Fisioterapia: Uma Abordagem Eficiente para Alívio e Prevenção da Dor Ciática
A dor ciática é frequentemente intensa e pode se irradiar para os membros inferiores. Resultante da compressão do nervo ciático, essa dor pode ter diversas causas, exigindo um diagnóstico preciso de um especialista e o tratamento adequado recomendado por ele.
A fisioterapia surge como uma excelente opção para lidar com essa condição, além de ser usada como forma de prevenção.
Em muitos casos de dor ciática, o fisioterapeuta pode sugerir exercícios específicos, controlados e progressivos. O objetivo é reduzir a dor a curto prazo e proporcionar condições para evitar futuros episódios dolorosos, como explica Dr. Handerson Meurer, Gerente de Fisioterapia do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Ele ressalta que o exercício é mais benéfico para aliviar a dor ciática do que o repouso na cama, uma vez que a inatividade pode agravar o quadro doloroso.
Sem a prática de exercícios direcionados, os músculos das costas e as estruturas da coluna podem se enfraquecer e descondicionar, o que pode levar a outras lesões e agravar a dor. O fortalecimento muscular e o alongamento desempenham um papel crucial na saúde dos discos espinhais, auxiliando na troca de nutrientes e fluidos dentro dos discos, mantendo-os saudáveis e prevenindo a compressão do nervo ciático, que é a causa da dor, de acordo com o fisioterapeuta do CREB.
Na clínica, são utilizados protocolos que envolvem acupuntura, RPG (Reeducação Postural Global) e hidroterapia. Caso haja qualquer sinal de dor, é recomendável procurar imediatamente a avaliação de um médico especialista.
CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo
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EXCELÊNCIA MÉDICA RECONHECIDA NO CREB.
Dra. Letícia Junqueira Morelli, referência em osteoporose, citada na publicação Conectividade Óssea.
A Dra. Letícia Junqueira Morelli foi citada na publicação da revista Conectividade Óssea, especializada em ortopedia, como herdeira do legado do Dr. Bernardo Stolnicki, médico Coordenador do Programa de Prevenção a Refraturas, que também fez parte do corpo clínico do CREB por mais de 25 anos, e que faleceu no dia 20 de outubro de 2021.
O Dr. Bernardo Stolnicki iniciou em 2011, com sua equipe, o primeiro programa FLS – Fracture Liaison Services do país, chamado de PrevRefrat. Suas contribuições foram inestimáveis para o crescimento e a difusão dos FLS no Brasil e em outros países da América Latina.
Temos muito orgulho de ter contado com toda a sua dedicação pessoal e profissional, agora reconhecida também no trabalho da Dra. Letícia no tratamento da osteoporose.
É verdade que apenas jovens mulheres são acometidas pelo Lúpus?
Lúpus: uma doença crônica, sistêmica, de longa evolução e de causas ainda desconhecidas.
É verdade que jovens mulheres e adolescentes, na faixa etária de 15 a 35 anos, formam o principal grupo de acometidos pelo lúpus, mas acreditar que esta doença é exclusivamente feminina é um grande erro. A reumatologista Ísis Reis, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – pontua que homens e mulheres acima de 50 anos também podem ser acometidos pelo lúpus.
Segundo a Dra. Ísis, o lúpus jamais foi considerado uma doença exclusivamente feminina. No entanto, de fato elas são mais vulneráveis. “Também atendemos, no CREB, homens diagnosticados com lúpus. Mas é verdade que isso não é tão comum. Para cada homem acometido pelo lúpus, há oito ou nove mulheres com a doença. A diferença é, de fato, muito grande, o que faz o leigo pensar que o lúpus acomete apenas mulheres. Mas é um erro acreditar nisso”, afirma a reumatologista do CREB.
O que é lúpus e como diagnosticar?
O lúpus é uma doença crônica, sistêmica, de longa evolução e de causa ainda desconhecida pela medicina. Os sintomas podem variar de paciente para paciente, e os mais comuns são: manifestações na pele, principalmente nas áreas expostas ao sol, dores articulares, anemia, alterações dos glóbulos brancos e plaquetas e doença renal.
A Dra. Ísis informa que o diagnóstico da doença é feito a partir de critérios clínicos e exames laboratoriais. O tratamento, diz ela, vai depender dos sintomas apresentados, mas é preciso consultar um reumatologista que tenha experiência com lúpus. “No CREB optamos por oferecer um tratamento totalmente individualizado. Em geral, este tratamento é medicamentoso, com o uso de imunossupressores e corticoides, adotamos uma dieta saudável e prescrevemos exercícios físicos. A exposição ao sol deve ser evitada e o uso de bloqueadores solares é muito recomendado”, diz ela.
O lúpus é contagioso?
A reumatologista do CREB se apressa em dizer que não, o lúpus não é contagioso. “Essa é mais uma inverdade sobre esta doença, que provoca muito preconceito. Definitivamente, o lúpus não é contagioso. E o prognóstico hoje é muito favorável, muito mais do que há 20 anos”, determina ela.
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