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Equipe multidisciplinar trata das sequelas do AVC no CREB

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Equipe multidisciplinar trata das sequelas do AVC no CREB

  • Quem já foi acometido pela doença precisa traçar um programa de prevenção secundária e reabilitação. Ou seja, é preciso se proteger de um novo AVC (Acidente Vascular Cerebral) e se dedicar à reabilitação física para tratar das sequelas da doença. Esse programa é multiprofissional e envolve médicos, fisioterapeutas, terapia ocupacional e fonoaudiólogos, dependendo, naturalmente, da gravidade das sequelas.

Quem afirma é Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo , e reumatologia da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Segundo ele, trata-se de uma doença de alta mortalidade e morbidade, e muitos que sobrevivem podem adquirir graves sequelas para o resto da vida.

O CREB conta comum setor específico para tratar sequelas do AVC. Uma equipe multidisciplinar atende o paciente, e isso pode incluir até mesmo aconselhamento psicológico, que na clínica é oferecido aos pacientes gratuitamente. Segundo o Ministério da Saúde, o AVC é a primeira causa de morte em pessoas a partir de 65 anos no Brasil, além da primeira causa de morte de mulheres em geral, passando, inclusive, as estatísticas de morte por câncer de mama. Nos Estados Unidos acontece um caso de AVC a cada 40 segundos.

“A prevenção da doença deve passar fundamentalmente pelo controle dos riscos das doenças cardiovasculares. Ou seja, é preciso controlar a hipertensão arterial, a diabetes, os níveis de colesterol e o peso. O diâmetro da cintura do paciente, por exemplo, é mais um importante indicativo de predisposição para doenças cardiovasculares”, pontua o Dr. Haim.


TOC é utilizada com sucesso nas Olimpíadas de Inverno

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Mais uma vez, a Terapia de Ondas de Choque (TOC) foi utilizada em competições esportivas de alto nível. A Olimpíada Mundial de Inverno, realizada em fevereiro, em Sochi, na Rússia, também ofereceu aos seus atletas de alto rendimento a possibilidade de se tratarem com a TOC, em caso de contusão. A aplicação de TOC pode ser feita até mesmo no dia da competição, pois não é considerada doping. “A TOC, que são na realidade ondas acústicas que ajudam na melhora do processo de inflamação e na regeneração da área lesada, já está sendo utilizada no dia-a-dia de vários clubes, para esportes como futebol, entre outros, principalmente na Europa. A TOC promove um retorno rápido do atleta às suas atividades, não utiliza medicação, não é invasivo e é aplicado no consultório. Nas Olimpíadas, a satisfação foi muito grande porque na maioria das vezes o tratamento apresentou melhora considerável , liberando o atleta para suas atividades”, explica o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e especialista em medicina do esporte, Dr. João Marcelo Amorim.

A TOC já havia sido utilizada nas Olimpíadas de Beijing e Atenas, além dos jogos panamericanos do Rio de Janeiro, também com muito sucesso. Grandes clubes de futebol europeu já contam com a terapia em seus departamentos médicos, utilizando-a com frequência. A TOC é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration. Muito indicado pelos médicos nos Estados Unidos e na Europa, está conquistando seu espaço no Brasil, pela sua eficácia e os ótimos índices de sucesso em todo mundo.

O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – é um dos pioneiros do uso da TOC no Brasil. Seu fisiatra, Antônio D’Almeida, foi um dos apenas cinco médicos brasileiros que foram à Berlim, na Alemanha, para receber a certificação internacional da ATRAD, Associação Internacional de Terapia por Ondas de Choque. Ele também recebeu recentemente novo título, ampliando sua atuação com o TOC: instrutor internacional para médicos de TOC. Ele foi convidado para ser um dos poucos instrutores médicos internacionais de TOC junto a Academia Swiss Dolorclast.

– Além de indicação para casos de tendinites, esporão de calcâneo e bursites, esta técnica também pode ser utilizada nos tratamentos de dor crônica refratária e outros procedimentos, tais como lombalgias crônicas (dor lombar), dor miofascial (dor muscular, sem uma origem definida, de moderada a intensa intensidade álgica) e cervicalgias (dores na região cervical), dentre outras. E os resultados têm sido muito positivos. O tratamento com TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. Não há internação, não é invasivo, tem ótima tolerância e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos – afirma o fisiatra do CREB, Antônio Rodrigues d’Almeida Neto.


AVC já é a 1ª causa de morte a partir de 65 anos no Brasil

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O AVC – Acidente Vascular Cerebral – já é, segundo dados do Ministério da Saúde, a primeira causa de morte em pessoas a partir de 65 anos no Brasil. Também é a primeira causa de morte de mulheres em geral, passando, inclusive, as estatísticas de morte por câncer de mama. Nos Estados Unidos, são 780 mil casos de AVC ao ano, o que representa um AVC a cada 40 segundos. E desse total, 600 mil referem-se ao primeiro episódio da doença. “É uma doença de alta mortalidade e alta morbidade, ou seja, temos muitos óbitos e quem sobrevive pode ficar com graves seqüelas”, pontua o médico responsável pelo setor de reabilitação neurológica do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Flávio Costa.

Segundo o médico do CREB, a prevenção ao AVC é basicamente o controle dos riscos das doenças cardiovasculares. “É preciso controlar a hipertensão arterial, a diabetes, os níveis de colesterol e o peso. Damos muito valor ao diâmetro da cintura do paciente, que pode ser mais um indicativo de predisposição para doenças cardiovasculares”, explica o Dr. Flávio. “Em países em desenvolvimento, a pressão arterial não é controlada como deveria e é nos países desenvolvidos. Esse controle protege ainda mais contra o AVC”, complementa ele.

O Dr. Flávio diz que para aqueles que tiveram um AVC é muito importante traçar um programa de prevenção secundária e reabilitação. “É preciso se proteger de um novo AVC e buscar a reabilitação para as seqüelas. Para evitar um novo Acidente Vascular Cerebral é preciso controlar os fatores de risco. Um programa de reabilitação também é fundamental, pois poderá devolver qualidade de vida ao paciente. Esse programa é multi-profissional e envolve médicos, fisioterapeutas, terapia ocupacional e fonoaudiólogos, dependendo, naturalmente, da gravidade das seqüelas”, ensina.

Uma destas seqüelas do AVC, muito comuns, é a espasticidade, quando o músculo fica rígido, limitando a amplitude de movimentos articulares e causando dor. Nestes casos, explica o Dr. Flávio, a aplicação da Toxina Botulínica Tipo A traz excelentes resultados. “Existem vários estudos científicos que apresentam excelentes resultados após o uso da Toxina Botulínica Tipo A, devolvendo a qualidade de vida perdia. Obviamente que há seqüelas menos e mais graves, mas um programa de reabilitação multi-profissional pode melhorar de fato a qualidade de vida de um paciente pós AVC”, garante o Dr. Flávio.



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