Pacientes com Chikungunya devem fazer fisioterapia
Pacientes com Chikungunya devem fazer fisioterapia
As estatísticas apontam que mais de 90% dos pacientes no início da chikungunya têm febre de início repentino, fadiga, cefaleia e, finalmente, dores nas articulações das mãos, punhos, joelhos e tornozelos. Também é muito comum que os acometidos pela doença também sintam dores intensas nas articulações dos membros superiores e inferiores extremamente incapacitantes, com presença de emeda e sensação de dormência nas extremidades.
Segundo o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e reumatologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a persistência da dor articular é uma das principais queixas dos pacientes.
- Depois de dois meses de início da chikungunya, pacientes podem manifestar um quadro de artrite, o que têm sido observado pelos médicos que atendem pessoas acometidas pela doença, que reclamam, mesmo após a fase aguda da chikungunya, de dificuldades para andar e inflamação das juntas das mãos e pés, por exemplo. A doença pode funcionar como um gatilho no sistema imunológico. Isso justificaria o quadro inflamatório nas articulações e a baixa resposta aos analgésicos – afirma ele.
O Dr. Haim ressalta que a utilização da fisioterapia é muito importante nesse momento, porque ela combate e alivia a dor. “As dores podem ser intensas e prejudicar a qualidade de vida do paciente. Orientamos o início imediato de fisioterapia, que tem os devidos recursos para melhorar esse quadro de dor”, garante ele.
Equipe de médicos do CREB ganha mais um ortopedista
A equipe de ortopedistas do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – está maior, ampliando sua capacidade de atendimento. O Dr. Lucas Delunardo Acerbi já está atendendo na clínica, as segundas-feiras, das 18h às 22h, e as quartas-feiras,...
A equipe de ortopedistas do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – está maior, ampliando sua capacidade de atendimento. O Dr. Lucas Delunardo Acerbi já está atendendo na clínica, as segundas-feiras, das 18h às 22h, e as quartas-feiras, das 8h às 13h. Capixaba de Vitória, ele é formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), fez ortopedia no Hospital dos Servidores do Estado (RJ) e se especializou em cirurgia da mão no Hospital da Lagoa. É membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM). “Essa nova etapa no CREB vai ser muito importante para a minha carreira. Sempre vi o CREB como referência no atendimento ortopédico. Acredito que a clínica fornece o que há de melhor para um ortopedista exercer com muito conforto sua rotina.
Espero conseguir crescer na carreira e ajudar no que for necessário para a clínica crescer”, diz ele.
Bexiga Hiperativa tem tratamento com fisioterapia
Bexiga Hiperativa tem tratamento com fisioterapia
A Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH) afeta a qualidade de vida, causa isolamento social, frustração, ansiedade e, até por isso, depressão. A Sociedade Internacional de Continência (ICS) define a Síndrome da Bexiga Hiperativa como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. O diagnóstico é clínico e é determinado quando afastada a infecção urinária ou outra causa evidente. Consiste na presença de contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga. Isso gera desconforto, urgência para urinar e até perda miccional.
Segundo as estatísticas, mais de 30% daqueles que têm mais de 75 anos são afetados pela doença. “A BH é causada por vários fatores, como diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. Doenças como o AVE podem contribuir para esse quadro. Também podemos encontrar causas miogênicas, como alteração estrutural e ultraestrutural primária do detrusor; e alterações do urotélio, que podem aumentar as informações aferentes, que são interpretadas pelos centros superiores como uma necessidade imperiosa de urinar. Quando a causa é indeterminada, ela é chamada Bexiga Hiperativa Idiopática”, explica Handerson Meurer, coordenador de fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
A boa notícia é que a doença tem tratamento. “A Fisioterapia é um tratamento conservador simples, de baixo custo e é considerado de primeira linha no trato da Bexiga Hiperativa. Não invasiva e com pouquíssimas contraindicações, proporciona a reabilitação do assoalho pélvico por meio de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. Seu resultado é comprovadamente eficaz, levando a bexiga a contrair menos e oferecendo ao paciente a consciência do próprio corpo e o controle da micção”, garante o fisioterapeuta.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619