Gestantes sofrem de lombalgia, diz a estatística
Gestantes sofrem de lombalgia, diz a estatística
É muito comum, durante a gestão, que as futuras mães sintam dores na coluna. As estatísticas indicam que 50% das mulheres grávidas sintam dores na região, principalmente no último trimestre da gravidez, quando são mais evidentes as alterações posturais e a frouxidão ligamentar.
- É muito comum recebermos grávidas no consultório, reclamando de dores na lombar, que antes não apareciam. Trata-se de uma lombalgia, que pode causar dor e até mesmo um certo grau de incapacidade motora. Isso é muito comum na gestação. A dor se explica por ajustes posturais devido ao aumento do peso corporal, alterações no centro de gravidade da mulher e trabalhos extenuantes, com intensa inclinação do tronco. Ações simples do cotidiano, como uma pequena caminhada, abaixar para pegar algo no chão ou mesmo varrer a casa pode se transformar em dor – explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
O ortopedista do CREB diz que as gestantes precisam tomar alguns cuidados, como não permanecer durante muito tempo na mesma posição e evitar excessos, além de recomendar a prática regular de exercício físico. O pilates e a hidroterapia podem ser excelentes opções.
- O último trimestre é o mais difícil para as gestantes, sem dúvida. Ela está muito mais pesada, ansiosa, cansada e seus músculos abdominais estão mais distendidos e alongados, reduzindo sua eficácia e exigindo uma força adicional dos músculos poplíteos. Um médico especialista deve ser consultado se as dores forem regulares – finaliza ele.
Osteoporose acomete dez milhões de brasileiros
A osteoporose é uma doença silenciosa. Muitas vezes, a pessoa descobre que é portadora da doença apenas após uma fratura. Mas os números da osteoporose são alarmantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), somente no Brasil há dez milhões de...
A osteoporose é uma doença silenciosa. Muitas vezes, a pessoa descobre que é portadora da doença apenas após uma fratura. Mas os números da osteoporose são alarmantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), somente no Brasil há dez milhões de pessoas acometidas pela doença. No mundo são 200 milhões de mulheres portadoras da doença, o que causa nove milhões de fraturas anualmente nos cinco continentes, ou seja, uma fratura a cada três segundos, segundo a International Osteoporosis Foundation (IOF). A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) projeta para 2020 um quadro de 140 mil pessoas com fraturas osteoporóticas de quadril ao ano. Hoje, são 121.700 fraturas anuais.
A osteoporose tem uma incidência de até 73% em mulheres com mais de 80 anos
“Esses números gigantescos de refraturas poderiam ser menores se as pessoas procurassem o médico regularmente e fizessem os exames necessários. A densitometria óssea, por exemplo, é um exame que indica a condição da osteoporose com dez anos de antecedência”, afirma o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do Prevrefrat, Programa de Prevenção da Refratura da clínica. Segundo ele, a incidência da doença varia de 14% a 29% em mulheres com mais de 50 anos e pode alcançar até 73% em mulheres com mais de 80 anos. Em mulheres com mais de 50 anos, o risco de fratura do colo do fêmur é de 17,5% e da coluna, de 16%. A presença de uma fratura vertebral dobra o risco de futuras fraturas vertebrais.
Fibromialgia: exercício físico orientado é fundamental no tratamento
As estatísticas indicam que cerca de 2% da população mundial é acometida pela fibromialgia, uma das doenças reumatológicas que mais levam pacientes para os consultórios médicos, entre os quais 80% a 90% são mulheres entre 30 e 60 anos. Segundo o reum...
As estatísticas indicam que cerca de 2% da população mundial é acometida pela fibromialgia, uma das doenças reumatológicas que mais levam pacientes para os consultórios médicos, entre os quais 80% a 90% são mulheres entre 30 e 60 anos. Segundo o reumatologista Camilo Tubino, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, a doença não tem uma causa aparente e os principais sintomas são dor em várias partes do corpo, dor de cabeça, sensibilidade ao frio, tristeza, fadiga, tonteiras e sono não reparador, entre outros.
“A doença não é causada por uma inflamação ou um trauma, por exemplo. Nem diagnosticada em exames de sangue ou de imagem. Há um grande preconceito, muita gente pensa que são dores psicológicas, o que não é verdade. Há tratamento e é plenamente possível devolver ao paciente a qualidade de vida perdida. O tratamento é composto por medicamentos específicos e prática regular de exercício físico orientado pelo médico. -No CREB, utilizamos protocolos que incluem a acupuntura, a hidroterapia, e o pilates terapêutico, além de outras medidas fisiátricas, e temos tido excelentes resultados”, afirma ele.
São importantes os exercícios aeróbicos e de fortalecimento
Segundo o Dr. Camilo, estudos de um grupo multidisciplinar do European League Against Rheumatism (Eular, formado por 12 diferentes países) recomendam “fortemente” a prática de exercício físico orientado. “São importantes os exercícios aeróbicos e de fortalecimento. Esse estudo recomenda a acupuntura, para alívio da dor, e hidroterapia, disponível no CREB em duas piscinas exclusivas para essa prática. Temos alcançado ótimos resultados no tratamento da fibromialgia em nossa clínica com a utilização de tais protocolos”, finaliza o reumatologista.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
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