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CREB adota nova iluminação em suas piscinas

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O CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – disponibiliza duas piscinas climatizadas e totalmente equipadas para a prática exclusiva de hidroterapia. Há um mês, ambas as piscinas ganharam uma aliada a mais no tratamento dos pacientes: a cromoterapia. Uma iluminação especial de leds foi instalada em cada piscina, oferecendo um moderno recurso de troca de luzes coloridas. Há leves alterações da cor da água, utilizando as cores vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e roxo e, desta forma, o paciente tem um maior grau de relaxamento, o que influi no tratamento. A utilização de iluminação das piscinas por leds é mais um compromisso do CREB no sentido de oferecer aos seus pacientes o que há de melhor e mais avançado no mercado.


Sarcopenia: o que é, sintomas e tratamentos

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Muito comum em homens e mulheres, principalmente a partir dos 50 anos, a sarcopenia é caracterizada pela perda de massa muscular. “Trata-se de um processo natural do nosso corpo, quando há redução da quantidade e tamanho das fibras musculares, redução da atividade física e, ainda, redução de hormônios, como estrogênio e testosterona”, explica o reumatologista e fisiatra Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

De acordo com o médico do CREB, a sarcopenia pode trazer perda da força, do desempenho físico e mesmo do equilíbrio. “Atividades simples e cotidianas, como caminhar, subir escadas ou se levantar da cama podem se tornar cansativas, e mesmo um problema para acometidos pela sarcopenia”, garante o Dr. Eduardo.

Como identificar a sarcopenia?

Atividades cotidianas, antes desenvolvidas com facilidade e de forma natural, podem se transformar em um problema, como uma caminhada até a padaria ou subir alguns lances de escada. “Quando a pessoa começa a ter problemas de desequilíbrio e dificuldade para caminhar e fazer atividades físicas, por conta do cansaço, por exemplo, podemos começar a desconfiar da sarcopenia, principalmente quando se tem mais de 50 anos. Quedas são mais frequentes, assim como a diminuição da resposta aos movimentos e até depressão são indicativos da doença”, alerta o reumatologista e fisiatra do CREB.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, em torno de 15% dos brasileiros são acometidos pela sarcopenia quando se fala na população com ao menos 60 anos. Quando se fala em pessoas com 80 ou mais anos, o índice chega a 46%. “É uma doença silenciosa, como a osteoporose. Muitas vezes, só aparece após uma queda, quando o paciente acaba por procurar um médico”, lamenta o Dr. Eduardo.

Como evitar perda de massa muscular

Evitar a perda de massa muscular é fundamental para a nossa qualidade de vida, principalmente depois dos 50 anos. De acordo com o médico do CREB, para evitar a sarcopenia é preciso praticar atividade física regularmente. “A musculação é excelente, mas a fisioterapia com foco em exercícios de fortalecimento (cinesioterapia) também pode ser uma ótima opção. Ambas as atividades respeitam o condicionamento de cada um”, pontua.


Tipo popular de operação de joelho tem pouca eficácia na maioria dos pacientes

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Milhares de pessoas podem estar se submetendo a um popular procedimento para o joelho sem necessidade. Comumente realizada por atletas e idosos, a artroscopia é pouco eficiente na maioria dos casos, segundo um estudo publicado no “New England Journal of Medicine”. Mas, por ser pouco invasiva, é hoje a cirurgia ortopédica mais comum nos EUA: são cerca de 700 mil por ano, representando um custo estimado de US$ 4 bilhões.

Cientistas finlandeses avaliaram indivíduos com rompimento do menisco, uma cartilagem em forma de meia lua que ajuda a amortecer e estabilizar os joelhos. E sugerem que a cirurgia, cujo nome técnico é meniscectomia parcial artroscópica, é até eficiente, mas para um número reduzido de pacientes. Cerca de 80% das lesões ocorre por degeneração das articulações, o que está relacionado à artrose. Alguns pesquisadores acreditam que, nestes casos, a operação não tem muito resultado.

— Pesquisadores vêm gradualmente mostrando que esta operação não tem muito valor — afirmou ao “New York Times” David Felson, professor de Medicina e Epidemiologia na Universidade de Boston.
No Brasil, também é popular. Geralmente, durante o procedimento, é feita uma pequena incisão com o bisturi e, em seguida, acomodado um artroscópio, um dispositivo acoplado a uma câmera. A partir das imagens geradas, o médico suaviza as bordas irregulares do menisco. É um processo relativamente simples e de rápida recuperação, o que aumenta o número operações.

Para o ortopedista especialista em cirurgia do joelho, João Maurício Barretto, chefe da do serviço de Ortopedia da Santa Casa da Misericórdia do Rio, ela tem baixo risco e alivia as fortes dores na articulação. Porém, concorda que muitas vezes é contra-indicada.

— O resultado da cirurgia tem uma íntima relação com a qualidade da indicação, ou seja, por que ela está sendo feita. O que se vê hoje é que há um abuso. Médicos indicam a operação baseados só em ressonância magnética. Às vezes, o paciente tem outros problemas, e a cirurgia acaba adiantando pouco ou nada — comenta Barretto.

O especialista explica que a primeira abordagem deve ser clínica: com fisioterapia e exercícios. Eventualmente, se as dores não melhorarem e o paciente não tiver outros motivos relacionados aos sintomas, é indicada a artroscopia.

— A cirurgia deve ser o último recurso. Ele tem que estar com muita dor, que não tenha melhorado com tratamento conservador, e tenha uma diminuição grande da mobilidade — avalia Arnaldo Libman, fisiatra e diretor médico do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo (Creb).

Para evitar a cirurgia, Libman aconselha tentar antes medicamentos, sessões de hidroterapia, acupuntura, reabilitação, fortalecimento da musculatura no entorno do joelho e até a chamada disco suplementação (injeções de ácido hialurônico). Outros exames, como a avaliação tridimensional do movimento do pé, também são indicados.

Cirurgia falsa para estudo

No estudo finlandês, os voluntários receberam anestesia e incisões. Enquanto alguns passaram pelo procedimento cirúrgico, outros, apenas por simulações. Um ano depois, a maioria disse se sentir melhor, inclusive os da cirurgia falsa.

— Isto dá mais credibilidade a outras pesquisas que têm demonstrado que a artroscopia nem sempre faz diferença — disse ao “New York Times” David Jevsevar, presidente de um comitê da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos.

O estudo envolveu cinco hospitais e 146 pacientes, com idades entre 35 e 65 anos, com lesões e dor no joelho. Metade ainda tinha problemas mecânicos, como travamento ou estalos na articulação.

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