatectomia passam a ter incontinência urinária. A fisioterapia é eficaz na reabilitação de até 90% dos casos de perda urinária.

“Esse processo de reabilitação compreende, principalmente, exercícios para o fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico (estrutura que se localiza na pelve, entre o osso púbis e o cóccix), que tem como principal função sustentar os órgãos pélvicos. Um recurso auxiliar nesse tratamento é a eletroterapia, estímulo elétrico que facilita a contração dos músculos por meio de um eletrodo endo-anal.

Esta técnica é realizada junto com o exercício para se obter melhor grau de força muscular”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

A fisioterapia deve ser iniciada o mais rápido possível após a operação. Como é um fator decorrente da cirurgia, a incontinência não pode ser prevenida. No entanto, o acompanhamento pode ser iniciado antes mesmo do procedimento cirúrgico, iniciando, assim, o fortalecimento precoce desse músculo.

“Além da incontinência urinária, a fisioterapia também auxilia nos casos de impotência, outra queixa comum dos pacientes após a cirurgia de próstata. As técnicas trabalhadas na fisioterapia melhoram a circulação sanguínea e a condução nervosa, ajudando na recuperação da potência sexual”, explica Waleska, ressaltando que o câncer de próstata é o sexto tipo de tumor mais comum no mundo e o segundo mais frequente na população masculina – ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer, órgão do Ministério da Saúde), um em cada seis homens desenvolverá a doença.



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