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Artrite Reumatoide: a escolha correta para uso de sutiã

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Doença inflamatória crônica e autoimune, que afeta duas vezes mais mulheres do que homens na faixa entre 50 e 70 anos do que os homens, a Artrite Reumatoide atinge a membrana sinovial das articulações, principalmente mãos, punhos, joelhos e tornozelos. Em casos mais severos, evolui com destruição articular e deformidades que comprometem a capacidade funcional do paciente. Atividades corriqueiras como escovar os dentes ou se vestir se tornam um problema sério a se enfrentar.

“O paciente pode apresentar rigidez nas articulações ao acordar, artrite acometendo diferentes articulações, artrite simétrica; e alterações nos exames de imagem, como o Raio-X, ultrassonografia articular com doppler colorido. No início do quadro, esses sintomas podem ser discretos e muitas vezes pouco valorizados pelos pacientes, por isso, ao sentir dores nas articulações, é preciso consultar um médico Reumatologista ou Fisiatra”, alerta o coordenador de Reumatologia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o Reumatologista Haim Maleh.

A deformidade articular torna-se um obstáculo para realizar tarefas simples como abotoar o sutiã

Uma queixa muito comum de mulheres acometidas pela Atrite Reumatoide refere-se ao uso de sutiã, uma peça indispensável no dia a dia delas. A deformidade articular torna-se um obstáculo para a realização de tarefas simples do dia a dia, dentre elas abotoar o sutiã. O mercado brasileiro oferece três diferentes modelos: o tradicional, com fecho nas costas, o sutiã todo fechado e sem fecho e o sutiã com fecho frontal. Para essas mulheres, em estágio avançado da doença, o uso do sutiã tradicional torna-se um suplício na hora de fechá-lo. O sutiã sem fecho é uma boa opção, mas também torna-se um problema quando a mulher tem dificuldades de estender os dois braços para cima. O ideal é utilizar o sutiã com fecho frontal, cuja tarefa de fechá-lo é mais simples. O Dr. Haim pontua que peças com colchetes muito pequenos devem ser evitadas.


Osteoporose: é possível prevenir, tratar e recuperar a qualidade de vida perdida

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Você sabia que o dia 20 de outubro é o Dia Mundial e Nacional da Osteoporose?

No mundo inteiro, neste dia, são realizadas ações de conscientização da população sobre a prevenção à doença, inclusive no Brasil. A data foi instituída em 1996 pela Sociedade Britânica de Osteoporose e, um ano depois, adotada pela International Osteoporosis Foundation. A questão é tão séria que merece mesmo uma data especial para ser sempre lembrada: mais de 10 milhões de pessoas têm osteoporose no Brasil, número que chega a 200 milhões de pessoas no mundo todo.

O que é a Osteoporose?

A osteoporose é caracterizada pela diminuição da massa óssea, com conseqüente enfraquecimento e fragilidade do osso e, portanto, maior possibilidade de fraturas. Uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, tem osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano. A osteoporose é muito comum na terceira idade, mas é falso dizer que é uma doença exclusiva dessa faixa etária.

“A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitrometria óssea. Enquanto com o raio-x somente podemos detectar a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, explica o ortopedista, Coordenador de Doenças Osteometabólicas e do Prevrefrat do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia -, e Presidente do Comitê de Doenças Osteometabólicas da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Dr. Bernardo Stolnick. Segundo ele, o tratamento prevê medicamentos, uma dieta balançada e a prática de exercício regularmente.

“Os principais fatores de risco da doença são: ser mulher; ter pele e/ou olhos claros; ser baixa e/ou magra; quem não toma leite ou ingira pouco alimento com cálcio; quem não faz exercício físico; quem toma pouco sol; quem tem parente com a doença; quem sofre de asma (bronquite), artrite ou alergia; fumantes; quem bebe muito café e bebida alcoólica; quem tem menopausa precoce por cirurgia ou não; quem usa antiácidos, anticonvulsivantes, certos diuréticos, heparina e/ou corticóides; e quem tem problema de tiróide”, explica o Dr. Bernardo.

Prevenção à Osteoporose

Uma dieta deve ser seguida à risca. Segundo o reumatologista, mulheres adultas devem consumir 1.000 mg de cálcio por dia, número este que sobe para 1.500 mg quando há o risco detectado da osteoporose. Alimentos ricos em cálcio devem passar a fazer parte da dieta, como leite, iogurte natural com pouca gordura, queijo ricota, queijo suíço, queijo provolone, sorvete de baunilha e outras fontes secundárias de cálcio, como sardinha, ostras, ervilhas, couve e brócolis. O Dr. Bernardo dá uma dica preciosa:

“A casca do ovo é composta em quase 100% de carbonato de cálcio. Lave a casca do ovo, coloque no forno em alta temperatura, com a finalidade de buscar uma melhor higienização. Depois, triture muito bem até ficar muito fina. Coloque uma colher de chá ao dia desse material na comida misturada e você terá aí os 1.500 mg ao dia de cálcio necessários em sua dieta”, ensina.

“É fundamental que a pessoa tenha uma boa qualidade muscular para sua coluna”, avisa o reumatologista, que indica a hidroterapia, entre outras medidas de atividade física. “Até a idade de 30 anos, a mulher constrói e armazena cálcio eficientemente. Então, como parte do processo natural da idade, a formação de novo tecido ósseo diminui e a perda permanente de cálcio se acelera depois da menopausa. Pense no osso como uma espécie de caderneta de poupança. Você somente terá massa óssea na sua poupança na medida que você depositar. Acredita-se que mulheres jovens podem aumentar sua massa óssea em cerca de 20%, um fator crítico na proteção contra a osteoporose”,conclui .

PREVREFRAT CREB

As fraturas osteoporóticas, especialmente as de fêmur, matam 3 vezes mais do que as doenças cardíacas e 8 vezes mais do que o câncer de mama. Em 2010, o impacto financeiro das fraturas na Europa somou 31 bilhões de Euros. Nos Estados Unidos, nesse ano, o custo foi de 28 bilhões de dólares. No Brasil, para as operadoras de saúde, o custo de cada fratura osteoporótica é de mais de 40 mil reais, não contando com complicações clínicas e utilizando material nacional. Como atingir o objetivo de reduzir a refratura? Tratando de quem já teve uma fratura prévia. É sabido que uma fratura em qualquer sítio do esqueleto mais que duplica a probabilidade de uma fratura futura. Mais de 50% dos pacientes com fraturas de quadril tiveram fraturas prévias.

Reconhecido internacionalmente, o CREB Prevrefrat adota protocolos consagrados de diagnóstico e tratamento de pacientes com fraturas por fragilidade óssea.A aplicação destes protocolos por nossos especialistas, nossa planta física e a eficiência nos serviços auxiliares indispensáveis ao programa conferem excelentes resultados ao CREB na diminuição da incidência de fraturas subsequentes.

O CREB Prevrefrat realiza o gerenciamento destes pacientes fornecendo relatórios detalhados e constantemente atualizados de sua evolução clínica. O CREB Prevrefrat se enquadra nos programas de promoção à saúde e prevenção de riscos e doenças da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).


Estudo revela que homens acima de 65 anos, quando estão utilizando estatina, realizam menos atividade física

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Um recente estudo publicado na Jama Internal Medicine revelou que homens acima de 65 anos, quando estão utilizando estatina, realizam menos atividade física. A estatina é um medicamento utilizado para o controle de colesterol, e a população estudada...

Um recente estudo publicado na Jama Internal Medicine revelou que homens acima de 65 anos, quando estão utilizando estatina, realizam menos atividade física. A estatina é um medicamento utilizado para o controle de colesterol, e a população estudada pelos pesquisadores era formada por participante de um programa para avaliação de fratura osteoporótica, onde a realização de atividade física é fundamental para o ganho de massa óssea.

Apenas no Brasil, dez milhões de pessoas sofrem com a osteoporose, uma doença silenciosa, que enfraquece os ossos e, exatamente pela fragilidade dos ossos, aumenta consideravelmente a probabilidade de fraturas. Realizar exercícios físicos, optar por uma dieta rica em cálcio e tomar banho de sol regularmente são atitudes fundamentais para prevenir a doença, diz Haim Maleh, professor de Reumatologia da UFRJ e Fisiatra e Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

– Um dos fatores determinantes na fixação do cálcio é o chamado efeito piezo elétrico, que é a troca de cargas positivas e negativas entre a superfície e a patê interna do osso. Obtemos esse efeito quando ocorre a estimulação do osso. E isso pode ser gerado através de exercícios, como acontece com o fortalecimento muscular. É preciso haver sempre um acompanhamento profissional. A prevenção é sempre o melhor caminho. E a melhor forma de prevenir a osteoporose é praticar exercícios regulares, ter uma alimentação rica em cálcio e tomar sol sempre que possível – afirma o Dr. Haim Maleh.



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