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Cefaleia Cervicogênica: acupuntura e fisioterapia trazem excelentes resultados

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Cefaleia Cervicogênica: acupuntura e fisioterapia trazem excelentes resultados

Tensão, preocupação, ansiedade e estresse são as principais causas da cefaleia cervicogênica, uma dor de cabeça que tem um componente cervical que predomina. Existem em torno de 150 tipos de cefaleias, e muitas são causadas pela má postura. A cefaleia cervicogênica é uma delas.

  • A cefaleia cervicogênica responde por 15% a 20% de todas as dores de cabeça e é causada por uma disfunção nos primeiros segmentos da coluna cervical. Sua principal causa é alguma alteração cervical do pescoço ou da nuca. Tal alteração pode ser alguma doença da cervical, como por exemplo uma hérnia de disco, ou mesmo uma osteoartrose cervical, estenose de canal cervical, pinçamento de raízes cervicais, ou ainda contraturas, torcicolos, problemas posturais que podem acarretar em dor cervical e na dor de cabeça. – explica o reumatologista Sérgio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o reumatologista do CREB, a acupuntura é capaz de aliviar os pontos de gatilhos de dor provocado pela cefaleia. Outras técnicas de fisioterapia, comopor exemplo a terapia craniossacral, a termoterapia, o uso de tens, laser, ultrassom e digitopressão podem ser excelentes opções de tratamento.

  • Temos medicamentos que ajudam muito. Mas corrigir vícios de postura é fundamental. Um especialista deve ser consultado e decerto que ele orientará o paciente a prevenir essa enxaqueca forte. É muito importante corrigir a má postura. Para isso a fisioterapia com reorganização postural, como o RPG, pode ser uma excelente opção também, Isso será decidido no consultório médico – afirma ele.

Hérnia de disco: tratamento clínico e fisioterápico tem excelente resposta

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Estudos apontam que apenas de 1% a 5% das pessoas com suspeita de hérnia de disco são diagnosticadas

A maioria dos diagnosticados não tem hérnia discal, mas sim outros problemas, como bico de papagaio (falência estrutural ou funcional dos discos invertebrados). “Muitas vezes, o paciente pensa que está acometido por uma determinada doença, mas o problema é outro. Isso é muito comum. Um exame preciso, feito por especialista, é fundamental para a indicação do tratamento adequado”, defende o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Sobre a Hérnia de Disco

Os números sobre a hérnia de disco são eloquentes. Nada menos do que 95% das pessoas que sofrem com a hérnia de disco não precisam realizar cirurgia na coluna vertebral, podendo tratar com método não invasivo. Um total de 13% das consultas médicas estão relacionadas a dores na coluna. 15% da população mundial sofre com a hérnia de disco, sendo que 70% da população brasileira com mais de 40 anos sofre de algum tipo de problema na coluna. A hérnia de disco é a 3ª causa de aposentadoria precoce (dores nas costas são o 2° principal motivo). Mais de seis milhões de brasileiros sofrem com a doença.

“A hérnia de disco ocorre com mais frequência na região lombar, provocando dores nas costas e alterações de sensibilidade na coxa, perna e pé. A localização mais comum da hérnia de disco lombar é no disco que fica entre a quarta e quinta vértebra lombar (L4/L5) e no disco que fica entre a quinta vértebra e o sacro (L5/S1). Em geral, os tratamentos clínicos e fisioterápicos têm excelentes respostas. Ao menor sinal de dores nas costas ou na coluna, um especialista deve ser procurado”, finaliza o Dr. Márcio.


Incontinência urinária em atletas femininas de alto impacto tem tratamento

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Houve um tempo em que as mulheres não eram encorajadas a participar de jogos e campeonatos esportivos

Pois presumia-se que não estavam aptas fisiologicamente para participar de atividade física de alta intensidade e longa duração. Hoje, a preocupação constante é com a qualidade de vida e a boa forma física. O exercício físico e a prática de esportes passaram a fazer parte do cotidiano das mulheres, seja como forma de lazer ou atividade profissional.

Diante desse quadro, sempre se perguntou se existia uma relação direta entre a prática esportiva e o sintoma da incontinência urinária. “A incontinência urinária (IU) é definida pela Sociedade Internacional de Continência Urinária (ICS) como ‘qualquer perda involuntária de urina’. Tradicionalmente, a incontinência urinária era atribuída às mulheres idosas ou com mais de um filho, e relacionada à gestação ou parto vaginal.

Mas, durante a década passada, a incontinência urinária de esforço foi observada em mulheres sem filhos e esportistas. Os sintomas são percebidos pelo paciente, cuidador ou parceiro que devem procurar a ajuda de profissionais da saúde. Sinais são observados pelo médico através maneiras simples de verificar os sintomas e quantificá-los, como a observação da perda durante a tosse ou teste do absorvente”, responde a fisioterapeuta Walesca Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Treinamento dos músculos do assoalho pélvico

A IU afeta mulheres de todas as idades, incluindo as melhores atletas do sexo feminino. “Porém, muitas vezes é sub-relatada, e a maior prevalência está em atletas que praticam esportes de alto impacto. Com o crescente número de mulheres que praticam exercícios físicos, aumentaram as queixas relacionadas à perda involuntária de urina durante a prática esportiva, trazendo repercussões como: alterações na performance da atleta, modificação ou até o abandono da atividade.

Por isso, o treinamento dos músculos do assoalho pélvico é considerado o tratamento de primeira linha nesses casos”, destaca Walesca. Segundo ela, os treinadores dessas atletas devem estar constantemente conscientes da necessidade de uma avaliação pélvica adequada e devem estimular a procura por um profissional habilitado.



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