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Osteoartrite no quadril: dor pode irradiar para a coxa, nádegas e virilha

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Dor no quadril e diminuição da amplitude do movimento são os sintomas mais comuns da osteoartrite.

A osteoartrite é uma doença degenerativa crônica, que provoca o desgaste das cartilagens dos ossos e que também é mais conhecida como artrose. Trata-se de uma das mais comuns doenças reumáticas que, ao contrário do que se imagina, não é exclusivo da terceira idade.

A dor pode irradiar para a coxa e joelho

“A osteoartrite do quadril progride gradualmente, até que seus efeitos passem a ser percebidos, podendo chegar a afetas as atividades diárias. É muito comum que o paciente sinta dor no quadril, na virilha, nas costas e na coxa também. Dor e rigidez na virilha, nas nádegas ou na coxa são sinais de osteoartrite do quadril. A dor pode irradiar para a coxa e a osteoartrite no quadril pode até mesmo causar dores no joelho. O desconforto geralmente é maior pela manhã, quando levantamos, mas pode ser maior ao participarmos de atividades esportivas ou após grandes esforços físicos, como uma grande caminhada”, explica o reumatologista Camilo Tubino, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

Segundo ele, outra consequência da doença no quadril é a diminuição da amplitude do movimento. “Quem tem osteoartrite no quadril pode ter dificuldade, por exemplo, para separar as pernas, prolongá-las para trás ou mesmo sentar com as pernas cruzadas. Atividades absolutamente simples e cotidianas, como vestir meias, calçar sapatos e cortar as unhas dos pés, podem se tornar um verdadeiro suplício”, destaca o médico do CREB. “A inatividade piora o quadro, porque os quadris podem ficar mais rígidos após, por exemplo, um longo período de tempo sentado. O importante é que ao menor sinal de dor no local, é preciso procurar um especialista”, finaliza o Dr. Camilo.


Bexiga Hiperativa pode ser tratada, com sucesso, com fisioterapia

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Bexiga Hiperativa pode ser tratada, com sucesso, com fisioterapia   Estatísticas apontam que mais de 30% das pessoas com idade acima de 75 anos são afetados pela Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH). A doença afeta negativamente a qualidade de vida, ca...

Bexiga Hiperativa pode ser tratada, com sucesso, com fisioterapia

 

Estatísticas apontam que mais de 30% das pessoas com idade acima de 75 anos são afetados pela Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH). A doença afeta negativamente a qualidade de vida, causando isolamento social, frustração, ansiedade e até depressão. “A Sociedade Internacional de Continência (ICS) define a Síndrome da Bexiga Hiperativa como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. O diagnóstico é clínico e é determinado quando afastada a infecção urinária ou outra causa evidente. Consiste na presença de contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga. Isso gera desconforto, urgência para urinar e até perda miccional”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do staff de reabilitação uroginecológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, a BH é causada por vários fatores, como diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. “Doenças como o AVE podem contribuir para esse quadro. Também podemos encontrar causas miogênicas, como alteração estrutural e ultraestrutural primária do detrusor; e alterações do urotélio, que podem aumentar as informações aferentes, que são interpretadas pelos centros superiores como uma necessidade imperiosa de urinar. Quando a causa é indeterminada, ela é chamada Bexiga Hiperativa Idiopática”, explica.

A Bexiga Hiperativa, ressalta Waleska, tem tratamento, devendo ser cuidada o mais cedo possível. “A Fisioterapia é um tratamento conservador simples, de baixo custo e é considerado de primeira linha no trato da Bexiga Hiperativa. De natureza não invasiva e com pouquíssimas contraindicações, proporciona a reabilitação do assoalho pélvico através de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. Seu resultado é comprovadamente eficaz, levando a bexiga a contrair menos e oferecendo ao paciente a consciência do próprio corpo e o controle da micção”, finaliza a fisioterapeuta do CREB.


Alteração da marcha, um assunto muito sério

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Alteração da marcha, um assunto muito sério

A população de idosos, no Brasil, chega a 14,5 milhões de pessoas. Segundo estimativas, anualmente são registradas 4,35 milhões de quedas, no mínimo. E desse total, estudos indicam que em torno de 2,175 milhões, ou seja, quase metade, resultam em algum tipo de lesão. E mais: 10% destas lesões são consideradas graves.

“As quedas levam a um maior risco de declínio da independência funcional e o aumento da necessidade de hospitalização, onerando os serviços de saúde. E, claro, representam importante causa de mortalidade, não só de idosos, mas também entre adultos e jovens”, afirma o coordenador de fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o fisioterapeuta Handerson Meurer.

Segundo ele, o processo de envelhecimento está associado a um dos principais fatores de alteração no padrão da marcha e no equilíbrio dos seres humanos. “A análise destas funções motoras pode contribuir para identificar situações de risco potencial para quedas, sendo este um evento que representa um grave problema de saúde pública, em função da frequência e das consequências físicas, psicológicas e sociais que pode acarretar”, diz o fisioterapeuta do CREB.

O CREB disponibiliza para seus pacientes um moderno setor de reabilitação neurológica, muito bem equipado e com profissionais especializados, para o tratamento de diversas doenças envolvidas nas alterações de marcha. Handerson destaca as duas piscinas, específicas e apropriadas para reabilitação, por exemplo. “Temos protocolos que abrangem inúmeras técnicas de cinesioterapia, oferecendo um tratamento objetivo e diferenciado, trazendo com maior brevidade o reestabelecimento da qualidade de vida”, finaliza ele.



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