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Novo Tratamento Médico no CREB: Neuromodulação na Ortopedia

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Inovação no tratamento da dor crônica, com mais conforto e recuperação funcional

O CREB amplia seu cuidado especializado com um novo tratamento para pacientes que convivem com dores persistentes: a Radiofrequência Pulsada de Baixa Frequência, recurso terapêutico utilizado para modular a transmissão da dor sem causar lesão térmica nos tecidos.

Indicada para diferentes patologias ortopédicas, a técnica pode auxiliar no tratamento de dores crônicas relacionadas à coluna, quadris, joelhos, ombros e pés, contribuindo para melhora da dor, da mobilidade e da qualidade de vida. 

Como funciona a Neuromodulação por radiofrequência?

O tratamento atua nos nervos responsáveis pela condução dolorosa, promovendo neuromodulação e reduzindo estímulos de dor de forma segura e controlada. Diferente de técnicas ablativas, a radiofrequência pulsada não gera calor lesivo local, tornando o procedimento menos agressivo e com excelente tolerância.

Como é realizada a Neuromodulação?

Pode ser feito de duas formas, conforme indicação médica:

  • Placas transcutâneas – método totalmente não invasivo
  • Aplicação percutânea com agulhas especiais – realizada sob anestesia local

Em ambos os casos, o procedimento leva de 15 a 20 minutos, é relativamente confortável e conduzido por médico especializado.

Tecnologia Spring 2

No CREB, utilizamos o moderno equipamento Spring 2, que oferece:

  • Controle térmico avançado
  • Maior precisão e segurança durante todo o procedimento
  • Tratamento simultâneo em múltiplos pontos dolorosos
  • Protocolos modernos e personalizados

Tratamento integrado

A neuromodulação também pode ser associada a fisioterapia, reabilitação funcional e infiltrações com ácido hialurônico, potencializando os resultados e ampliando a recuperação global do paciente. CREB, Tecnologia, inovação e movimento para sua vida sem dor.


O mau uso do celular pode trazer problemas para todo o seu corpo

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Os consultórios de ortopedistas nunca estiveram tão ocupados, e o maior vilão da história não é o tombo, a prática excessiva de esportes ou qualquer outro motivo trivial.

O mal a combater nestes tempos modernos é o mau uso do celular. A dor é maior queixa, seja por conta de doenças nas articulações ou tecidos moles, como tendinites nos dedos, nos polegares, nos pulsos, nos cotovelos, pescoço, ombros ou doenças na coluna vertebral.

“São duas questões que causam problemas para o nosso corpo inteiro. Um é o mau uso do celular. Outro, é o uso excessivo. Conjugados, esses problemas causam doenças das mais variadas. Quando navegamos no smartphone, usamos vários músculos e articulações, que ficam sobrecarregados. Olhamos para baixo, forçamos o pescoço, seguramos o aparelho com uma mão e navegamos nele com a outra e, tudo isto, por longos períodos. As articulações, os músculos, os tendões e os ligamentos não aguentam tanto esforço, por tanto tempo seguido”, resume o ortopedista Marcos Cochrane, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Outros problemas que o mau uso do celular pode trazer

O ortopedista do CREB faz questão de pontuar que os problemas do mau uso do celular não se limitam a doenças ortopédicas ou reumatológicas. Além de inflamações em ligamentos, articulações, músculos e tendões, o usuário pode ter problemas oftalmológicos e psicológicos também.

“Tem uma questão séria, que precisamos cuidar, que é o mal que o celular pode causar no nosso ciclo de sono. Uma noite bem dormida é fundamental para a nossa saúde, e o mau uso do celular pode prejudicar o sono. E isso pode desencadear vários problemas, inclusive crises nervosas”, explica o Dr. Marcos. Ele pontua, ainda, a possibilidade de problemas psicológicos, como depressão, por exemplo, por conta de cancelamentos, ataques de haters e discussões nas redes sociais.

Como usar o celular a seu favor?

Para o ortopedista do CREB, antes de tudo é preciso limitar o tempo de uso do smartphone. Ele reconhece que esta é uma questão difícil de resolver, mas é a saúde de nosso corpo que está em jogo. “Claro que é importante responder a mensagens e e-mails, pesquisar informações e até mesmo relaxar jogando joguinhos ou vendo vídeos no celular. Isso faz parte da nossa vida, é impossível ignorar. Mas o que percebemos é o vício do uso do aparelho, e isso precisa ser combatido”, pondera.

Uma dica do Dr. Marcos para minimizar o mau uso do celular é a opção pela ferramenta de voz, que elimina a necessidade de digitação. A utilização de suportes de celular também pode ajudar. “O ideal é que o usuário não fique segurando o celular por tanto tempo, e muitas vezes ele nem percebe a força que faz com as mãos e os dedos. Manter o celular na altura dos olhos também é fundamental, pois evita esticar o pescoço e ficar olhando para baixo”, diz.

Para finalizar, o ortopedista do CREB é taxativo: “ao menor sinal de dor, um especialista deve ser procurado. Uma pequena dor pode se transformar em um grande problema, e só um médico pode diagnosticar e propor o melhor tratamento. E quanto antes começar a tratar, melhor”, afirma o Dr. Marcos.


Força muscular e qualidade de vida na terceira idade

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A força muscular atinge o seu ápice entre os 20 e 30 anos de idade, com leve perda ou manutenção até os 60 anos. A partir daí, há uma perda de 15% da força muscular a cada década subseqüente. Um idoso de 80 anos, por exemplo, tem sua força muscular reduzida em 30%, o que pode comprometer sua qualidade de vida.
 
Segundo o reumatologista e fisiatra Haim Malech, do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – CREB, “a força muscular está relacionada a independência funcional de cada indivíduo e pode ser definida como a quantidade máxima de força que um músculo ou grupo muscular é capaz de gerar durante um movimento específico. Atualmente há uma grande preocupação com a qualidade de vida na terceira idade, sendo a mesma influenciada pela capacidade cognitiva e física. Entre pessoas com idade acima de 80 anos, as estatísticas apontam que 57% dos homens e 70% das mulheres são incapazes de realizar trabalhos domésticos pesados”.

– A independência funcional é fundamental para o aumento da atividade física, refletindo diretamente na densidade mineral óssea. Logo, chegar à terceira idade de forma ativa pode ser um dos fatores que impedem a redução drástica da densidade mineral óssea nessa faixa etária. E isto pode ser realizado controlando a densidade óssea e a qualidade muscular do idoso – explica o médico do CREB.

O Dr. Haim diz que o melhor remédio é a prevenção, através da prática regular de exercício físico, dentre eles o pilates, associado a técnicas especificas de alongamento e fortalecimento muscular com o RPG, atividades oferecidas pelo CREB, com a supervisão de médicos. A consulta a um especialista é, aponta o médico, é o primeiro passo para a busca da prevenção e, conseqüentemente, da qualidade de vida.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619