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Dores nas articulações causadas pela dengue e chikungunya: como a Reumatologia pode ajudar

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Você sabia que dores nas articulações são sintomas comuns da dengue e da chikungunya?

Essas dores, que podem persistir por semanas após a infecção, são capazes de causar problemas em várias articulações do corpo. A Reumatologia é essencial no tratamento, surgindo como uma forma de oferecer abordagens multidisciplinares para gerenciar a dor e a inflamação, incluindo medicamentos anti-inflamatórios, fisioterapia e terapias complementares.

Os reumatologistas desempenham um papel fundamental no diagnóstico e manejo das dores articulares relacionadas à dengue e chikungunya. E pacientes com sintomas persistentes devem buscar orientação médica especializada para obter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado.

 

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Equipe multidisciplinar trata das sequelas do AVC no CREB

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Quem já foi acometido por um AVC precisa traçar um programa de prevenção secundária e reabilitação.

Ou seja, é preciso se proteger de um novo AVC (Acidente Vascular Cerebral) e se dedicar à reabilitação física para tratar das sequelas da doença. Esse programa é multiprofissional e envolve médicos, fisioterapeutas, terapia ocupacional e fonoaudiólogos, dependendo, naturalmente, da gravidade das sequelas.

Quem afirma é Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, e reumatologia da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Segundo ele, trata-se de uma doença de alta mortalidade e morbidade, e muitos que sobrevivem podem adquirir graves sequelas para o resto da vida.

O CREB conta com um setor específico para tratar sequelas do AVC. Uma equipe multidisciplinar atende o paciente, e isso pode incluir até mesmo aconselhamento psicológico, que na clínica é oferecido aos pacientes gratuitamente. Segundo o Ministério da Saúde, o AVC é a primeira causa de morte em pessoas a partir de 65 anos no Brasil, além da primeira causa de morte de mulheres em geral, passando, inclusive, as estatísticas de morte por câncer de mama. Nos Estados Unidos acontece um caso de AVC a cada 40 segundos.

“A prevenção da doença deve passar fundamentalmente pelo controle dos riscos das doenças cardiovasculares. Ou seja, é preciso controlar a hipertensão arterial, a diabetes, os níveis de colesterol e o peso. O diâmetro da cintura do paciente, por exemplo, é mais um importante indicativo de predisposição para doenças cardiovasculares”, pontua o Dr. Haim.


Atividade física é fundamental na terceira idade

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O Brasil está envelhecendo. Segundo o IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – o país conta, hoje, com uma população de aproximadamente 21 milhões de pessoas com mais de 60 anos. Esse número irá pular para 30 milhões, segundo o órgão, até 2025, o que representará nada menos do que 13% da população brasileira. Tais estatísticas ganham ainda mais importância quando se somam a estatítica da Organização Mundial da Saúde – OMS – garantindo que cerca de 5 a 10% da população com idade acima de 60 anos sofre algum tipo de acidente doméstico grave.

Segundo Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o crescimento da população de terceira idade no país trouxe consigo a discussão sobre qualidade de vida nesta fase. “Percebemos no país um aumento da conscientização, por exemplo, da necessidade de uma alimentação adequada e da prática de exercício físico regular na terceira idade. Isso é essencial, porque nessa fase da vida os músculos ficam mais frágeis, assim como os ossos, e as quedas são comuns e podem ser fatais. Uma pessoa sedentária de 60 anos tem uma considerável redução da força nos membros inferiores, com diminuição da velocidade do andar e perda de equilíbrio, o que aumenta a incidência de quedas e fraturas. A prática de exercício físico deve ser regular, porém supervisionada por um médico especialista. Com certeza, o exercício regular pode reverter essa perda de força e irá ajudar a proteger o idoso de acidentes no dia a dia”, explica o Dr. Eduardo Sadigurschi.

Segundo o médico do CREB, a falta de condicionamento físico compromete atividades simples e prazerosas do dia a dia, como se vestir, ir na rua para comprar um jornal ou mesmo brincar com os netos. “Os exercícios de flexibilidade e o treinamento de força são fundamentais para melhorar a sustentação muscular, o amortecimento de impactos e para reduzir acidentes e lesões degenerativas do aparelho locomotor de uma pessoa da terceira idade. Além disso, reforça o equilíbrio e tem efeito direto na autoconfiança. A melhora da força e da massa muscular é também importante na prevenção e tratamento de distúrbios como a osteoporose, obesidade e o diabetes”, ensina ele.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619