Aconselhamento psicológico gratuito para os pacientes
O que é terapia? O que eu tenho que fazer neste espaço? Essas são as duas perguntas que as pessoas se fazem quando vão pela primeira vez a um consultório de um terapeuta, em busca de auxílio para alguma questão pessoal. O suporte psicológico caminha...
O que é terapia? O que eu tenho que fazer neste espaço? Essas são as duas perguntas que as pessoas se fazem quando vão pela primeira vez a um consultório de um terapeuta, em busca de auxílio para alguma questão pessoal.
O suporte psicológico caminha junto com o tratamento físico
– Na maior parte das vezes, eu, como terapeuta, tento entender o que trouxe o paciente até aqui, para que eu possa ter uma compreensão maior do que esta pessoa espera da terapia. Não há uma fórmula pronta. Acredito que a primeira coisa que precisamos entender quando falamos de iniciar um processo terapêutico é que cada um é um – responde Daniela Maleh, psicóloga do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
O CREB é a única clínica de reumatologia e ortopedia que oferece apoio psicológico gratuito para seus pacientes. O serviço é oferecido porque a clínica entende que o processo terapêutico e o suporte psicológico caminham junto com o tratamento físico.
– A equipe CREB entende que o ser humano deve ser visto por completo. Por isso o nosso esforço de sempre continuar nos ampliando e nos aprimorando para atingirmos o nosso objetivo maior, que é possibilitar nossos pacientes viverem bem, feliz e sem dor – diz ela.
Segundo Daniela, na terapia não há como enquadrarmos um sujeito em um determinado quadro, por isso não é bom falar apenas do diagnóstico dele.
– É importante entendermos de onde esta pessoa está vindo e como está chegando para mim. Porém, na terapia, a minha maior preocupação é como este diagnóstico foi recebido e como está sendo viver com ele, por exemplo. Alguns entendem o diagnóstico como um problema ou um peso. O ponto principal da terapia é que este é um momento de liberdade, onde podemos ser nós mesmos e nos compreendermos melhor. Com isso em vista, é muito comum ao longo do processo terapêutico o paciente expressar que achava que nunca conseguiria falar sobre determinado assunto, fato ou sentimento com ninguém. – diz Daniela.
Mais informações na recepção da clínica ou pelo telefone (21) 3182-8282.
Homens apresentam maior mortalidade e perda de independência após fratura no quadril
Um estudo publicado no renomado Journal of Bone and Mineral Research estudou os fatores associados à fratura de quadril em 5.994 homens com 65 anos ou mais, durante 8,6 anos.
O estudo conclui que homens com baixa massa óssea no colo do fêmur, múltiplos fatores de risco e comorbidades têm um alto risco de fraturas de quadril. A pesquisa avaliou dados demográficos, estilo de vida, histórico pessoal e familiar, estado funcional, avaliação antropométrica e cognitiva, visual e função neuromuscular, consumo de álcool, tabagismo, alimentação e histórico de uso de medicamentos. Os participantes da pesquisa tiveram sua densidade mineral óssea da coluna e do fêmur mensuradas.
O risco de fratura do quadril aumenta quanto maior for o número de comorbidades do paciente
“Ter mais de 75 anos, uma baixa densidade óssea no colo do fêmur, ser tabagista, maior perda de altura e peso desde os 25 anos de idade, histórico de fraturas, uso de antidepressivos tricíclicos, história de infarto agudo do miocárdio ou angina, hipertireoidismo e Parkinson são condições que foram associados a um aumento do risco de fratura no quadril e preditores para tal evento. A pesquisa constatou também que o risco de fratura do quadril aumenta quanto maior for o número de comorbidades do paciente, assim como baixa ingestão de proteínas”, explicou o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Vale acrescentar que as estatísticas indicam que aproximadamente 30% das fraturas de quadril acontecem em homens. Se comparadas com as mulheres, a mortalidade, a morbidade e a perda de independência após uma fratura no quadril são maiores no sexo masculino.
CREB oferece acupuntura, com profissionais devidamente habilitados
Conhecida há mais de três mil anos, a acupuntura é utilizada no mundo inteiro para os mais variados tipos de tratamento e alívio da dor.
Na técnica, utilizam-se agulhas com a espessura de um fio de cabelo que são aplicadas sobre pontos pré-determinados por um especialista. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – dispõe da terapia, realizada em ambiente propício, com todo conforto e tranquilidade para o paciente.
– A acupuntura promove uma neuromodulação de tudo que envolve o sistema nervoso central e periférico da pessoa. Além de provocar o alívio da dor, a acupuntura atua sobre a hipertensão arterial, transtornos do sono, síndromes de equilíbrio, asma, alergias, refluxos gástricos, disfunção erétil, incontinência urinárias e muitas outras patologias – explica o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB e professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense.
A acupuntura pode ser aplicada em tratamentos para fibromialgia, artrose, lombalgia e outros
No Brasil, a acupuntura é reconhecida como especialidade médica desde os anos 80. O CREB oferece a especialidade em diversos protocolos, como, por exemplo, em tratamentos para fibromialgia, artrose, lombalgia e outros. O Dr. Haim pontua que a técnica deve ser feita exclusivamente por profissional habilitado. No CREB, são fisioterapeutas que fizeram formação na especialidade.
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