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Dores no pescoço podem ser evitadas seguindo dicas simples

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A dor no pescoço é uma das principais reclamações em ambiente de trabalho no mundo inteiro. A má postura e uma carga horária de trabalho pesada, sem pausas para um descanso, podem explicar a origem da dor. Mas o estresse também contribui – e muito – para agravar a situação. “O estresse pode ser, com certeza, uma causa da cervicalgia em muitos casos. Atrás do pescoço temos músculos que devem estar sempre tensos para suportar a parte de cima do corpo. Quando são acionados além da conta, sofrendo contrações constantes de origem nervosa, a dor será inevitável. E esta dor pode se irradiar para os ombros, por exemplo, e também resultar em dor de cabeça”, explica o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A região cervical está mais sujeita a dores e contraturas musculares porque apresenta uma grande mobilidade em relação ao restante da coluna. Ao menor sinal de dor constante, orienta o médico do CREB, é preciso procurar ajuda profissional de um especialista. “O médico irá diagnosticar o problema e iniciar um tratamento individualizado para aquela pessoa, que pode contar com medicamentos, fisioterapia e protocolos que incluem, por exemplo, acupuntura”, diz ele.

Para evitar dores no pescoço, o Dr. Haim Maleh dá algumas dicas fáceis de serem seguidas. Nos dias de frio, por exemplo, é preciso se agasalhar bem e evitar tomar friagem. Já aqueles que trabalham por horas a fio diante do computador precisam fazer pausas para movimentar ombros e pescoço, com movimentos lentos, por alguns minutos, a cada duas horas de jornada. Outra dica relaciona-se ao ato de dirigir: é preciso manter os braços esticados e as mãos firmes ao volante e em engarrafamentos longos utilize um encontro de cabeça. Se a dor no pescoço for forte, orienta o médico, é melhor estacionar e descansar um pouco. “Ao pegar um objeto pesado no chão, a pessoa deve dobrar os joelhos e ao se levantar deve usar a força da perna. Pesos excessivos devem ser evitados. Praticar atividades físicas regulares é muito importante, bem como relaxar e descansar”, continua o médico.

Uma boa noite de sono é fundamental e o Dr. Haim Maleh acrescenta que deve-se ter cuidado com a escolha do travesseiro, que não deve ser fino nem grosso demais. “Se a pessoa dormir de lado opte por um travesseiro macio, que se encaixe perfeitamente entre a extremidade do ombro e o início do pescoço, cobrindo sempre as curvas e espaços entre a cabeça/ombro e o colchão”.

– Sentir dor e se acostumar com ela é algo que jamais deve ser feito, porque aquele problema certamente vai progredir. Ninguém é obrigado a sentir dores. Ao menor sinal, procure um especialista – finaliza.


Exame com tecnologia de ponta indica problemas nos pés

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Andar é uma atividade tão comum que nem prestamos atenção a ela. Mas dependendo de como você está andando, do seu tipo de pisada e até do calçado que costuma usar, você pode prevenir uma série de problemas, que podem trazer muitas dores e até risco de cirurgia, em casos extremos de doenças como esporão de calcâneo. E não é só isso: problemas nos pés podem refletir nos joelhos ou serem reflexo de problemas da coluna vertebral.

O que os especialistas indicam é que ao menor sinal de dor nos pés, um médico deve ser consultado. “Dores constantes na coluna, no quadril, joelho, tornozelo ou mesmo no próprio pé podem indicar algum tipo de distúrbio nos pés, com alteração no tipo de pisada e consequente desequilíbrio postural. Um médico especialista deve ser consultado para apontar o diagnóstico e o tratamento correto. Na maioria das vezes, a pessoa acha que a dor que está sentindo no pé é fruto de uma longa caminhada, um esforço específico, mas a dor persiste e pode evoluir”, afirma o reumatologista e fisiatra Antonio D’Almeida Rodrigues Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A boa notícia é que um exame criado recentemente, utilizando tecnologia de ponta, auxilia o médico a encontrar o diagnóstico exato do paciente. Trata-se da baropodometria computadorizada, disponível no CREB. “A baropodometria localiza os pontos de apoio na planta do pé durante a pisada e faz a mensuração precisa da pressão exercida sobre cada um destes pontos. Além da avaliação do pé em repouso, contamos com um baropodômetro de alta sensibilidade que também permite avaliar o paciente em movimento, de forma dinâmica, medindo as variações das pressões durante a marcha e até durante a corrida. Essas possibilidades do aparelho dão informações valiosas a respeito da performance dos pés durante a marcha e que não são normalmente observadas nos consultórios médicos e avaliações físicas habituais, já que o pé se comporta de forma diferente se estiver parado, andando ou em rápido movimento”, explica o Dr. Antonio.

O exame com o baropodômetro computadorizado é indolor, não invasivo e com alta precisão. É indicado para pacientes com qualquer idade, sejam atletas profissionais, amadores, portadores de deformidades posturais e nos pés ou mesmo quem sente dores regulares. O resultado da baropodometria auxilia o médico em determinar se o paciente é portador de alguma patologia, além de orientar o uso correto e apropriado de tênis, palmilhas e outras órteses, oferecendo ao pé proteção, alívio e conforto. Segundo o médico do CREB, a baropodometria deve ser solicitada para avaliar por exemplo, alterações como pé plano ou cavo, calcâneo valgo ou varo, esporão de calcâneo, fasciíte plantar, tendinites, metatarsalgias, neuroma de Morton, diferença de comprimento de membros inferiores (perna curta), hálux valgo (joanete), artroses, dores nas plantas dos pés, dor na coluna, quadril, joelho e tornozelo, periostites (canelite) e fraturas por estresse.


Qual a diferença da hidroterapia e a hidroginástica?

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Qual a diferença entre hidroginástica e hidroterapia? Muita gente confunde as duas atividades, porque ambas são realizadas na piscina, mas as finalidades são bem diferentes. Enquanto a hidroginástica é uma atividade física para condicionamento físico...

Qual a diferença entre hidroginástica e hidroterapia? Muita gente confunde as duas atividades, porque ambas são realizadas na piscina, mas as finalidades são bem diferentes. Enquanto a hidroginástica é uma atividade física para condicionamento físico geral, fortalecimento muscular e melhora da resistência cardiorrespiratória, a hidroterapia é um recurso da fisioterapia, para tratamento de diversas doenças.

– A hidroginástica é realizada por meio de exercícios rítmicos sequenciais, com intensidade moderada e de forma ininterrupta. A hidroterapia utiliza as propriedades da água aquecida, que em nossas piscinas, no CREB, estão entre 32 e 34 graus, para prevenção e no tratamento de diversos problemas dos ossos, músculos, ligamentos, coluna vertebral, assim como para outros problemas, como, por exemplo, diabete.. São exercícios bem específicos, na maior parte das vezes alongamentos, que ajudam a obter uma melhor e mais veloz recuperação do paciente – explica o fisiatra e reumatologia Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico, a hidroterapia oferece relaxamento muscular, alívio da dor, diminuição de edemas, ganho de amplitude de movimento e ganho de força muscular. “A prática da hidroterapia pode ser indicada para qualquer pessoa, de qualquer idade. Mais usualmente, indicamos para problemas traumato-ortopédicos, esportivos, neurológicos e reumáticos. Como, por exemplo, para lombalgias, artroses, bursites, AVC, paralisia cerebral, fraturas, luxações, entorses, hérnias de disco e outras”, orienta o Dr. Eduardo.

Segundo o Dr. Eduardo, uma das grandes vantagens da reabilitação na água aquecida é a diminuição do peso corporal e o relaxamento. Isso permite uma maior liberdade de movimentos, melhora da mobilidade articular, diminuição dos processos inflamatórios, ganho de qualidade muscular e, consequentemente, melhores resultados. O médico ressalta que a hidroterapia é um procedimento de reabilitação física que deve ser prescrita pelo médico que assiste o paciente.



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