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A importância do crescimento ósseo em crianças

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É durante a infância e a adolescência o período mais importante para a construção de um esqueleto forte e saudável.

“Os cuidados nesta fase de vida precisam ser redobrados porque a resistência óssea depende tanto do tamanho ósseo como dos minerais que ele contém”, explica o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Dr. Eduardo Sadigurschi.

Segundo o médico do CREB, é até os 25 – 30 anos que  se forma a massa óssea E por volta dos 30 anos que lentamente os ossos começam a perder SUA massa. “É fácil entender que quanto mais massa óssea tivermos depositada no nosso banco ósseo desde os tempos de criança e adolescente, melhor vamos suportar essas inevitáveis perdas ósseas. Assim, estaremos mais protegidos de doenças como a osteoporose, além de fraturas ósseas frequentes na terceira idade”, explica o Dr. Eduardo.

Uma pesquisa da tradicional The Hormone Fundation, publicada em abril deste ano no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, demonstra que os maiores ganhos de dimensão, massa óssea e conteúdo mineral ocorrem na adolescência. A pesquisa atesta que é na puberdade que alterações hormonais, tão comuns nesta época da vida, levam a uma rápida aceleração do crescimento ósseo. “Nesta fase, os ossos ficam mais longos, mais fortes e mais densos. O tamanho ósseo atinge seu ápice próximo dos 20-25 anos”, acrescenta o médico.

Fatores genéticos irão afetar a saúde óssea da crianças, assim como o estilo de vida adotado. “Uma alimentação saudável e a prática regular de exercício físico são fundamentais para uma boa saúde dos ossos. A manutenção de um peso adequado, a ingestão de vitamina D, cálcio e proteínas são muito importantes nesta fase. O cálcio é o principal mineral no osso e a quantidade de ingestão correta da vitamina D auxilia na absorção do cálcio”, enumera o ortopedista.

– Exercícios que sustentam o peso, como corridas e saltos, ajudam a fortalecer os músculos e ossos fortes. A maior parte da vitamina D é produzida quando nossa pele é exposta à luz solar. Crianças obtêm vitamina D brincando ao ar livre, mas leites e fórmulas infantis são suplementados com esta vitamina. O tabagismo, que frequentemente se inicia na adolescência, também é um fator muito prejudicial à saúde óssea, assim como o uso indiscriminado de certos medicamentos. A orientação de um médico especialista é fundamental – finaliza o Dr. Eduardo Sadigurschi.


Descer do salto evita riscos

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Nos tempos atuais, são muitas as mulheres obrigadas a usar sapatos de salto alto diariamente.

Além disso, aquelas que não precisam trabalhar com os famosos sapatos de bico fino de dez centímetros de altura, também costumam adotar o salto alto como sinônimo de beleza, sofisticação e elegância. O preço tem sido alto: dores constantes, que vão dos dedos dos pés à coluna lombar. Segundo o médico ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia -, Dr. Antônio Issé, mulheres que utilizam sapatos de salto alto e bico fino por longos e constantes períodos dificilmente escapam deste quadro:

“Todos temos um eixo central, que nos dá equilíbrio. Quando uma mulher utiliza um sapato de salto alto, ela necessariamente altera este eixo porque força o posicionamento do pé para frente. Esta má posição e o desconforto do próprio sapato, cujo bico fino aperta os dedos dos pés, provocam uma série de problemas em seqüência”, alerta o Dr. Antônio Issé.

Os problemas começam no ante-pé, já que com o salto alto inclinado faz com que a força recaia sobre a região. Ele ainda força a panturrilha, predispondo uma tendinite, e a lombar, provocando dores na coluna e podendo causar problemas nos joelhos e até varizes. O bico fino, por sua vez, que faz com que os dedos compridos sejam sobrepostos uns sobre os outros, pode provocar joanete.

O ideal seria descer do salto alto, mas se você, entretanto, não pode deixá-lo de lado, o médico dá algumas dicas. e bico fino. Ir para o trabalho de tênis, calçando o sapato alto apenas ao chegar no escritório, e lá, a cada duas horas, retirar os sapatos por 20 minutos, é uma delas. Alguns alongamentos que devem ser repetidos na hora de acordar e dormir também auxiliam no caso. A melhor opção, no entanto, ainda continua sendo uma boa consulta ao médico para uma avaliação e um trabalho de prevenção sobre o caso.

publicado no Jornal Metro Magazine


Dia Mundial da Saúde: Por uma vida ativa e sem dor!

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O Dia Mundial da Saúde, que foi comemorado no 7 de abril, é uma data, criada em 1948 pela Organização Mundial da Saúde, que tem como objetivo conscientizar a população a respeito da qualidade de vida e dos diferentes fatores que afetam a saúde. Essa data foi estabelecida para coincidir com a de fundação da referida organização, e foi comemorada, pela primeira vez, em 1950.

O CREB que hoje faz parte do Grupo Vitus, que tem como objetivo transformar as relações no segmento musculoesquelético e, assim, transformar a saúde no Brasil. Acreditamos que é possível promover uma vida ativa, mais confortável e sem dor, oferecendo serviços atendimento de humanizado e de excelência, seguindo os mais altos padrões de qualidade internacional.

Mas o que significa ter uma vida ativa?

Vida ativa significa levar uma vida envolvida em atividades físicas e mentais regulares, tendo como objetivo melhorar a saúde e o bem-estar geral. Isso inclui:

  • Praticar exercícios físicos regularmente: caminhar, correr, nadar, andar de bicicleta, entre outros;
  • Ter uma alimentação equilibrada: incluir frutas, verduras, proteínas magras e grãos integrais na dieta;
  • Dormir bem: garantir um período adequado de sono todas as noites;
  • Controlar o estresse: através de técnicas de relaxamento;
  • Fazer atividades sociais: interagir com outras pessoas, participar de atividades coletivas, ter um círculo social ativo.

Exercícios Físicos são fortes aliados da saúde osteomioarticular

Os exercícios podem ajudar a tratar as doenças das articulações de várias maneiras:

  • Aliviam a dor: Exercícios regulares, como alongamento e fortalecimento, podem ajudar a aliviar a dor nas articulações;
  • Melhoram a flexibilidade: Alongamento e exercícios de mobilidade podem melhorar a flexibilidade das articulações e prevenir a rigidez;
  • Aumentam a força muscular: Exercícios de fortalecimento, especialmente dos músculos que sustentam as articulações, ajudam a proteger as articulações e a prevenir lesões;
  • Melhoram a estabilidade: Exercícios que ajudam a melhorar a postura e a estabilidade, como o fortalecimento dos músculos do core, podem ajudar a proteger as articulações;
  • Promovem a circulação sanguínea: Exercícios regulares podem ajudar a melhorar a circulação sanguínea, o que pode ser benéfico para as articulações.

Uma vida ativa pode ajudar a prevenir doenças crônicas, melhorar a saúde mental e física, aumentar a energia e a longevidade. É importante buscar um equilíbrio saudável e seguir as recomendações médicas ao escolher as atividades e a intensidade dos exercícios.



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