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Por que sentimos mais dor no frio? Dicas da Dra. Lucia Yoko Para aliviar desconfortos no inverno

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Com a chegada do inverno, muitos de nossos pacientes no CREB notam um aumento nas dores articulares e musculares. Por que isso acontece? A resposta envolve uma série de fatores fisiológicos que são intensificados pelo frio.

Contração Muscular e Rigidez Articular

Durante o inverno, a baixa temperatura faz com que os músculos e tecidos ao redor das articulações se contraiam, o que pode aumentar a rigidez e, consequentemente, a sensação de dor. Este fenômeno é natural e uma resposta do corpo ao frio.

Redução da Atividade Física

Outro aspecto importante é que no frio, muitas pessoas diminuem suas atividades físicas. Isso contribui para aumentar a rigidez e a dor, já que o movimento ajuda a manter a flexibilidade das articulações e a circulação sanguínea adequada.

Vasoconstrição e Líquido Sinovial

A exposição ao frio também provoca vasoconstrição, reduzindo o fluxo sanguíneo para as extremidades do corpo. Isso pode diminuir a lubrificação natural das articulações, uma vez que o líquido sinovial, que ajuda a reduzir o atrito entre os ossos, torna-se mais espesso e menos fluido no frio.

Dicas para Aliviar a Dor no Inverno
  1. Mantenha-se Ativo: A atividade física regular é crucial para manter as articulações flexíveis e reduzir a rigidez.
  2. Aqueça-se Bem: Use roupas que mantenham o corpo aquecido, principalmente as extremidades, como mãos e pés.
  3. Compressas Quentes: Aplicar calor nas áreas doloridas pode ajudar a aliviar a dor e melhorar a circulação.
  4. Hidratação e Nutrição: Uma dieta rica em nutrientes e uma boa hidratação são essenciais para combater a inflamação.
  5. Alongamentos: Antes de iniciar qualquer atividade física, faça alongamentos para preparar o corpo e evitar dores.

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CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia
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Lombalgia: CREB tem centro específico para tratamento de doenças da coluna vertebral

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Lombalgia: CREB tem centro específico para tratamento de doenças da coluna vertebral

Mais de 90% da população mundial sofre, sofreu ou sofrerá de dor lombar em algum momento de sua vida. Trata-se da segunda causa que mais leva pacientes para as clínicas especializadas.

Segundo o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – e reumatologista da Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os sintomas da lombalgia são: dor na região lombar (a região mais baixa da coluna, perto da bacia), sensação de queimação no local e dificuldade para ficar em pé ou se movimentar livremente.

Causas e tratamento da lombalgia

As causa da doença, segundo o Dr. Haim, podem ser de origem degenerativa, inflamatória, infecciosa, gestacional, congênita ou mecânico postural. “A lombalgia pode provocar dores fortes e constantes. E quando essas dores irradiam para um ou os dois membros inferiores, trata-se de uma lombociatalgia. O importante é ao menos sinal de dor procurar um especialista”, alerta o médico do CREB.

A lombalgia tem tratamento e a boa notícia é que os resultados podem ser excelentes. “Se a pessoa não buscar a ajuda médica, não praticar exercícios e não cuidar de sua postura, é possível que venha a ter problemas maiores como artroses, cardiopatias e hérnias de disco. Alterações na coluna vertebral, como as hiperlordoses – mais comuns nas mulheres – e a hipercifose torácica – frequente tanto no sexo masculino como feminino – são muito constantes. Quem sente dores regulares precisa primeiro conversar com o médico, para ser bem orientado”, diz o Dr. Haim.

Segundo ele, o tratamento prevê uso de medicamentos e técnicas fisioterápicas. O CREB conta com um centro específico para doenças da coluna vertebral, o CRC, com profissionais especializados e extremamente experientes no assunto. Os resultados alcançados pelo CRC têm sido excelentes, devolvendo aos pacientes a qualidade de vida perdida e eliminando os sintomas, principalmente a dor.


Médico do CREB apresenta trabalho sobre diagnóstico preciso

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Médico do CREB apresenta trabalho sobre diagnóstico preciso

“Rotura completa isolada do tendão flexor profundo do 3º quirodáctilo, com flexor superficial preservado: achados por ultrassonografia e ressonância magnética”. Esse é o nome do trabalho realizado pelo radiologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o Dr. Estevão Albino Torres Vargas, que o apresentou durante o 23° Congresso Brasileiro de Ultrassonografia, realizado em São Paulo, em 26 de outubro. Esse trabalho desenvolvido pelo Dr Estevão no CREB, com apoio do staff médico da ultrassonografia, discorre sobre o diagnóstico preciso e detalhado de lesão traumática no dedo, feito por ultrassonografia e depois confirmado com ressonância magnética. “Aparelhos novos de ultrassom, como o que utilizamos no CREB, associados a qualidade da equipe de ultrassonografia, permitem maior precisão diagnóstica e informações relevantes para que o paciente tenha o melhor tratamento. No caso avaliado, o paciente cortou o dedo da mão com fina lâmina de vidro e perdeu parte dos movimentos. A ultrassonografia foi fundamental para determinar a gravidade da lesão e orientar o tratamento cirúrgico”, explica o radiologista.



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