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CREB dispõe de fisioterapia neurológica para tratamento da espasticidade

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A espasticidade – doença neurológica que apresenta lesão em neurônios motores, responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários – é muito comum em pacientes que apresentam doenças neurológicas como Acidente Vascular Encefálico, Esclerose Múltipl...

A espasticidade – doença neurológica que apresenta lesão em neurônios motores, responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários – é muito comum em pacientes que apresentam doenças neurológicas como Acidente Vascular Encefálico, Esclerose Múltipla, Esclerose Lateral Amiotrófica, Traumatismo Craniano e Lesão Medular, entre outras.

A fisioterapia é de extrema relevância para qualidade de vida dos pacientes

 

“Quando a musculatura de uma paciente apresenta uma alteração clínica, que pode ser definida como uma dificuldade para realizar movimentos de flexão e extensão dos membros afetados, isso significa que ele tem uma espasticidade, causada por uma condição neurológica anormal. Em resumo, o paciente apresenta uma contração muscular mais forte do que em músculos normais, e o tempo para que os músculos relaxem também é maior”, afirma o coordenador de fisioterapia do CREB, Handerson Meurer.

Segundo ele, a espasticidade pode trazer deformidades representadas por clonus muscular, espasmos, contratura da musculatura envolvida, podendo causar dor, dificuldade de manter algumas posturas, tornando difícil o paciente realizar suas atividades de vida diárias. “Para o tratamento da espasticidade, é necessário que seja seguido por um programa regular de fisioterapia neurológica. O fisioterapeuta irá realizar cinesioterapia (alongamento dos músculos, mobilização das articulações) e tratamento com a crioterapia. A fisioterapia é de extrema relevância para qualidade de vida dos pacientes, reduzindo as dores, melhorando a postura e reduzindo algumas deformidades”, explica o profissional do CREB.


Tratamento da osteoporose é efetivo, garante pesquisa inglesa

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A conceituada revista inglesa The Lancet publicou uma pesquisa, realizada na Inglaterra, sobre um amplo trabalho sistemático de rastreamento no risco de fraturas, com mulheres idosas. Essa pesquisa concluiu a efetividade do tratamento no caso de risc...

A conceituada revista inglesa The Lancet publicou uma pesquisa, realizada na Inglaterra, sobre um amplo trabalho sistemático de rastreamento no risco de fraturas, com mulheres idosas. Essa pesquisa concluiu a efetividade do tratamento no caso de risco de fraturas no quadril. De acordo com a The Lancet, nada menos do que 12.483 mulheres foram identificadas e convidadas a participar da pesquisa e desse total, 6.233 foram escolhidas aleatoriamente a participar e fazer o diagnóstico de osteoporose. O tratamento pra a doença foi indicado para 898 mulheres (14%) destas 6.233 voluntárias.

No Brasil temos mais de 10 milhões de pessoas acometidas por esta doença

Os pesquisadores ingleses acompanharam o grupo por um ano inteiro, e apurou-se que que o uso do medicamento para osteoporose foi maior neste grupo do que no grupo de controle, ou seja, 15% comparado a 4% do grupo de controle. Segundo a The Lancet, “a absorção também foi muito maior neste grupo (78% em 6 meses). Em contra partida, Este rastreio não diminuiu a incidência de fraturas relacionadas a osteoporose e nem de fraturas em geral. O único tipo de fratura que teve redução foi as fraturas de quadril. Além disso, não há evidências de que este tratamento gere diferença na mortalidade, níveis de ansiedade ou mesmo na qualidade de vida do paciente”.

– A pesquisa mostra que há uma maior efetividade em fazer screening populacional e tratar a osteoporose. No Brasil temos mais de 10 milhões de pessoas acometidas por esta doença. A osteoporose é uma doença silenciosa, pois muitas vezes é diagnosticada apenas quando acontece uma fratura. É preciso começar a prevenir desde cedo e tratar o quanto antes, evitando fraturas. Esse é o trabalho que fazemos no Prevrefrat CREB – Programa de Prevenção a Refratura do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – afirma o coordenador deste programa, o ortopedista Bernardo Stolnicki.


Jovens também são acometidos pela gota

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É cada vez maior o número de pacientes jovens que procuram um reumatologista por conta da gota. Também conhecida como artrite gotosa, a gota é uma doença metabólica, cuja principal característica de quem é acometido por ela é o alto índice de ácido ú...

É cada vez maior o número de pacientes jovens que procuram um reumatologista por conta da gota. Também conhecida como artrite gotosa, a gota é uma doença metabólica, cuja principal característica de quem é acometido por ela é o alto índice de ácido úrico. A gota apresenta cristais de ácido úrico intra-articular, que causam inflamação, uma dor lancinante e vermelhidão no local. Geralmente, no início, atinge o dedão do pé (podagra) ou mesmo outras articulações do pé, joelho e tornozelo.

A gota provoca um depósito de ácido úrico nas articulações

“Ao contrário do que se imagina, a gota está longe de ser uma doença exclusiva da terceira idade, embora tenhamos um alto número de pacientes idosos acometidos por ela. Não é uma doença exclusivamente articular. O alto índice de ácido úrico é uma das principais características das pessoas com gota, mas isso não é absolutamente determinante: temos pessoas que podem ter um índice alto de ácido úrico e não ter o problema, e vice-versa”, afirma o Dr. Sergio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O reumatologista explica que a gota provoca um depósito de ácido úrico nas articulações, o que acontece, em geral, por alteração do PH local. “ É fundamental que a pessoa se trate e procure um reumatologista regularmente. E é preciso ficar muito atento, porque a gota pode atingir órgãos como o rim, e estar acompanhada de outros problemas, como diabetes e hipertensão arterial, daí a importância de se ter um diagnóstico precoce e tratar. Quem já teve sabe o tamanho da dor que a doença traz”. Ele pontua que a doença tem tratamento, que é medicamentoso e prevê uma dieta especial para baixar o nível de ácido úrico.



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