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Doenças reumáticas acometem crianças, adolescentes e jovens

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As principais doenças reumáticas que acometem crianças são a artrite idiopática juvenil, o lúpus, a febre reumática e outras doenças inflamatórias.

Trata-se de um grande erro associar as doenças reumáticas à terceira idade. Absolutamente qualquer pessoa está passível de ser acometida pelas doenças reumáticas, até mesmo crianças, adolescentes e jovens.

  • As principais doenças reumáticas que acometem crianças são a artrite idiopática juvenil, o lúpus, a febre reumática e outras doenças inflamatórias. Muita gente acha que o reumatismo é uma doença exclusiva da terceira idade, o que não é verdade. De fato, muitas das doenças reumáticas são associadas a doenças degenerativas, que apresentam desgaste de cartilagem, perda de massa óssea e enfraquecimento muscular. Mas até mesmo crianças são acometidas e também podem sentir dor e rigidez nas articulações, inclusive com limitações de movimento – explica o fisiatra e reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Segundo o médico do CREB, em países desenvolvidos 25% das doenças reumáticas acometem pessoas até 16 anos de idade. No Brasil, a febre reumática é a doença reumática mais comum em jovens, adolescentes e crianças, além de outras patologias inflamatórias, como o lúpus eritematoso sistêmico (LES), a dermatopolimiosite (DMP), a esclerodermia (ESP) e as vasculites.

  • A febre reumática é mais comum a partir dos cinco anos e pode ser originada por uma infecção da garganta causada pela bactéria estreptococo. São sinais da febre reumática a febre, fortes dores nas articulações e lesões de válvulas cardíacas. A febre reumática é uma das principais causas de problemas cardíacos em jovens – orienta o Dr. Eduardo, pontuando que um especialista seja consultado quando a criança apresenta uma dor que não melhora nem com uso de analgésico.

Causa da enxaqueca pode ser má postura

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Uma pesquisa realizada pela Sociedade Americana de Dor de Cabeça demonstrou que adultos economicamente ativos que apresentam 15 ou mais ataques de enxaqueca por mês perdem 4,5 horas de trabalho semanalmente. Isso significa, segundo o estudo, uma perd...

Uma pesquisa realizada pela Sociedade Americana de Dor de Cabeça demonstrou que adultos economicamente ativos que apresentam 15 ou mais ataques de enxaqueca por mês perdem 4,5 horas de trabalho semanalmente. Isso significa, segundo o estudo, uma perda de US$ 24 bilhões por ano.

Os números comprovam o tamanho do problema

Uma outra pesquisa, promovida pela Universidade do Tenesse com mais de 500 pacientes que são acometidos há anos pela enxaqueca, chegou a conclusão de que os participantes tiveram pelo menos três episódios de dor de cabeça durante dias de trabalho. Do grupo, 11% dos pacientes reclamou de cefaleias que os levaram a perder um dia inteiro de trabalho. As dores causaram atrasos em 5% dos participantes e 12% precisaram sair mais cedo do trabalho. Apesar de 62% deles continuarem trabalhando, embora sentissem dor, sua produtividade caía pelo menos 25% por conta disso, revelou a pesquisa. Os números comprovam o tamanho do problema.

Para o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da UFF (Universidade Federal Fluminense), Haim Maleh, a enxaqueca é uma doença séria, que precisa ser tratada e constantemente acompanhada. Para ele, é muito importante que seja investigado o motivo da dor de cabeça.

– Uma má postura regular traz inúmeros malefícios à coluna vertebral, inclusive a possibilidade de dores de cabeça constantes. A dor de cabeça pode estar relacionada às dores da coluna, que muitas vezes é o “gatilho” e, por isso, é sempre muito importante fazer uma avaliação com um especialista – afirma ele, pontuando que um médico deve ser procurado ao menor sinal de dores de cabeça e dores na coluna, especialmente na coluna cervical.


Prevrefrat CREB: informação em todo o país e em eventos internacionais

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Com chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS, o Prevrefrat CREB (Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo) tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. “Uma fratura que oc...

Com chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS, o Prevrefrat CREB (Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo) tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. “Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”, afirma o ortopedista Bernardo Stolnicki, responsável pelo Departamento de Doenças Osteometabólicas do CREB e coordenador do Prevrefrat CREB.

A melhor forma de evitar a refratura é a prevenção

O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar. Uma das formas de se evitar a refratura é trabalhando a prevenção, com um trabalho muito forte de disseminação da informação. E O Prevrefrat CREB não faz isso apenas no Rio de Janeiro. O coordenador do programa, Dr. Bernardo, tem feito palestras por todo o país sobre prevenção da refratura. Trata-se de um trabalho de grande valor para os acometidos pela osteoporose e seus familiares, já que uma nova fratura traz risco de morte e impacta diretamente na rotina de toda a família do paciente.

Já foram realizadas palestras nas seguintes cidades (várias delas mais de uma vez):

Campinas, Indaiatuba, Jundiaí, Piracicaba, Ribeirão Preto, Sorocaba, Santo André, Santos, São José do Rio Preto, São Paulo, Curitiba, Londrina, Maringá, Porto Alegre, Passo Fundo, Florianópolis, Blumenau, Joinville, Rio de Janeiro, Campo Grande (MS), Vitória, Belo Horizonte, Goiânia, Anápolis, Brasília, Salvador, Recife, João Pessoa, Fortaleza e Belém.

E dos seguintes eventos:
• Participações e Conferencias em Congressos Nacionais de 2008 a 2017
Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia
BRADOO – Congresso Brasileiro de Densitometria, Osteoporose e Osteometabolismo
CBOOM – Congresso Brasileiro de Ortopédico de Osteometabolismo

• Participações em Congressos Internacionais de 2008 a 2017
IOF WCO – Congresso Mundial de Osteoporose e Osteoartrite
ASBMR – American Society of Bone and Mineral Research
FFN – Fragility Fracture Network

• Apresentações em Congressos Internacionais
IOF WCO – Congresso Mundial de Osteoporose e Osteoartrite – 2013,2015,2016,2017
FFN – Fragility Fracture Network – 2014

• Publicações em Revistas de Alto Impacto em Medicina
Revista Brasileira de Ortopedia – março de 2016
Osteoporosis International – fevereiro de 2013
Journal of Bone and Mineral Research – outubro de 2012



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619