Dor nas costas que irradia para as pernas pode ser dor ciática
Você sabia que cerca de 80% da população mundial sente dor nas costas em algum momento da vida? A dor lombar é a que mais leva pessoas aos consultórios médicos.
Esse incômodo nas costas, que muitas vezes se irradia até as pernas, acompanhando o trajeto do nervo ciático, é conhecido como dor ciática. Ele pode ser causado por hérnia de disco, ocasionando dormência, formigamento e perda de força.
O diagnóstico é realizado através de exames como raios-X e eletroneuromiografia, que avalia a saúde dos nervos e dos músculos.
Segundo o Dr. Bruno Coutinho, neurofisiologista do CREB, 95% das pessoas que sofrem com hérnia de disco não precisam de uma cirurgia. A reabilitação pode ser realizada por meio de fisioterapia, acupuntura, hidroterapia, massagem e, eventualmente, uso de medicamentos.
Se você sente dores semelhantes a essa, procure um especialista. Melhore sua qualidade de vida o quanto antes!
Tratamentos |
| • Fisioterapia. |
| • Acupuntura. |
| • RPG. |
| • Hidroterapia. |
| • Cinta lombar para alívio da dor no quadro inicial. |
| • Compressas, massagens e alongamentos são opções caseiras para alívio da dor, enquanto se espera pela consulta médica. |
Dr. Bruno Coutinho
Médico Neurologista
Especialista em Neurofisiologia, Mestre e Doutor em Neurologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF).
Este artigo é meramente informativo e não deve ser utilizado para autodiagnóstico, autotratamento ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte um médico.
Vacina em pacientes portadores de Doença Reumatológica Autoimune
É fundamental a busca de ajuda médica, principalmente do reumatologista para que a indicação da vacina seja feita de forma adequada, individualizada, contemplando aspectos da doença e do tipo de tratamento realizado por cada paciente.
A campanha nacional do Programa Nacional de Imunização da Gripe ocorrerá no período de 12 de abril a 09 de julho de 2021, sendo fundamental a adesão da população para prevenir o desenvolvimento da doença e o surgimento de complicações e também para reduzir os sintomas que podem ser confundidos com casos de COVID-19.
Pacientes reumatológicos, portadores de doença autoimune e em uso de medicação imunossupressora necessitam de orientações quanto à realização ou não da vacinação, já que alguns tipos de vacina podem levar a interação e ativação com a doença de base.
A Sociedade Brasileira de Reumatologia formulou orientações que ajudam a esclarecer pontos referentes à vacina da gripe e a pandemia da COVID. Em uma força tarefa publicada recentemente esclarece que pacientes que já foram infectados pela COVID, podem realizar a vacinação já que até o momento não há evidências, de qualquer preocupação de segurança na vacinação de indivíduos com história anterior de infecção ou com anticorpo detectável pelo SARS-CoV-2.
Além disso, também pontua que a campanha de vacinação contra a influenza vai coincidir com a da COVID-19 para pessoas contempladas no grupo prioritário. Nestas situações, é importante que seja priorizada a administração da vacina contra a COVID-19 e depois deve-se agendar a vacina contra a influenza, respeitando o intervalo mínimo de 14 dias entre as vacinas.
É sempre fundamental a busca de ajuda médica, principalmente do reumatologista para que a indicação da vacina seja feita de forma adequada, individualizada, contemplando aspectos da doença e do tipo de tratamento realizado por cada paciente. No CREB você conta com uma equipe de reumatologistas que podem auxiliar.
Como o fisioterapeuta pode contribuir na atenção primária
A atenção primária à saúde deve estar no centro das ações e que são responsáveis pelo diagnóstico preciso e na análise das informações, que através da estratificação, coordena a jornada do paciente não só ao tratamento inicial da afecção na fisiotera...
Por Mauricio Garcia
Nesse atual momento que estamos vivendo, vale observar quais foram as lições que esta pandemia nos trouxe. Seria um desperdício que a humanidade passasse por este choque de comportamentos e atitudes, sem que houvesse um aprendizado.
No que diz respeito à saúde, é certo que esta pandemia mostrou que nenhum sistema de saúde no mundo, estava preparado para enfrentar os desafios que foram apresentados, e que algo deve ser feito na busca de um novo modelo de assistência através de um novo olhar sobre os cuidados integrados. É necessária uma nova mentalidade dos pacientes, dos gestores do segmento de saúde e das operadoras de saúde, entendendo que o primeiro contato deve estar focado na atenção primária.
A atenção primária à saúde deve estar no centro das ações e que são responsáveis pelo diagnóstico preciso e na análise das informações, que através da estratificação, coordena a jornada do paciente não só ao tratamento inicial da afecção na fisioterapia, mas introduzi-lo num fluxo de atenção à doença com iniciativas de programas de prevenção que contemplam desde a educação, acompanhamento, até a reabilitação.
A falta de recursos e infraestrutura e do desconhecimento dos gestores quanto ao papel da fisioterapia, cria uma oportunidade que deve ser melhor explorada, pois existe um papel fundamental do fisioterapeuta, na educação em saúde, demonstrando a importância desses cuidados através de uma nova dinâmica do setor com inovação, tecnologia e avanços na telessaúde. Neste contexto, é essencial que as operadoras de saúde estejam receptivas à essa mudança de paradigma, pois é uma mudança cultural e que já vem acontecendo com perspectivas infinitas.
O desafio está aí para ser enfrentado e solucionado, e as ferramentas estão disponíveis com modelos de tecnologia que permitem a gestão e monitoramento dos pacientes, tornando a atenção mais humanizada e resolutiva, baseadas em indicadores de qualidade quanto aos desfechos clínicos, custo-efetividade e experiência do paciente, reduzindo a segmentação entre os setores público e privado.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
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