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Acupuntura alivia a dor e é aliada em diversos tratamentos

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A acupuntura é utilizada milenarmente pela medicina oriental, e ganha um espaço cada vez maior no ocidente também, em tratamentos dos mais diversos e alivio da dor.

Para quem não conhece, trata-se do uso de agulhas com espessura de um fio de cabelo, que são aplicadas sobre pontos pré-determinados do nosso corpo, por um especialista que se formou no assunto.

“A acupuntura provoca uma neuromodulação de tudo que envolve o sistema nervoso central e periférico da pessoa. Além de trazer o alívio da dor, essa técnica milenar atua sobre a hipertensão arterial, transtornos do sono, síndromes de equilíbrio, asma, alergias, refluxos gástricos, disfunção erétil, incontinência urinárias e muitas outras patologias”, explica o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia  e professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense.

O médico do CREB pontua que a acupuntura só deve ser feita por profissional habilitado. Reconhecida como especialidade médica no Brasil desde os anos 80, a acupuntura ganha cada vez mais espaço e no CREB é utilizada em diversos protocolos, com muito sucesso. “Há vários estudos que comprovam que a técnica é uma importante aliada na recuperação dos pacientes em diversos tratamentos, além de atuar diretamente sobre a dor, aliviando-a”, diz o Dr. Haim Maleh.


Ortopedista do CREB explica tipos de lesão no menisco

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Ortopedista do CREB explica tipos de lesão no menisco

O menisco é uma estrutura de cartilagem, presente no joelho, responsável pelo amortecimento dessa articulação. Cada joelho possui dois meniscos, o primeiro localizado na parte interna, chamado de menisco medial, e o segundo denominado de menisco lateral, com localização mais externa.

As lesões de meniscos são classificadas em lesões traumáticas e lesões degenerativas.

  • Lesões traumáticas ocorrem em qualquer faixa etária, sendo a principal causa de lesão de meniscos em pacientes abaixo de 40 anos. São causadas após trauma. Já as lesões degenerativas ocorrem geralmente após 40 anos de idade e estão associados ao desgaste cartilaginoso que ocorre a partir dessa faixa etária. Estas não possuem associação com o trauma – explica o ortopedista Marcelo Alvim, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Sintomas da lesão no menisco

Segundo o médico do CREB, o principal sintoma da lesão no menisco é a dor na articulação do joelho, precipitada ao realizar movimentos, principalmente para subir e descer escadas. Além da dor, diz ele, pode haver inchaço ou derrame articular e restrição para mobilidade da articulação, devido a inflamação da membrana sinovial da articulação, resultando na produção de líquido sinovial inflamatório.

  • O tipo de tratamento de uma lesão meniscal dependerá da localização da lesão, do tamanho, do tempo de ocorrência, da idade do paciente. Esses fatores são fundamentais para opção individualizada entre o tratamento cirúrgico ou conservador. O tratamento conservador consiste na realização de fisioterapia, combinando técnicas pra alívio da dor, alongamento e fortalecimento muscular, sendo o principal tratamento indicado para lesões de aspecto degenerativo – explica ele.


Fibromialgia é uma doença pouco conhecida pelos pacientes

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Comemorado em 12 de maio, o Dia Mundial da Fibromialgia foi marcado, no Brasil, pela divulgação de uma pesquisa que revela um dado extremamente relevante: 63% dos brasileiros que têm a doença diagnosticada não sabem descrever os sintomas da fibromialgia ao médico. E cerca de 70% dos que receberam esse diagnóstico jamais ouviram falar até então sobre a doença.

A fibromialgia é uma das doenças reumatológicas que mais levam o paciente ao consultório do médico: segundo dados oficiais, de 3 a 5% da população pode apresentar esse quadro clínico, sendo que de 80 a 90% são mulheres, entre 30 e 60 anos. Os principais sintomas são dores generalizadas pelo corpo, nas articulações, na coluna vertebral, nos músculos e nos tendões, dor de cabeça, sensibilidade maior ao frio, formigamento nos pés e ou nas mãos, tonteiras, desânimo, fadiga, dificuldades para dormir, sono não reparador e, ainda, falta de motivação e tristeza.

– A fibromialgia ainda é uma doença pouco conhecida. Pela dificuldade em se estabelecer um diagnóstico seguro devido a falta de objetividade dos exames radiológicos e laboratoriais, é muito importante que o paciente procure um reumatologista experiente com essa doença. Ele irá se basear em aspectos clínicos, na avaliação da história familiar e no exame físico do paciente – explica o médico reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Antonio D’Almeida.

A pesquisa que revelou o desconhecimento da população em relação à fibromialgia foi realizada pelo instituto Harris Interactive, que ouviu 904 pessoas – 604 médicos e 300 pacientes – no Brasil, na Venezuela e no México. O que torna o assunto ainda mais relevante é que a pesquisa chega a conclusão de que a fibromialgia é desconhecida entre pacientes e, também, entre médicos. Os pesquisadores descobriram que os pacientes chegaram a consultar sete médicos diferentes até chegar ao diagnóstico final.

“A fibromialgia é uma doença de longa evolução, mas a prática regular de exercícios moderados pode controlar as dores. Também há tratamentos medicamentosos, receitados caso a caso ao paciente. Não há uma pílula mágica e sim o entendimento das necessidades do paciente pelo médico e uma adaptação de programação para aquele caso específico, o que traz excelentes resultados e sucesso ao tratamento. Com a melhora da dor, da mobilidade e do humor, o paciente passa a ter uma melhor qualidade de vida, com uma rotina normal de sono e de suas atividades diárias. Isso é possível. É fundamental que o tratamento seja realizado por uma equipe interdisciplinar de profissionais de saúde, com reumatologista, fisiatra e fisioterapeuta, para o devido acompanhamento do paciente. A familiaridade do médico com a doença faz com que seja tratada de maneira bastante satisfatória, através de medicamentos associados a protocolos de reabilitação, como os que temos no CREB, com hidroterapia em piscina apropriada, acupuntura, além de outras medidas fisiátricas”, garante o médico, reafirmando que as pessoas têm o direito de viver bem, feliz e sem dor.



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