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Expectativa de vida mais alta, qualidade de vida melhor

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Nos últimos 50 anos, a expectativa de vida no Brasil cresceu nada menos do que 20 anos. De acordo com o IBGE, em 2005 a expectativa de vida dos brasileiros era de 68,2 anos e das brasileiras de 75,8 anos e as projeções indicam que essa expectativa de vida chegará aos 80 anos em 2040. Não é apenas o avanço da medicina e a alta tecnologia disponível que explicam esse quadro. A consciência em busca de uma melhor qualidade de vida e, mais do que isso, a busca pela prevenção também contribuem para que o povo brasileiro viva mais e melhor.

O tema qualidade de vida virou moda e isso é muito positivo. As pessoas já começam a se preocupar, por exemplo, em se alimentar melhor e a buscar atividade física. Inúmeras pessoas procuram o médico para, por exemplo, eliminar uma dor no ombro, joelho ou na coluna, mas solicitam tratamentos de prevenção para futuros problemas. E está enganado quem pensa que apenas pessoas idosas buscam isso. Atendo muitas pessoas jovens que já têm essa consciência.

Há hoje vários protocolos de tratamento utilizados para a prevenção de dores e problemas reumatológicos, fisiátricos e traumo-ortopédicos. No CREB oferecemos a hidroterapia, em piscina aquecida, acupuntura, RPG, Pilates e outras opções que aliviam a dor e o possível processo de inflamação, ajudam no tratamento e também previnem problemas futuros. Quando necessário, incluímos em alguns desses protocolos medicação. Os resultados são clinicamente muito satisfatórios. E de fato empolgantes.

As pessoas já se preocupam, hoje, com sua taxa de colesterol, próstata e mama, por exemplo. E sabem que a falta de atividade física é muito prejudicial à saúde. O fisiatra é o médico que avalia o biotipo, possíveis alterações ou doenças do aparelho locomotor, isto é, dos pés, joelhos, ombros e coluna vertebral, e prescreve o tipo e a freqüência de atividade física e os cuidados próprios para se encontrar a qualidade de vida desejada. É preciso estar bem orientado para praticar de forma saudável exercícios e as atividades do dia-a-dia. Tivemos grandes avanços na medicina, que nos permitem diagnosticar precocemente várias doenças, mas esse interesse em viver melhor definitivamente faz a diferença. Temos excelentes meios de alcançar isso.


Hérnia de disco: tratamento devolve qualidade de vida perdida

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De cada 100 pessoas, em todo o mundo, 85 experimentarão, em algum momento de suas vidas, dores na coluna vertebral, garante a Organização Mundial da Saúde (OMS). A maior parte sentiu, sente ou sentirá dores na região lombar, região onde ocorre, com m...

De cada 100 pessoas, em todo o mundo, 85 experimentarão, em algum momento de suas vidas, dores na coluna vertebral, garante a Organização Mundial da Saúde (OMS). A maior parte sentiu, sente ou sentirá dores na região lombar, região onde ocorre, com mais frequência, a hérnia de disco, que provoca dores nas costas, que podem irradiar para a coxa, a perna e o pé, além de sensação de formigamento e queimação.

Dor pode irradiar para a coxa, a perna e o pé, além de formigamento e queimação.

“A hérnia de disco lombar é no disco que fica entre a quarta e quinta vértebra lombar (L4/L5) e no disco que fica entre a quinta vértebra e o sacro (L5/S1). Muitas vezes, as pessoas sentem dores, tomam um comprimido por conta própria, e acham que o problema está resolvido. Ao menor sinal de dor, um especialista deve ser procurado. O problema pode se agravar e se tornar sério. Após os primeiros sintomas de dores nas costas, os músculos que protegem a coluna vertebral começam a ficar fracos e atrofiados”, explica o fisiatra Antônio D’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A notícia boa é que estatísticas apontam que 95% das pessoas que sofrem com a hérnia de disco não precisam realizar cirurgia na coluna vertebral. Mas a hérnia de disco é a 3ª causa de aposentadoria precoce, as dores nas costas são o 2° principal motivo para licença no trabalho e 70% da população brasileira com mais de 40 anos sofre de algum tipo de problema na coluna. No mundo, estima-se que 15% da população é acometida pela hérnia de disco. Engana-se, porém, que pensa que trata-se de uma doença da terceira idade. O maior índice de casos está entre pessoas com faixa etária de 25 a 45 anos.

“A coluna é o centro de equilíbrio do sistema musculoesquelético do nosso corpo. Ela quem nos dá a base para a estabilização. Muitas lesões da coluna vertebral são ocasionadas pelo desequilíbrio e desalinhamento desta estrutura. Vícios de postura são as principais causas dos males na coluna. Temos a hérnia de disco protrusa, a extrusa e a sequestrada, cada qual com suas especificações. O importante é que podemos devolver ao paciente a qualidade de vida perdida, sem necessidade de cirurgia. No CREB utilizamos com sucesso protocolos que incluem pilates terapêutico, RPG e hidroterapia. Ao menor sinal de dor, repito, o paciente deve procurar um especialista”, finaliza o Dr. Antônio.


Dor na coluna: é possível vencê-la

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De acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS – 80% da população mundial já sentiu, sente ou sentirá dor nas costas. Os dados são alarmantes e preocupam as autoridades e médicos porque a maioria desses problemas é causado por vício postural. Isso mesmo: basta sentar numa cadeira de forma errada, por exemplo, para engrossar as estatísticas, com dores, hérnias de disco, entre outros problemas na coluna.

Manter uma boa postura ao andar, sentar, dormir, dirigir, praticar exercícios físicos faz toda a diferença e certamente traz muito mais qualidade de vida. “O mal posicionamento aumenta as curvas naturais do corpo e pode até levar a inclinação lateral da coluna, o que nos traz contração muscular, bastante desconforto e dores”, explica o médico fisiatra do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Haim Maleh. Segundo ele, com o tempo e a falta de exercícios físicos, as pessoas naturalmente passam a andar mais curvadas para frente, o que também pode trazer problemas. Mas, afirma o dr. Haim Maleh, “a má postura é a maior causa de problemas na coluna”.

– Se a pessoa não buscar a ajuda médica, não praticar exercícios e não cuidar de sua postura, é possível que venha a ter problemas maiores como artroses, cardiopatias e hérnias de disco. Alterações na coluna vertebral, como as hiperlordoses – mais comuns nas mulheres – e a hipercifose torácica – freqüente no sexo masculino – são muito constantes – garante o médico do CREB.

O Dr. Haim explica que a mulher possui uma lordose lombar maior que a do homem, pela presença de uma bacia mais larga. “Quando a mulher passa a ter uma hiperlordose lombar, o abdômen se projeta para a frente e a consequência é o aparecimento daquela indesejável barriguinha. Já a cifose se caracteriza por um aumento anormal da concavidade posterior da coluna vertebral localizada no meio das costas, muito comum com o avanço da idade. Essas pessoas possuem ombros e pescoço inclinados para a frente e uma pequena corcunda e geralmente sofrem de dores nas costas, braços e mãos. Já a hiperlordose é o crescimento da curvatura lombar da coluna. O bumbum fica levemente empinado e os principais sintomas são dores nas pernas e nas costas. Pessoas com músculos abdominais fracos e um abdômen protuberante constituem o maior grupo de risco. Nessas pessoas, a flexão do tronco costuma aliviar a dor, o que faz com que elas prefiram manter-se sentadas ou deitadas. Por fim, a escoliose é caracterizada pelo desvio da coluna vertebral para a esquerda ou para a direita, resultando em um formato “S” e deixando um ombro mais alto que o outro”, afirma o médico.

Para o Dr. Haim, no entanto, buscar uma qualidade de vida melhor não é difícil. A prática de exercícios regulares é o primeiro passo, mas a pessoa que sente dores regulares precisa primeiro conversar com o médico, para ser bem orientado. “A dor na coluna tem cura e temos vários protocolos que trazem excelentes resultados. Um deles, por exemplo, é o RPG – Reeducação Postural Global. Outra é a hidroterapia”, determina ele. Dicas para o dia-a-dia também ajudam no combate às dores nas costas. Dr. Haim recomenda que a pessoa não fique muito tempo numa mesma posição, mulheres devem trocar a bolsa de lado com constância, fazer alongamentos simples ajudam muito e é preciso ter muita atenção à forma como você está sentando.

– Quem sente dor deve ser orientado para mudar esse quadro. Um médico poderá dar toda a orientação para a prática de exercícios saudáveis e tratamentos eficientes. Com certeza, você poderá viver melhor, feliz e sem dores – finaliza ele.



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