A pergunta não cala: celular dá câncer?
Celular faz mal à saúde? Dois grandes estudos recentemente publicados na internet dizem que sim. Alertam contra os perigos da radiação emitida pelos telefones móveis, que poderia causar certos tipos de tumores após o uso prolongado. E frisam que a utilização dos aparelhos por crianças pode ser ainda mais arriscada. O primeiro estudo se chama “Celulares e tumores cerebrais: 15 razões para preocupação”, da International EMF Collaborative (EMF é a sigla de “campo eletromagnético” em inglês), que congrega entidades internacionais dedicadas ao tema; e o segundo é do Environmental Working Group (EWG), chamado “Radiação celular: revisão científica sobre riscos de câncer e saúde infantil”.
A divulgação do estudo do EWG, organização ecológica americana, coincidiu com uma sessão no Senado dos EUA para discutir o assunto, que é bastante controverso e divide a comunidade acadêmica mundial. Estava presente à sessão o professor Álvaro Augusto Almeida de Salles, da Engenharia Elétrica da UFRGS – um dos 43 cientistas que endossam o primeiro estudo (e o único brasileiro). Segundo Álvaro, que se debruça sobre a radiação das tecnologias sem fio há anos, ainda não é possível afirmar que elas de fato causam câncer, mas os estudos avançaram bastante nos últimos tempos, já que o uso dos celulares já se prolonga por muitos anos, o que permitiu chegar a resultados importantes.
– Esses resultados são de dois tipos, e acendem a luz vermelha sobre o tema – diz Álvaro. – Primeiro, estudos biológicos já mostraram que a exposição por longo tempo a baixos níveis de radiação pode causar efeitos danosos às células, como nas estruturas de DNA, por exemplo.
Segundo o professor, se uma das “fitas” da estrutura de DNA é quebrada, ela ainda pode se recompor; mas se as duas o forem, pode haver uma mutação que leve a degenerescência orgânica e possivelmente a câncer. Outro efeito observado nos estudos biológicos é a alteração da barreira hematoencefálica (uma membrana no cérebro), que poderia igualmente ser um fator cancerígeno.
– O segundo tipo de resultado a que se chegou foram as pesquisas epidemiológicas, que observam por longo tempo os efeitos de algo no organismo – explica Álvaro. – Por exemplo, os efeitos causados pelo cigarro levam entre 20 a 30 anos para aparecerem. No caso dos celulares, esses estudos mostraram que quem usa celular há mais de dez anos tem maior probabilidade de gerar tumores cerebrais do lado da cabeça onde mais encosta o celular. Tais pesquisas foram feitas em países escandinavos como Suécia, Finlândia e Noruega, que começaram a usar o telefone celular bem antes daqui.
É justamente isso o que dizem os dois relatórios publicados. O estudo do EWG aponta um risco de 50% a 90% de desenvolvimento de tumores.
Esses tumores seriam cerebrais: gliomas (afetam as células que dão suporte e nutrição aos neurónios) ou neuromas do acústico (que afetam um nervo craniano no canal auditivo). Outros pontos da pesquisa mostram mais efeitos da radiação: possibilidade de tumores nas glândulas salivares, segundo um estudo israelense; e enxaquecas e vertigem, segundo relatório com 420 mil assinantes de celular na Dinamarca. Todos os efeitos foram notados em usuários de longo prazo (dez anos ou mais).
O estudo também traz tabelas dos celulares e smartphones que emitem mais e menos radiação, que reproduzimos nesta reportagem. Entre as marcas apontadas como as mais “radioativas”, estão Blackberry e Motorola, entre outras (embora também apareçam um pouco na lista oposta), enquanto Nokia e Samsung aparecem entre as marcas com menos emissão de radiação. A propósito, nenhum dos fabricantes consultados respondeu a nossos pedidos de entrevista. A Nokia afirmou não ter porta-voz para falar sobre o assunto, e a associação 3G Americas disse que só “se pronuncia sobre temas ligados a telecomunicação [?!] e novas tecnologias”. Motorola, Samsung, SonyEricsson, Qualcomm (que fabrica chips) e Blackberry ficaram num eloquente silêncio.
O estudo da EMF Collaborative vai além da questão do câncer e cita estudos que relacionam o uso de telefones celulares ao declínio da fertilidade masculina. Segundo o relatório, adolescentes e homens que guardam seus celulares nos bolsos das calças podem ter menor número de espermatozóides (e menor mobilidade nestes).
O estudo também relata que França, Rússia, Reino Unido, Alemanha, Bélgica, Índia e Israel já chamaram a atenção para o uso de celulares por crianças, preocupados com seus efeitos.
– Nas crianças os efeitos podem ser ainda maiores, porque nelas a reprodução das células ocorre mais amiúde – explica Álvaro de Salles, remetendo à questão da mutação possivelmente provocada pela exposição prolongada à radiação. – E estamos falando de celulares, mas na audiência do Senado americano também se falou de tecnologias wireless como WiFi, Bluetooth, WiMax… No Brasil temos o projeto Um Computador por Aluno (UCA), que prevê o uso de tecnologias sem fio na sala de aula, o que pode ser nocivo às crianças.
Os alertas das pesquisas, entretanto, estão muito longe de ser unanimidade na comunidade científica. DIGITAL entrevistou um físico e três médicos que rejeitaram sem hesitar a relação comprovada entre celulares e tumores. O físico Gláucio Lima Siqueira, do Centro de Estudos em Telecomunicação da PUC-Rio, não deixa pedra sobre pedra no tema.
– Há 15 anos esses estudos, que são apoiados por uma parcela ínfima da comunidade científica (2%), dizem o mesmo blablablá, que o celular é o maior veneno que o homem já conheceu etc. Esses pesquisadores pertencem a um grupo chamado BioInitiative, que apregoa isso há anos – conta. – Mas os outros 98%, como eu, acreditam que, como os níveis de radiação emitidos pelos celulares são muito pequenos, e estão totalmente dentro dos padrões de segurança estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Portanto, o efeito biológico disso é praticamente nulo.
Segundo Gláucio, é fato que as ondas eletromagnéticas interagem com o corpo humano, e tudo em excesso faz mal. Mas, além de os níveis nos celulares serem baixíssimos, há uma confusão disseminada quanto à natureza da radiação celular.
– Confunde-se a onda eletromagnética abaixo da frequência ultravioleta (chamada não-ionizante) com a acima da frequência ultravioleta (ionizante). Esta última, sim, é perigosa – vem dos raios X, dos raios gama, dos próprios elementos químicos radioativos e assim por diante. A do celular (e usada em telecomunicações em geral) não é deste tipo. E, lembre-se, a OMS está com a maioria dos cientistas, o que não impede o debate, é claro.
O físico diz que os defensores dos perigos da radiação celular querem que a OMS baixe seus níveis de segurança para a indústria.
– Só que esses níveis já são tão baixos que isso não faz sentido.
A doutora Michelle Zimmermann, neurologista do Hospital Pasteur, diz que é muito difícil estabelecer e avaliar os reais níveis de radiação dos celulares, mesmo em estudos animais, e por isso há muita especulação na área.
– Na verdade, a maioria dos estudos a favor dessa relação radiação/males à saúde não se confirmou. O problema é que a metodologia dessas pesquisas é mal feita, e a comunidade científica não a aceita com tranquilidade. A maioria aponta como efeito “um tumor cerebral” genérico, e existem inúmeros tipos de tumores, com fatores distintos. Mesmo os mais bem feitos são inconclusivos, e por vezes têm amostras insuficientes de pacientes.
A mesma dificuldade é apontada pelo doutor Arthur Martinez, chefe do Serviço de Emergência do Hospital São Lucas. Como fazer uma pesquisa idônea, comparando efeitos, se hoje praticamente o mundo inteiro usa celular?, pergunta-se ele. (São 4 bilhões de usuários no planeta e 164,5 milhões no Brasil.)
– A discussão é nebulosa. Todos os trabalhos existentes são observacionais, e falta-lhes substância científica. Para provar algo, é preciso pegar um grupo de pessoas com características físicas predeterminadas que nunca usou celular na vida (hoje muito difícil de achar), dividi-lo em dois, botar uma parte para usar celular e comparar os dois grupos ao longo de vários anos – explica.
O doutor Arnaldo Libman, do Centro e Reumatologia e Ortopedia Botafogo, afirma que todos os estudos nesse sentido são especulativos e que o real problema de saúde causado pelo celular é o dano na musculatura do pescoço, quando o seguramos com a cabeça inclinada para anotar algo.
– Isso pode causar dor e queimação no pescoço, descer para o braço e até para a mão, causando formigamento – diz.
Doutor clique - Tecnologia na Medicina
Alguns casos de aplicação de tecnologia na Medicina
Stephane Tommasi, 17 anos, expert em body-boarding, levou um baita susto no mês passado. Pegava onda no Posto 5 quando caiu de mau jeito de uma formação de dois metros e fraturou duas vértebras. Impossibilitada de se mover até que um colete terapêutico ficasse pronto, ela passou parte do tempo no hospital Cardiotrauma, em Ipanema, falando com amigos que sequer precisavam ir vê-la. Usou um serviço recém-implantado no local e em outros dois hospitais no Rio: a visita virtual, via internet sem fio.
Munida de notebook, headset e webcam fornecidos pelo hospital, que tem uma banda larga com uma rede Wi-Fi interna, Stephane pôde conversar à vontade com seus amigos profissionais do body-board, como o parceiro Alexandre Tessotti, no Espírito Santo.
– Consegui me comunicar direitinho com eles através do serviço – conta Stephane, que, valente, voltará ao mar no próximo verão.
Tecnologia ajuda na prevenção e no tratamento
Este é apenas um exemplo da crescente integração entre medicina e tecnologia, que ocorre nas mais diversas áreas – do atendimento ao paciente até a cirurgia, passando pelo diagnóstico mais preciso. No Hospital Albert Einstein, em São Paulo, a tecnologia é fundamental em áreas que vão desde a oncogenética (verificação de predisposição hereditária ao câncer) até delicados procedimentos cardíacos.
– Um dos mais recentes e importantes é a intervenção na valva da artéria aorta (valva aórtica) através de um cateterismo, bem menos invasivo do que a cirurgia convencional – explica a médica Márcia Makdisse, gerente do programa de cardiologia do hospital. – Esse procedimento é alternativo (não indicado para todos os casos) e pode ser feito diretamente no laboratório de hemodinâmica, acompanhado via monitor.
Na parte cardíaca, a dra. Márcia destaca ainda programas de prevenção da arritmia cardíaca através de monitoramento em casa, com um aparelho capaz de transmitir por telefone para o hospital o registro dos batimentos do coração, e novas técnicas tomográficas e nucleares capazes de detectar precocemente lesões prejudiciais ao paciente.
Do ponto de vista dos médicos, a teleconferência via internet é também uma grande pedida. Alexandra Monteiro, médica radiologista da Casa de Saúde São José e coordenadora de telemedicina da Faculdade de Ciências Médicas da Uerj, diz que, no âmbito de iniciativas do governo como o Programa Nacional de Telessaúde, médicos do interior conseguem cotejar diagnósticos com hospitais mais bem aparelhos nas grandes cidades, ajudando a formar diagnósticos mais acurados.
– É possível enviar pela web scans de exames em formatos próprios da medicina, mas é preciso tomar cuidado para preservar a privacidade do paciente, já que a rede é transparente – explica Alexandra. – Estamos aos poucos avançando nessa integração técnico-médica, e acredito que o final do processo será uma biblioteca virtual de saúde em que se possa melhor gerenciar o conhecimento sobre as doenças, algo essencial num país continental como o nosso.
Raio-X digital conta com “Photoshop” de radiografias
Nem só de internet vive o dia-a-dia de clínicas e hospitais. Máquinas poderosas chegam para ajudar a desvendas as manhas das doenças com precisão. Um exemplo é o raio-X digital, que hoje conta com um scanner de alta resolução feito pela Kodak, o DirectView CR-850. Usado, entre outros locais, no Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo (Creb), ele contém um software que é uma espécie de Photoshop voltado para radiografias.
– O técnico insere a chapa no scanner, que em segundos a digitaliza e, depois, é possível manipular a imagem resultante de várias formas: dando zoom, melhorando brilho e contraste, examinado detalhes e por aí vai – explica Bruno Libman, administrador do Creb.
O resultado vai direto para o computador do médico, que pode chegar a um diagnóstico bem mais rapidamente. O reumatologista Eduardo Sadigurschi já consulta direto a versão computadorizada do raio-X para chegar a suas conclusões.
– A imagem fica muito mais nítida e, podendo aproximá-la, conseguimos ver até as menores lesões ortopédicas e reumatológicas – explica o dr. Eduardo. – Isso leva a diagnósticos mais precoces, que ajudam muito no tratamento.
No fim, em vez de levar uma incômoda chapa para casa, a pessoa leva um CD com a imagem, que pode auxiliar numa consulta médica posterior.
Resultados de exames chegam pela internet
Mas os resultados dos exames também podem chegar pela internet. A Veus Technology oferece esse serviço num totem no Labs D’Or, no Rio, e também por email ou celular. Segundo Marcelo Botelho, presidente da empresa, devem ser instalados uns 30 totens até meados do ano que vem em hospitais cariocas.
– O envio de exames vai não só para o totem, mas também para todo o restante do nosso sistema: smartphone, SMS, internet… e agora estamos implantando um serviço de reconhecimento de fala para que o paciente pegue o resultado do exame pelo telefone – diz Marcelo.
Naturalmente, em celulares mais simples o SMS é melhor meio de receber um alerta do resultado (não só para o paciente, como para o médico que precisa liberar um laudo, por exemplo). Mas em smartphones com acesso à internet via browser, como no PC, é possível acessar fotos do exames reduzidas por uma metodologia da própria Veus.
Um passeio pelo laboratório da rede D’Or mostra como a tecnologia mudou a vida de quem faz exames. Máquinas especializadas nos mais diversos tipos de exames – de microbiologia a urina – reduzem drasticamente o tempo de coleta, análise e conclusão de um exame médico.
– Nosso setor é capaz de processar cerca de 450 amostras de urina por dia e cerca de 200 de parasitologia (fezes) – conta Eleir de Lima, coordenadora da parte de urinálise e parasitologia do laboratório.
A maior parte do processo é automática: os profissionais organizam as amostras em bandejas que são inseridas em máquinas integradas ao sistema de computadores do laboratório. Cada amostra leva até 2 minutos para ser examinada. Do início de todo o processo até a liberação do laudo com o aval do médico leva-se cerca de duas horas.
– Com isso, conseguimos enviar alertas precoces aos pacientes, avisando que os exames ficaram prontos antes do fim do prazo – explica Marcelo.
Em outro setor, máquinas testam a que substâncias diversos tipos de bactérias reagem, para determinar o tipo de antibiótico que poderá ser receitado para um paciente.
A computação tem ramificações em diversas áreas da medicina. Uma delas é a oftalmologia. A saúde dos olhos, aliás, é uma grande preocupação depois que o computador chegou. Nesse inverno por que passamos, os casos de conjuntivite são agravados em quem usa o computador constantemente – você sabia?
– Mas nem tanto pelo uso do PC em si: é mais pelo contágio via teclado e mouse, dois meios terríveis de contaminação de conjuntivite viral – diz o oftalmologista do Instituto Penido Burnier de Campinas, Leôncio Queiroz Neto. – E passar álcool neles não elimina o adenovírus que causa a doença.
Outro problema à qual a turma do micro é afeita é o ressecamento dos olhos, porque nos esquecemos de piscar quando estamos diante do computador. A saída, diz o dr. Leôncio, é procurar piscar voluntariamente, botar o monitor 20 graus abaixo do nível dos olhos, evitar ambientes com ar-condicionado e olhar para o horizonte por cinco minutos a cada hora de trabalho no computador.
Um outro lado da tecnologia na área oftálmica é a produção de lentes de óculos high-tech. A Essilor, criadora das lentes Varilux, acabou de lançar a Crizal A2, uma lente manipulada quimicamente para evitar a eletricidade estática.
– Até agora, quando você limpava os óculos, a fricção do pano atraía as partículas de poeira para as lentes – explica Maurício Comfar, gerente de produto da Essilor. – A nova lente teve suas moléculas mexidas, alterando sua densidade, o que repele as partículas na hora da limpeza.
Publicado em O Globo (Revista Digital)
Fasciíte plantar: há tratamento para viver bem, feliz e sem dor
Dor aos primeiros passos pela manhã e sensação de incômodo ou de queimação nos pés, que se repete ao pisar no chão depois de longo período de descanso, são sinais de fasciíte plantar. “A fasciíte plantar é um processo de inflamação na planta do pé, muito frequente em atletas e pessoas acima do peso, que iniciam prática de atividade física. É mais comum nas mulheres que em homens, especialmente após 40 anos. A fasciíte pode ser também um sintoma de outras doenças, como o diabetes e a artrite reumatóide, sendo portanto importante que seu reumatologista, ortopedista ou fisiatra determinem a causa para um adequado tratamento”, explica o médico fisiatra Antônio D’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo o médico, o diagnóstico pode ser feito a partir de exame raio-x, ultrassonografia e, em alguns casos, ressonância magnética, além, claro, do exame do médico. A baropodometria dinâmica computadorizada é um exame complementar que também pode ser solicitado pelo médico, já que trata-se de um exame de alta precisão, disponível no CREB, que indica as alterações posturais do pé. O tratamento pode ser feito com o uso de palmilha ortopédica, medicamentos e medidas de reabilitação, entre as quais fisioterapia, acupuntura e cinesioterapia, buscando equilíbrio corporal através do alongamento da musculatura das costas, coxas, pernas e pés. “Também podemos contar com um novo tratamento, chamado TOC – Terapia de Ondas de Choque, que produz ondas físicas de alta intensidade, não invasivo, praticamente indolor, que leva a desinflamação do local com sucesso em 75% a 80% dos casos”, complementa o Dr. Antônio D’Almeida.
– Para evitar a fasciíte plantar, é importante fazer alongamentos da musculatura posterior e utilizar calçados específicos e apropriados ao seu pé, que o exame da baropodometria dinâmica computadorizada ajuda a determinar. O importante é que há tratamento para a fasciíte plantar e o paciente pode viver bem, feliz e sem dor – finaliza ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619