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CREB dispõe de Kinesio Tape para combater a dor

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Sempre atento aos melhores recursos para oferecer aos seus pacientes, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – dispõe da Kinesio Tape, um composto de fitas adesivas coloridas, que têm como função principal promover o posicionamento func...

Sempre atento aos melhores recursos para oferecer aos seus pacientes, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – dispõe da Kinesio Tape, um composto de fitas adesivas coloridas, que têm como função principal promover o posicionamento funcional das articulações ou de tecidos. A Kinesio tape tem ação analgésica, de acordo com a aplicação e causa do problema, e é muito usada desde o início dos anos 70 em países asiáticos, mas agora é difundida no mundo inteiro.

A Kinesio Tape foi criada pelo médico japonês Dr. Kenzo Kase, para tratamento de várias doenças ortopédicas, reumatológicas e sintomas dolorosos. Hoje é muito utilizada na Europa e nos Estados Unidos, e permite uma integração entre o ambiente e o corpo humano, por meio da estimulação tegumentar (pele).

  • Além de proporcionar ao indivíduo uma reabilitação sem limitá-lo, possibilita que outras técnicas sejam utilizadas sem prejuízo para o paciente. A Kinesio Tape é utilizada nas melhores clínicas de fisioterapia do país. Ela é fabricada com um material hipoalergênico, afastando as chances de uma alergia. A fita é autoadesiva e é aplicada pelo fisioterapeuta diretamente na pele, após indicação do médico. Geralmente, é utilizada entre três e cinco dias consecutivos. “Não há restrições após o procedimento. O paciente pode trabalhar, dormir normalmente, se banhar, sem o risco de perder a aderência da fita – explica o reumatologista Antônio D’Almeida, do CREB.

Segundo ele, é indicada para estimulação e inibição muscular, proteção articular, alívio de dor, correção postural, diminuição de edema, melhora, restauração ou redução de amplitude de movimento e melhora da propriocepção e equilíbrio. O médico do CREB faz questão de alertar que a Kinesio Tape não substitui os tratamentos tradicionais musculoesqueléticos, mas contribui para seu sucesso.


Osteoporose acomete dez milhões de brasileiros

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A osteoporose é uma doença silenciosa. Muitas vezes, a pessoa descobre que é portadora da doença apenas após uma fratura. Mas os números da osteoporose são alarmantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), somente no Brasil há dez milhões de...

A osteoporose é uma doença silenciosa. Muitas vezes, a pessoa descobre que é portadora da doença apenas após uma fratura. Mas os números da osteoporose são alarmantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), somente no Brasil há dez milhões de pessoas acometidas pela doença. No mundo são 200 milhões de mulheres portadoras da doença, o que causa nove milhões de fraturas anualmente nos cinco continentes, ou seja, uma fratura a cada três segundos, segundo a International Osteoporosis Foundation (IOF). A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) projeta para 2020 um quadro de 140 mil pessoas com fraturas osteoporóticas de quadril ao ano. Hoje, são 121.700 fraturas anuais.

A osteoporose tem uma incidência de até 73% em mulheres com mais de 80 anos

“Esses números gigantescos de refraturas poderiam ser menores se as pessoas procurassem o médico regularmente e fizessem os exames necessários. A densitometria óssea, por exemplo, é um exame que indica a condição da osteoporose com dez anos de antecedência”, afirma o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do Prevrefrat, Programa de Prevenção da Refratura da clínica. Segundo ele, a incidência da doença varia de 14% a 29% em mulheres com mais de 50 anos e pode alcançar até 73% em mulheres com mais de 80 anos. Em mulheres com mais de 50 anos, o risco de fratura do colo do fêmur é de 17,5% e da coluna, de 16%. A presença de uma fratura vertebral dobra o risco de futuras fraturas vertebrais.


Quer saber se tem osteoporose? Faça o teste abaixo

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“A osteoporose é uma doença silenciosa. Na maioria dos casos, somente quando ocorre uma fratura a pessoa vai ao médico e descobre ser portadora da doença. Esses números gigantescos de refraturas poderiam ser menores se as pessoas procurassem o médico...

“A osteoporose é uma doença silenciosa. Na maioria dos casos, somente quando ocorre uma fratura a pessoa vai ao médico e descobre ser portadora da doença. Esses números gigantescos de refraturas poderiam ser menores se as pessoas procurassem o médico regularmente e fizessem os exames necessários. A densitometria óssea, por exemplo, é um exame que indica a condição da osteoporose com dez anos de antecedência”, explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do Prevrefrat, programa de prevenção da refratura da clínica.

Cada resposta positiva é um risco para a doença

Segundo ele, é fundamental que as pessoas conversem com seu médico sobre sua saúde óssea, homens e principalmente mulheres acima de 45 anos. O Dr. Bernardo propõe um teste, que leva apenas 2 minutos, para saber se a pessoa tem risco de ter a doença ou não. São 17 perguntas fáceis de responder. “Cada resposta positiva é um risco para a doença. Não significa que a pessoa seja acometida pela osteoporose, mas vale à penas procurar um especialista para conversar sobre o assunto”, explica ele.

A seguir, o teste proposto pelo médico do CREB:

1. Você tem 60 anos ou mais?
2. Já fraturou algum osso após uma simples queda depois de adulto?
3. Seus pais já foram diagnosticados com osteoporose, ou sofreram alguma fratura, especialmente de fêmur, após uma queda?
4. Seu pai ou a sua mãe têm ou tiveram cifose dorsal, mais conhecida como “corcunda”?
5. Você cai frequentemente (mais de uma vez no último ano) ou tem receio de cair devido à fraqueza?
6. Você perdeu mais de três centímetros de altura após os 50 anos de idade?
7. Está abaixo do peso?
8. Já fez uso de medicamentos a base de cortisona por mais de três meses consecutivos?
9. Já foi diagnosticado com artrite reumatoide?
10. Já foi diagnosticado com hipertireoidismo ou hiperparatireoidismo?
11. Entrou na menopausa antes dos 45 anos de idade?
12. Já sofreu de impotência ou perda da libido?
13. Você consome álcool mais de duas unidades por dia?
14. Você fuma ou já foi fumante?
15. Sua cota diária de exercícios é inferior a 30 minutos?
16. Você evita, não gosta ou é alérgico a leite e seus derivados?
17. Você fica menos de 10 minutos por dia ao ar livre, com parte de seu corpo exposto à luz solar?



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