Dor crônica incapacitante pode trazer tristeza e até depressão
Dor crônica incapacitante pode trazer tristeza e até depressão. CREB oferece aconselhamento psicológico para seus pacientes
“As dores muitas vezes tornam-se um impeditivo para a realização de tarefas do dia a dia e também impedem a pessoa de aproveitar suas horas de lazer. Esse quadro gera tristeza, e esse paciente precisa ser ouvido, precisa desabafar e falar disso. Ninguém gosta de sentir dor. Há aqueles que ficam de mau humor, tem quem se cale, quem prefira se reclusar e há, também, quem tente tocar seu dia a dia. Mas a dor crônica, incapacitante, pode trazer tristeza e até depressão”.
O alerta é da psicóloga Daniela Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ela, o desânimo e a tristeza provenientes da dor crônica podem até mesmo agravar o caso clínico do paciente. E é justamente por isso que a clínica oferece para seus pacientes, gratuitamente, aconselhamento psicológico. Trata-se da única clínica de reumatologia, fisiatria e ortopedia que disponibiliza esse serviço, ampliando o tratamento de seus pacientes.
“Ao chegar ao consultório médico, na maior parte das vezes a primeira atitude do paciente é pedir-lhe que elimine esse sintoma. Como tratamos de pessoas que estão com dor, e a dor fragiliza e nos traz certa tristeza, queremos entender a pessoa como um todo – com seu corpo e alma. Criamos nesse serviço de psicologia um espaço de escuta, atenção e acolhimento, onde a psicóloga está disponível para escutar todos os que tiverem demanda de qualquer tipo de sofrimento”, explica a psicóloga. O objetivo, diz Daniela, é focar em questões emergenciais do paciente que não necessariamente precisa de um acompanhamento psicológico prolongado. “Por meio de um processo terapêutico, ele poderá compreender melhor sua situação, se responsabilizando, para assim fazer escolhas, buscando viver melhor”, finaliza.
Osteoartrose: 15 milhões de brasileiros são acometidos pela doença
Responsável pelo desgaste das cartilagens das articulações, a osteoartrose está longe de ser uma doença exclusiva da terceira idade. Muito mais do que isso, apresenta números alarmantes no mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde cerca de 15 milhões de pessoas são acometidos pela doença. O problema é tão sério que a osteoartrose é, hoje, a terceira maior causa de afastamento do trabalho no país.
“A osteoartrose é uma das doenças reumáticas mais comuns. Acomete homens e mulheres e é um erro pensar que acomete apenas pessoas da terceira idade. A doença incide principalmente nas articulações dos joelhos, coluna, quadril, mãos e dedos. No início, ela pode não apresentar os sintomas característicos, entre os quais dor, diminuição dos movimentos, ruído na articulação, as chamadas crepitações, inchaços e até deformidades. Ao menor sinal de dor nas articulações, um médicos Reumatologista ou fisiatra deve ser procurado. Quanto mais cedo começarmos a tratar, melhor será o resultado”, explica o reumatologista Sergio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Tratamento da Osteoartrose
Segundo ele, o tratamento traz alívio da dor, melhora da mobilidade e devolve a qualidade de vida perdida. Cada paciente terá um tratamento individualizado, que inclui medicamentos, exercício físico regular orientado e alimentação regrada. É importante acrescentar que modernamente utiliza-se medicação específica, que pode melhorar a dor, a mobilidade e evitar uma cirurgia. “No CREB, utilizamos protocolos que incluem a prática de pilates, RPG, acupuntura e hidroterapia, realizada em nossas piscinas aquecidas, específicas para esse fim. É cada vez maior o número de pessoas, na faixa dos 40 anos, que chegam no consultório com quadro de osteoartrose. Não se pode pensar que é uma doença da terceira idade, porque definitivamente não é”, afirma o Dr. Sergio.
Tendinite provoca dor, vermelhidão e inchaço
Sintomas da Tendinite: intensa dor, vermelhidão, inchação ou edema e até perda funcional parcial do tendão ou tendões envolvidos.
Essas são as consequências de uma tendinite, inflamação no tendão, uma das maiores queixas dos pacientes que se dirigem aos consultórios dos ortopedistas. O fundamental é procurar um especialista, que irá avaliar o grau da lesão e propor o melhor tratamento, medicamentoso e que inclui protocolos que envolvem fisioterapia, eletroterapia, acupuntura e hidroterapia.
“Nossos músculos têm a função de promover o movimento. Em suas extremidades, existe uma transição entre o tecido muscular e o tecido fibroso, que se adere à parte óssea. Tendão é o nome desse tecido altamente resistente e fibroso. Mas nós exercitamos os nossos tendões o dia inteiro, seja caminhando ou praticando atividade física. Um movimento abrupto ou excessivo pode provocar uma inflamação. Quando isso acontece, o ideal é interromper qualquer exercício e mesmo uma caminhada. As vezes, a dor inicial não é tão intensa e a pessoa resolve continuar sua caminhada. E um especialista deve ser consultado”, explica o Dr. Antônio D’Almeida, fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Segundo ele, é preciso evitar que uma simples lesão se transforme em um caso mais complicado. O médico poderá receitar aplicação de gelo, medicamento e fisioterapia. Mas a pergunta é: como evitar a tendinite? A melhor forma é manter a prática regular de exercício físico, sem excessos. “Alongar primeiro é fundamental”, alerta o médico. Perder alguns quilos, para aqueles que estão com sobrepeso, também é muito importante.
– Em casos em que não há melhora com a terapia convencional , contamos, aqui no CREB, com a TOC – Terapia de Ondas de Choque, que segundo estatísticas internacionais resolve 80% dos casos que o tratamento tradicional não dá conta. A Terapia de Ondas de Choque na realidade não é com choques e sim com ondas acústicas.É uma terapia não invasiva e geralmente indolor – acrescenta o Dr. Antônio.
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