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Como aliviar sua Dormência nas mãos?

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Você sente formigamento ou dormência nas mãos, principalmente à noite?

Essa dormência nas mãos pode ser Síndrome do Túnel do Carpo – e quanto antes você cuidar, melhor.

Mas quais são as causas da Síndrome do túnel de carpo?

A Síndrome do túnel de carpo é uma condição comum que acontece quando um nervo do punho (chamado nervo mediano) é pressionado. Isso pode causar dor, formigamento, dormência e até fraqueza nas mãos.

Ela costuma afetar quem usa muito as mãos no dia a dia, como quem trabalha digitando, usando ferramentas ou realizando movimentos repetitivos.

Quais são os sintomas mais comuns da Síndrome do túnel de carpo?

  • Dormência ou formigamento nos dedos (especialmente polegar, indicador e médio);
  • Dor no punho que pode irradiar para o braço;
  • Sensação de fraqueza ao segurar objetos;
  • Sintomas mais intensos à noite, podendo até acordar você do sono.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é baseado nos seus sintomas e em uma avaliação física. Se necessário, podem ser solicitados exames como:

  • Eletroneuromiografia (ENMG): exame que mostra como o nervo está funcionando;
  • Ultrassonografia do punho: exame de imagem que ajuda a visualizar alterações no nervo.

E o tratamento da Síndrome do túnel de carpo?

O tratamento vai depender do quanto os sintomas estão afetando a sua rotina. Os principais cuidados incluem:

  1. Uso de uma tala (órtese) à noite, para manter o punho na posição certa;
  2. Mudanças na postura e no ambiente de trabalho, para aliviar a sobrecarga;
  3. Medicamentos, quando há dor ou inflamação;
  4. Fisioterapia, que ajuda a aliviar os sintomas e recuperar os movimentos.
  5. Cirurgia, em casos mais avançados e que não resolveram com medicamentos ou fisioterapia.

Como o CREB pode te ajudar?

Nossos especialistas fazem uma avaliação completa, escutam seu histórico e, se necessário, pedem exames para confirmar o diagnóstico.

A partir disso, indicamos o tratamento ideal para o seu caso, sempre com foco em alívio da dor e recuperação funcional.

Não ignore os sinais que seu corpo está dando!

Se você sente formigamento ou dores nas mãos e punhos, agende sua consulta com a nossa equipe. Cuidar da sua saúde é essencial para manter o desempenho na sua vida e evitar complicações.

Estamos prontos para te ajudar.


Bexiga Hiperativa pode ser tratada, com sucesso, com fisioterapia

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Bexiga Hiperativa pode ser tratada, com sucesso, com fisioterapia   Estatísticas apontam que mais de 30% das pessoas com idade acima de 75 anos são afetados pela Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH). A doença afeta negativamente a qualidade de vida, ca...

Bexiga Hiperativa pode ser tratada, com sucesso, com fisioterapia

 

Estatísticas apontam que mais de 30% das pessoas com idade acima de 75 anos são afetados pela Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH). A doença afeta negativamente a qualidade de vida, causando isolamento social, frustração, ansiedade e até depressão. “A Sociedade Internacional de Continência (ICS) define a Síndrome da Bexiga Hiperativa como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. O diagnóstico é clínico e é determinado quando afastada a infecção urinária ou outra causa evidente. Consiste na presença de contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga. Isso gera desconforto, urgência para urinar e até perda miccional”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do staff de reabilitação uroginecológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, a BH é causada por vários fatores, como diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. “Doenças como o AVE podem contribuir para esse quadro. Também podemos encontrar causas miogênicas, como alteração estrutural e ultraestrutural primária do detrusor; e alterações do urotélio, que podem aumentar as informações aferentes, que são interpretadas pelos centros superiores como uma necessidade imperiosa de urinar. Quando a causa é indeterminada, ela é chamada Bexiga Hiperativa Idiopática”, explica.

A Bexiga Hiperativa, ressalta Waleska, tem tratamento, devendo ser cuidada o mais cedo possível. “A Fisioterapia é um tratamento conservador simples, de baixo custo e é considerado de primeira linha no trato da Bexiga Hiperativa. De natureza não invasiva e com pouquíssimas contraindicações, proporciona a reabilitação do assoalho pélvico através de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. Seu resultado é comprovadamente eficaz, levando a bexiga a contrair menos e oferecendo ao paciente a consciência do próprio corpo e o controle da micção”, finaliza a fisioterapeuta do CREB.


Osteoartrite no quadril: dor pode irradiar para a coxa, nádegas e virilha

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Dor no quadril e diminuição da amplitude do movimento são os sintomas mais comuns da osteoartrite.

A osteoartrite é uma doença degenerativa crônica, que provoca o desgaste das cartilagens dos ossos e que também é mais conhecida como artrose. Trata-se de uma das mais comuns doenças reumáticas que, ao contrário do que se imagina, não é exclusivo da terceira idade.

A dor pode irradiar para a coxa e joelho

“A osteoartrite do quadril progride gradualmente, até que seus efeitos passem a ser percebidos, podendo chegar a afetas as atividades diárias. É muito comum que o paciente sinta dor no quadril, na virilha, nas costas e na coxa também. Dor e rigidez na virilha, nas nádegas ou na coxa são sinais de osteoartrite do quadril. A dor pode irradiar para a coxa e a osteoartrite no quadril pode até mesmo causar dores no joelho. O desconforto geralmente é maior pela manhã, quando levantamos, mas pode ser maior ao participarmos de atividades esportivas ou após grandes esforços físicos, como uma grande caminhada”, explica o reumatologista Camilo Tubino, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

Segundo ele, outra consequência da doença no quadril é a diminuição da amplitude do movimento. “Quem tem osteoartrite no quadril pode ter dificuldade, por exemplo, para separar as pernas, prolongá-las para trás ou mesmo sentar com as pernas cruzadas. Atividades absolutamente simples e cotidianas, como vestir meias, calçar sapatos e cortar as unhas dos pés, podem se tornar um verdadeiro suplício”, destaca o médico do CREB. “A inatividade piora o quadro, porque os quadris podem ficar mais rígidos após, por exemplo, um longo período de tempo sentado. O importante é que ao menor sinal de dor no local, é preciso procurar um especialista”, finaliza o Dr. Camilo.



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  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
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  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
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