Dores na coluna são normais em gestantes?
A gravidez é um período emocionante, mas também pode trazer desafios físicos, como dores nas costas devido ao peso extra e mudanças hormonais. O aumento da barriga desloca o centro de gravidade, levando a posturas compensatórias que podem resultar em tensão muscular e desconforto.
Durante a gravidez, o hormônio relaxina é liberado para relaxar os ligamentos e tendões, o que pode sobrecarregar a coluna e os membros inferiores, contribuindo para as dores.
Uma forma eficaz de aliviar esses desconfortos é através da prática de atividades físicas adequadas, como a hidroterapia em água morna. Este tipo de exercício proporciona suporte natural e alívio muscular, ajudando gestantes a manterem-se ativas de maneira segura.
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Dores nas costas e dores na coluna são a mesma coisa?
A maioria das pessoas certamente responderiam sim para a pergunta “dores nas costas e dores na coluna são a mesma coisa?”
A resposta, no entanto é não. E a explicação interessa a todos, já que 85% da população mundial sente, sentiu o sentirá dores na coluna em algum momento da vida, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Dores na região lombar são cada vez mais frequentes e afetam e afetam pessoas de todas as idades. É um erro imaginar que se trata de um problema exclusivo da terceira idade. Já as dores nas costas estão, em geral, associadas a fatores musculares ou problemas em algum órgão do corpo.
No caso de fatores musculares, podem ser tensões ou lesões musculares as responsáveis pela dor após, por exemplo, movimentos repetitivos que exigiram esforço físico grande – explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Segundo ele, outras doenças podem comprometer as costas, como a osteoporose, por exemplo. As doenças renais, por exemplo, não causam dores lombares, mas em alguns casos de infecção urinária o paciente pode sentir dores na região, com irradiação para a virilha.
Dor na coluna vertebral
A dor na coluna, por sua vez, está relacionada a problemas ósseos, como alterações degenerativas nos discos intervertebrais ou articulações, escorregamento de vértebras, desvios dos eixos normais da coluna, acometimento da coluna por patologias como hérnia de disco, artrose, estenose do canal vertebral e osteofitose – explica o Dr. Márcio.
Independente do tipo de dor, se na coluna ou nas costas, a orientação do médico do CREB é uma só: procurar imediatamente um especialista. O Dr. Márcio pontua que quanto mais cedo um tratamento é iniciado, mais rápido ele alcança o sucesso.
Reumatologista do CREB participa de curso sobre novo tratamento com medicação biológica para espondilite anquilosante
O professor de Reumatologia da UFRJ e coordenador de Reumatologia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Haim Maleh participou, nos dias 6 e 7 de maio, em São Paulo, do curso “Speaker training em espondilo artrites axial”. Trata-...
O professor de Reumatologia da UFRJ e coordenador de Reumatologia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Haim Maleh participou, nos dias 6 e 7 de maio, em São Paulo, do curso “Speaker training em espondilo artrites axial”. Trata-se de um novo e moderno tratamento com medicação biológica para espondilite anquilosante. “A terapia biológica é uma terapia moderna, que evita a progressão da destruição da coluna vertebral na espondilite anquilosante. Alivia a dor, melhora a qualidade de vida do paciente e impede a progressão da doença. Por ser um tratamento específico, deve ser feito exclusivamente por um reumatologista treinado no manejo desse tipo de medicação”, explica o Dr. Haim, o único Reumatologista do Rio de Janeiro a realizar o curso deste tratamento inovador.
A espondilite anquilosante é mais frequente em homens
A espondilite anquilosante acomete principalmente pessoas entre 20 e 40 anos, sendo três a cinco vezes mais frequentes em homens. É uma doença reumática crônica extremamente limitante se não tratada a tempo. É muito comum entre jovens adultos. A dor pode durar por mais de três meses, apresenta piora noturna e rigidez matinal, algumas vezes acompanhada de torcicolo, dor na virilha e calcâneos, e melhorando com exercícios. Pode, também, acometer outros órgãos, especialmente os olhos, levando ao déficit de visão. “Em quadros mais crônicos, pode haver comprometimento dos membros superiores e inferiores, com rigidez severa de todo o tronco”, explica o Reumatologista.
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