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Um travesseiro inadequado pode trazer problemas para sua coluna

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Muitas vezes, a gente acorda com dores na coluna, e acha que isso é fruto de uma simples noite mal dormida, ou um mal jeito qualquer durante o dia anterior.

Mas o problema pode estar no travesseiro. Um travesseiro inadequado pode provocar dores constantes e trazer problemas para a nossa coluna vertebral.

“Um travesseiro inadequado pode trazer um desconforto que terá reflexos no dia a dia e pode até ocasionar problemas mais sérios, influindo na nossa qualidade de vida. Para começar, pode trazer dormência nas mãos. Depois, com o passar do tempo, dor crônica nas costas, e até artrose, pequenos desgastes nas vértebras, e desvio na coluna. Claro que tais sintomas também podem acontecer devido a outros fatores, como vícios de postura, genética, obesidade, falta de atividade física, movimentos repetitivos, entre outros. Mas um travesseiro inadequado pode trazer sérios problemas sim”, afirma o Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, e professor de reumatologia da UFF.

A correta forma de dormir é posicionando-se de lado

Segundo ele, a correta forma de dormir é posicionando-se de lado, para que a coluna permaneça alinhada. As pernas devem estar dobradas, e os joelhos flexionados, em posição fetal, o que ajuda a aliviar a tensão da lordose lombar. O Dr. Haim diz que dormir sem travesseiro é tão ruim quanto usar um travesseiro inadequado.

“Quem tem problemas de respiração ou refluxo deve usar travesseiros que mantenham o corpo mais elevado. O travesseiro não pode forçar a coluna, não pode ser alto ou baixo demais. E deve ser trocado de dois em dois anos, impreterivelmente”, estabelece o médico.


A eficácia do etanercept para os pacientes com amiloidose

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O tratamento com etanercept foi mais eficaz do que o tratamento com ciclofosfamida para pacientes com amiloidose. É o que garantem cientistas que publicaram artigo na revista Rheumatology . O estudo diz também que a proteína C-reactiva (PCR), a albumina e a taxa de filtração glomerular estimada puderam ser biomarcadores úteis para a análise.

“O alelo de amiloide A 1.3 no soro não foi um fator que afetou o tratamento em pacientes japoneses com amiloidose AA secundária a artrite reumatoide. A ciclofosfamida e o etanercepte (ETN) foram administrados a 62 e a 24 pacientes com artrite reumatoide, respectivamente, nos quais se confirmou o diagnóstico da amiloidose AA por biópsia.
Os autores avaliaram se o alelo SAA1.3, um fator que indica um risco genético e um mau prognóstico para os pacientes japoneses com artrite reumatoide e amiloidose AA, influenciaram os tratamentos e a análise retrospectiva da eficácia das duas drogas, mediante os métodos estatísticos”, divulgou o site medCenter.com, à respeito do artigo publicado.

Os resultados da pesquisa foram:

• Dois grupos de tratamento foram semelhantes, exceto pelo genótipo SAA1.3 (p=0,015) e pela duração da amiloidose AA, a partir do diagnóstico (p

• Os pacientes que receberam o etanercepte tinham uma função renal ligeiramente mais deficiente, ou seja, uma proteinúria em 24 horas (p = 0,02), ao início do tratamento.

• O etanercepte demonstrou mais eficácia do que a ciclofosfamida, segundo se demonstrou pelas concentrações significativamente menores da PCR no soro (P para ambos

• O alelo SAA1.3 não alterou a resposta às drogas em pacientes com amiloidose AA secundária a artrite reumatóide.

– O etanercept pode ser futuramente uma nova opção de tratamento para pacientes com amiloidose, para manejo da proteinúria, tendo como vantagem a menor toxicidade se comparada a ciclofosfamida, que oferece risco de infertilidade e cistite hemorrágica . Mais estudos são necessários para confirmar a aplicabilidade da medicação – explica o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor da UFRJ, Dr. Haim Maleh.


Artrose no joelho: é possível eliminar a dor e voltar a ter qualidade de vida

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Idade, excesso de peso, seqüelas traumáticas e fatores genéticos são as principais causas da artrose no joelho. “A artrose é um desgaste da articulação e é muito comum em pessoas com mais de 60 anos. Causa dor, dificuldade de movimentar a articulação, creptação e, eventualmente, o joelho se apresenta quente e mesmo avermelhado. Em casos mais graves, o paciente não consegue nem andar”, explica o Dr. Rodrigo Castelo Branco, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo– e especialista em medicina do esporte.

Segundo o médico, ainda que o maior número de casos está entre aqueles com mais de 60 anos, a artrose no joelho também pode acontecer em pessoas jovens, geralmente por sequela pós-traumática ou instabilidade devido a lesões ligamentares. “A artrose tem vários tipos de tratamento, que devem ser ajustados caso a caso. E que visa melhorar o movimento, ampliar o arco da articulação, reduzir a inflamação e dar qualidade de vida, o que é possível. Ou seja, o tratamento busca devolver ao paciente a qualidade de vida perdida, eliminando a dor e restabelecendo a função do joelho. Receitamos remédios por via oral, fisioterapia e protocolos que envolvem hidroterapia e acupuntura, por exemplo”, explica o médico, ressaltando que é necessário fortalecer e alongar os músculos nestes casos.

Um novo tratamento também se mostra muito eficaz para casos como este. Trata-se da viscossuplementação, disponível no CREB. São injeções intra-articulares de ácido hialurônico, o mesmo componente que já existe no líquido sinovial de uma articulação saudável. O líquido sinovial perde sua capacidade funcional com a idade e com o processo de artrose, e o uso dessas injeções de ácido hialurônico exógeno vem sendo utilizado com sucesso. O tratamento, feito na própria clínica, com três a cinco aplicações, traz alívio para a dor e melhora da função.

– A artrose tem tratamento e hoje é possível devolver ao paciente a qualidade de vida perdida e acabar com a dor. Um especialista deve ser procurado ao menor sinal de dores constantes no joelho para diagnosticar o problema e iniciar o tratamento – finaliza ele.



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