Polimialgia reumática: tratamento devolve a qualidade de vida perdida
Doença inflamatória que causa dor muscular e rigidez, especialmente pela manhã, a polimialgia reumática acomete principalmente pessoas com mais de 65 anos. Mas pode afetar, também, quem tem mais de 50 anos. Não se sabe a causa exata da doença, mas ac...
Doença inflamatória que causa dor muscular e rigidez, especialmente pela manhã, a polimialgia reumática acomete principalmente pessoas com mais de 65 anos. Mas pode afetar, também, quem tem mais de 50 anos. Não se sabe a causa exata da doença, mas acredita-se que há dois fatores preponderantes diretamente ligados ao seu desenvolvimento: a genética e a exposição ambiental (como um gatilho ambiental, que aparece de ciclo em ciclo).
“Dor no ombro geralmente é o primeiro sintoma da doença que aparece. Mas os principais sintomas, além desse, são dores, dores no pescoço, as partes superiores, nas nádegas, quadris ou coxas, rigidez nas áreas afetadas, principalmente pela manhã ou após longo tempo inativo, amplitude do movimento limitada nas áreas afetadas, dor ou rigidez nos pulsos, cotovelos e até nos joelhos”, relata o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense.
O tratamento utiliza medicamentos e reabilitação física
Segundo ele, também são sintomas comuns febre baixa, fadiga, sentimento geral de mal-estar, perda de apetite e perda de peso involuntária. “Ao menor sinal desses sintomas, um especialista deve ser consultado. O tratamento utiliza medicamentos específicos, associados à reabilitação física. No CREB utilizamos protocolos que incluem a hidroterapia, a acupuntura, o RPG, que trazem bem-estar, alívio para a dor e o restabelecimento da qualidade de vida perdida”, finaliza o médico do CREB.
Reumatologista do CREB fará palestra para a Fundação Assefaz
O fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Haim Maleh, foi convidado e fará palestra na Fundação Assefaz. O tema será “Reumatismo: artrites mialgias e neurites; causas gerais; sinais de alerta; formas de tratamento”. A palestra será realizada no dia 24 de abril, às 10h, no auditório da Gerência Estadual do Rio de Janeiro, situado na Avenida Almirante Barroso 90, 3º andar. As vagas são limitadas. Inscrições pelo telefone 3171-4234. Após a palestra, será servido um coffee break.
Lúpus: um dos sinais é a lesão de pele
Lúpus: um dos sinais é a lesão de pele
O que a popstar Selena Gomez, a atriz Kristen Johnston, a cantora Toni Braxton, a apresentadora de TV Astrid Fontenelle, as cantoras Paula Abdul e Lady Gaga, o cantor Seal tantas outras pessoas mundial ou nacionalmente conhecidas têm em comum? Uma doença chamada lúpus eritematoso sistêmico (LES) ou simplesmente lúpus.
- Doença autoimune multissistêmica, o lúpus eritematoso sistêmico, mais conhecido apenas como lúpus, é caracterizada pela produção exagerada de autoanticorpos. Tais anticorpos anormais formam imunocomplexos que se depositam em diferentes órgãos, resultando em resposta inflamatória e dano tecidual – explica a reumatologista Isis Reis, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ela, a causa da doença não é totalmente conhecida, mas sabe-se que os grandes influenciadores da doença são fatores ambientais e genéticos.
A médica do CREB conta que a doença acomete as mulheres dez vezes mais que os homens e é cerca de três vezes mais comum em negros do que caucasianos. Na maior parte das vezes, aparece entre os 18 e os 40 anos, mas em torno de 20% dos casos acontecem apenas após os 50 anos.
- Os principais sintomas são fadiga, mialgia, febre leve, emagrecimento, queda de cabelo, por conta da inflamação na pele, mas também nas articulações, rins, nervos, cérebro e serosas, por deposição de imunocomplexos. Um dos sintomas é a lesão de pele, acompanhada por dor articular e outros sintomas. Um reumatologista ou fisiatra experiente deve ser consultado e o tratamento é individualizado – finaliza a Dra. Isis.
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