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Bolsa com gelo ou quente? O que usar para aliviar a dor?

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Saiba quando aplicar bolsa de gelo ou bolsa de calor para aliviar a dor

Você está jogando uma partida de futebol, no final-de-semana, ou resolver fazer um passeio mais longo de bicicleta ou, ainda, faz uma trilha morro acima. Um esforço a mais ou um descuido qualquer pode provocar dores, e a dúvida generalizada é: ao chegar em casa, devemos utilizar sobre o local dolorido uma bolsa de água quente ou de gelo?

A escolha errada pode agravar o problema, e a atitude correta é procurar um médico especialista logo no dia seguinte.

“A bolsa com gelo é recomendada para dores provenientes de um trauma agudo, como um encontrão ou uma pancada durante uma partida de futebol, por exemplo. São acidentes que acontecem em esportes com muito contato físico, como o futebol, o basquete e o handball. O gelo ajuda a evitar que o processo inflamatório cresça. Além disso, diminui a circulação local, evitando o inchaço. É como uma anestesia”, explica o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, Antônio D’almeida Neto.

Segundo o médico do CREB, a bolsa de água quente, por sua vez, dilata os vasos sanguíneos, facilitando a circulação e ajudando a amenizar a dor. “Devemos utilizar a bolsa de água quente para aliviar a dor de problemas crônicos, com, por exemplo, lombalgias. Nunca é demais lembrar que esse procedimento não age sobre o problema propriamente dito, apenas sobre a dor”, explica ele.

A aplicação de bolsa de gelo ou de água quente, não deve passar de 20 minutos

O Dr. Antônio pontua que a aplicação, de bolsa de gelo ou de água quente, não deve passar de 20 minutos, podendo se repetir ao longo do dia. “Esse procedimento deve ser feito para aliviar a dor, mas a atitude correta é procurar um especialista, para que seja feito um correto diagnóstico e se inicie o tratamento adequado. Uma pequena dor pode ser sinal de uma lesão que, não tratada, pode se transformar em um problema maior”, finaliza ele.


Uso prolongado de celular e tablete pode gerar dor na coluna

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Realizado em Campinas, na primeira quinzena de julho, a 4ª edição do Congresso da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor (Sobramid) se dedicou, entre outros assuntos a discutir os dados de uma pesquisa da Sociedade Brasileira para E...

Realizado em Campinas, na primeira quinzena de julho, a 4ª edição do Congresso da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor (Sobramid) se dedicou, entre outros assuntos a discutir os dados de uma pesquisa da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED) que demonstrou que a cada dez brasileiros, quase quatro sofrem de alguma dor crônica, ou seja, 37% da população nacional. A maioria desse contigente é formada por mulheres, que vivem nas regiões Sul e Sudeste e têm em média 41 anos . A dor crônica é aquela dor que persiste por pelo menos três meses.

No topo do ranking deste quadro estão as dores crônicas na coluna vertebral. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 85% da população mundial tem, teve ou terá dor nas costas. O sedentarismo, os vícios de postura e o sobrepeso são os principais vilões da coluna vertebral. Mas novos hábitos tem contribuído para levar cada vez mais gente aos consultórios médicos com dores na coluna, aponta o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Dispositivos são utilizados em média por quatro horas por dia

– O que mais recebemos em nossos consultórios são pessoas com dores na coluna. As causas podem se as mais variadas possíveis, mas temos visto que o uso exagerado de tablets e celulares, principalmente pelos jovens, tem contribuído muito para esse quadro. Estudos demonstram que esses dispositivos são utilizados em média por quatro horas por dia, e geralmente ao utilizarmos um celular ou um tablete nossa cabeça fica num ângulo de 60 graus. Isso significa que o peso dela pule de habituais sete quilos para 27 quilos. Fica fácil imaginar o problema que isso pode gerar, repetidamente. Ao menor sinal de dor na coluna, é preciso procurar um especialista – explica ele.


Prevrefrat CREB: objetivo é reduzir a refratura, tratando a fratura prévia

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“Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por...

“Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”. A declaração é do ortopedista Bernardo Stolnicki, responsável pelo Departamento de Doenças Osteometabólicas do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do PREVREFRAT (Programa de Prevenção a Refraturas) do CREB.

De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril

Segundo ele, os Programas de Prevenção a Refraturas são as mais eficazes ferramentas contra a refratura. “O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar”, disse ele, que acaba de chegar do 48º CBOT 2016 – Congresso Brasileiro de Ortopedia, em Belo Horizonte, onde deu uma palestra sobre prevenção secundária de fraturas e também foi o moderador da mesa redonda moderna “quanto tempo tratar – drug hollyday”.

Com chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS, o Prevrefrat CREB tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. “A osteoporose atinge tanto homens quanto mulheres principalmente depois dos 50 anos. A doença apresenta o aumento da fragilidade óssea e, assim, o paciente está mais exposto a fraturas. As estatísticas contabilizam que, no mundo inteiro, uma fratura osteoporótica ocorre a cada três segundos. Uma em cada três mulheres com mais de 50 anos terão fraturas osteoporóticas, assim como um em cada cinco homens. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para futuras fraturas. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”, explica o ortopedista.



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