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Poliartrite: artrite que acomete cinco ou mais articulações tem tratamento

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Poliartrite é o nome que se dá a qualquer tipo de artrite que acomete cinco ou mais articulações do paciente.

A doença é, em geral, consequência de uma doença autoimune, como a artrite reumatoide, febre reumática, lúpus eritematoso, osteoartrite e outras, mas também pode ser causada por vírus ou bactérias.

“Essa doença é caracterizada pela inflamação de cinco ou mais articulações. O pescoço, os ombros, os cotovelos, mãos, quadris, pés e joelhos são as regiões mais afetadas. O paciente sente muita dor e pode apresentar inchaço, calor, rubor e até limitação ou incapacidade de movimento nas regiões atingidas”, explica o Reumatologista e fisiatra Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, é fundamental que o médico seja rapidamente consultado, ao menor sinal de dor, pois quanto mais cedo começar a tratar, mais rápido aparecerá o resultado.

O tratamento, diz o médico, é individualizado. Além de medicamentos, utiliza-se recursos fisioterápicos. “É preciso repousar e utilizar bolsa de água quente ou gelo, dependendo do caso. O sobrepeso é um grande inimigo da poliartrite. No CREB, optamos por protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia, em piscinas apropriadas, e outros procedimentos fisioterápicos. Temos tido sucesso no tratamento da doença, devolvendo ao paciente a qualidade de vida perdida”, garante o Dr. Eduardo.

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Dois terços da população brasileira sentem dor lombar

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As estatísticas revelam o tamanho do problema: 85% das pessoas em todo o mundo têm, tiveram ou irão ter dor na coluna

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, dois terços da população, gente de todas as idades, sentem dor lombar crônica (DLC). A doença está em segundo lugar entre os problemas de saúde mais comuns da humanidade. O problema é que muita gente ainda prefere encarar a dor lombar como um problema menor, que pode ser tratado com um anti-inflamatório comprado na farmácia da esquina.

Ledo engano. “Muita gente prefere acreditar que aquela dorzinha chata é proveniente de uma noite mal dormida ou uma sobrecarga de peso, talvez um mal jeito qualquer, mas a dor lombar é um problema sério, que precisa ser tratado por um especialista. A dor pode se tornar constante e alterar a qualidade de vida do paciente. Muitas vezes, a pessoa mal consegue andar, de tanta dor que sente. A verdade é que ao menor sinal de dor lombar, um médico deve ser procurado. Mesmo porque, quanto mais cedo tratar, mais fácil será corrigir o problema”, garante o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

A doença está em segundo lugar entre os problemas de saúde mais comuns

Segundo Taubman, a dor lombar pode ter várias causas, inclusive estresse. Além dos sintomas, o médico contará com exames físicos e de imagens para diagnosticar o paciente. O tratamento conta com medicamento específico, além de protocolos de reabilitação física que incluem acupuntura, pilates, hidroterapia e RPG.

“A atividade física orientada é fundamental nesse caso. É preciso buscar o reforço do músculo. O pilates, nesse caso, é excelente. No CREB, temos um estúdio completo, e o paciente será assistido por fisioterapeutas”, acrescenta o Dr. Márcio.

Um estudo realizado com 15.974 pacientes, pela National Spine Network, comprou que há uma relação direta entre a dor lombar e a obesidade. Os pacientes foram classificados por diferentes graus de obesidade e o estudo demonstrou que há uma correlação forte entre o grau de obesidade e a lombalgia – inflamação da lombar.

“Há de fato essa correlação entre a obesidade e a dor lombar. Esse e outros estudos demonstram que a dor lombar é mais forte em pessoas mais obesas. Além disso, quanto mais obesa a pessoa for, mais chances ela tem de desenvolver uma lombalgia, piorando sua qualidade de vida. Pacientes com lombalgia e muito obesos têm, em geral, maior compressão de raízes nervosas e alterações neurológicas”, afirma o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB.


Dor nas costas é um sintoma de espondilite anquilosante

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Uma dor nas costas pode ser algo a mais do que um simples mal jeito na coluna ou uma noite mal dormida. Se essa dor está localizada na parte baixa das costas e no quadril, e piora quando a pessoa está em repouso mas melhora em movimento, isso pode se...

Uma dor nas costas pode ser algo a mais do que um simples mal jeito na coluna ou uma noite mal dormida. Se essa dor está localizada na parte baixa das costas e no quadril, e piora quando a pessoa está em repouso mas melhora em movimento, isso pode ser um sintoma de espondilite anquilosante, uma doença inflamatória crônica e que pode ser incapacitante. Um médico Reumatologista ou Fisiatra deve ser consultado imediatamente, pois é possível tratar a doença e devolver ao paciente a qualidade de vida perdida.
“Trata-se de uma artropatia inflamatória crônica, autoimune, que acomete principalmente a coluna vertebral, a bacia, os quadris e os ombros. Mas também pode atingir o intestino, os rins, os ossos, o coração, os vasos sanguíneos e os olhos. Essa doença se caracteriza por dores constantes, por mais de três meses, apresentando rigidez nos locais doloridos. As estatísticas apontam que a doença acomete seis homens para cada mulher”, explica o Reumatologista Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ele explica que a Sociedade Internacional de Espondiloartrites (ASAS) estabeleceu os seguintes critérios para auxiliar o médico no diagnóstico da doença: se apresentar dor inflamatória (principalmente pela manhã), presença do HLA-B27, Sacroileíte detectada em exames de imagem (RX ou ressonância), manifestações extra articulares ( psoríase, doença inflamatória intestinal ou uveíte), manifestações periféricas (artrite, entesite ou dactilite), história familiar de espondiloartrites, boa resposta aos antiinflamatórios e, finalmente, exames de inflamação alterados.

Se não tratada, pode levar à incapacidade física

A espondilite anquilosante é mais comum entre jovens adultos, principalmente na faixa etária dos 20 aos 45 anos. Se não tratada, pode levar à incapacidade física, com limitação de movimento e curvatura da coluna, além da possibilidade de acarretar artrite em articulações, principalmente joelho e tornozelo. Segundo o Dr. Antônio, além de tratamento medicamentoso, é recomendado a fisioterapia. “No CREB, temos protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia, RPG e pilates. O tratamento é individualizado”, diz ele, pontuando que a atividade física regular é muito importante, desde que orientada pelo médico.



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