Certificado como Covid Free, CREB intensifica protocolos contra a covid-19
O CREB é certificado como Covid Free desde julho do ano passado, pelo IBES Internacional (Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde), garantindo as boas práticas no enfrentamento do coronavírus e ambientes seguros para operação e atendimento ao público e aos seus colaboradores.
Consciente do seu papel, o CREB adotou rigorosamente todas as medidas de ouro para enfrentamento da covid-19, culminando com a certificação Covid Free, pela IBES Internacional (Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde).
- Desde o início da pandemia reforçamos todos os protocolos de biossegurança, para garantir as melhores práticas de prevenção e enfrentamento da covid-19. Fomos extremamente rigorosos para oferecer segurança para nossos pacientes e colaboradores. Por isso, fomos certificados pelo IBES Internacional como Covid Free, e entendemos que isso nada mais é do que uma obrigação e uma responsabilidade nossa. Agora, com a escalada de casos, estamos redobrando nossos esforços. Estamos mais atentos do que nunca, mobilizando nosso time e garantindo segurança para todos – garante o Diretor Médico do CREB, o reumatologista e fisiatra Haim Maleh.
A clínica mantém todos os protocolos que permitiram ser classificada como um “estabelecimento Covid Free”. Os cuidados vão desde a entrada do paciente até seu atendimento, passando pela recepção e até mesmo pelo serviço de manobrista que é oferecido àqueles que chegam de carro.
O uso de máscara é obrigatório na clínica, há aferição de temperatura previamente na entrada dos pacientes na clínica, onde também é obrigatória a higienização das mãos com álcool 70%. Constantemente, todos os objetos e equipamentos são rigorosamente higienizados, há dispensers de álcool gel por toda a unidade, o distanciamento foi garantido pela redução de assentos e os colaboradores são treinados e conscientizados constantemente, além de suas carteiras de vacinação serem monitoradas.
- Somos um centro de saúde, temos a obrigação e a responsabilidade de dar o exemplo. Percebemos, inclusive, que quando o paciente e o colaborador encontram um ambiente tão protegido, sentem-se cuidados e seguros e, assim, colaboram mais e passam a adotar todos os protocolos fora da clínica também – finaliza o Dr. Haim. Certificado como Covid-Free, o CREB está pronto para lhe receber com toda a segurança.
Sedentarismo pode provocar dores na coluna

A lombalgia é um problema que acomete principalmente pessoas idosas, mas é cada vez maior o número de jovens que procuram os consultórios médicos com dores nas costas. E os principais motivos são vícios de postura, o sedentarismo e a obesidade. “Os idosos sentem dores nas costas, em um processo degenerativo natural. Mas notamos um número cada vez maior de jovens com quadro de lombalgia. A sobrecarga na coluna vertebral e seu desalinhamento, em função de má postura, podem provocar a lombalgia. A esse quadro somam-se o sedentarismo e a obesidade. Outro problema é o tempo que esses jovens passam diante de um computador ou videogame, sentados por horas e horas. Tudo isso contribui para que a lombalgia apareça cada vez mais cedo. Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um especialista”, explica o médico fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Haim Maleh.
O médico do CREB lembra que o sedentarismo é um fator de risco para inúmeras doenças graves. No caso da lombalgia, pode complicar ainda mais o quadro do paciente, pois pode aumentar as dores musculares e danificar as articulações. “O mal posicionamento aumenta as curvas naturais do corpo e pode até levar a inclinação lateral da coluna, o que nos traz contração muscular, bastante desconforto e dores. Manter uma boa postura ao andar, sentar, dormir, dirigir, praticar exercícios físicos faz toda a diferença e certamente traz muito mais qualidade de vida”, garante.
– Se a pessoa não buscar a ajuda médica, não praticar exercícios e não cuidar de sua postura, é possível que venha a ter problemas maiores como artroses, cardiopatias e hérnias de disco. Alterações na coluna vertebral, como as hiperlordoses – mais comuns nas mulheres – e a hipercifose torácica – frequente tanto no sexo masculino como feminino – são muito constantes. Quem sente dores regulares precisa primeiro conversar com o médico, para ser bem orientado. A dor na coluna tem cura e temos vários protocolos que trazem excelentes resultados – finaliza o Dr. Haim Maleh.
Fumantes têm o dobro de risco de desenvolver artrite
Também conhecida como artrose, a osteoatrite é a degeneração da cartilagem que amortece o peso do corpo sobre as nossas articulações. O problema pode ser originado devido a flacidez muscular, tendões e ligamentos subutilizados e variações genéticas que levam algumas pessoas a ter cartilagens menos resistentes. “Outro fator muito comum é o sedentarismo ou o excesso da atividade física”, explica o fisiatra e reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Dois novos estudos, publicados nas conceituadas revistas Arthritis Research & Therapy e Annals of the Rheumatic Diseases, apresentam considerações sobre o fumo e a doença. No primeiro estudo, realizado na Suécia, foi constatado um aumento impressionante do risco de desenvolver artrite reumatoide em mulheres fumantes. Segundo a pesquisa, aquelas que fumam de um a sete cigarros diariamente têm o dobro do risco de desenvolver artrite quando comparadas com mulheres não fumantes. Já entre aquelas que pararam de fumar, o risco de contrair a doença caiu em 33%. O segundo estudo apontou o risco do fumo na evolução de pacientes portadores de um grupo de doenças chamadas espondiloartropatias, em que a mais conhecida é a Espondilite Anquilosante. Os cientistas autores do trabalho conseguiram demonstrar uma relação dose-dependente entre fumo e progressão das deformidades na coluna destes pacientes.
“Obviamente que nem todos fumantes irão contrair a doença, mas o estudo mostra que os fumantes têm risco muito maior de desenvolver a artrite. E quando essas pessoas têm artrite, a evolução da doença é pior”, diz o Dr. Eduardo. Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 50% da população acima de 45 anos apresenta algum sinal de osteoatrite, a mais comum entre as mais de 100 formas da artrite, a degeneração das articulações. A OMS diz que a doença vem ganhando uma abrangência de epidemia.
– Vale ressaltar que temos disponível atualmente medicamentos que podem influir na evolução da artrose, melhorando-a e impedindo em muitos casos a evolução. A boa notícia é que uma nova geração de drogas está enfrentando a doença com resultados muito satisfatórios, devolvendo a pacientes sua qualidade de vida.
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