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Tênis inadequado pode provocar até dor na coluna de corredor de rua, alerta ortopedista do CREB

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Tênis inadequado pode provocar até dor na coluna de corredor de rua, alerta ortopedista do CREB

Correr na rua é um esporte que atrai um número cada vez maior de pessoas, principalmente pela facilidade da prática: basta um local plano e adequado, e pronto. Mas será que basta isso? O ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, João Marcelo Amorim, médico do time de futebol do Flamengo, diz que não. Ele garante que utilizar o tênis correto para o tipo de pisada do corredor é fundamental para uma atividade saudável e que traga apenas benefícios.

  • As pessoas acham que basta ir até a beira da praia ou numa pista calma e plana, e está tudo resolvido. De fato, é um esporte simples, mas é preciso utilizar um tênis correto e adequado. Isso é fundamental para que o corredor não tenha problemas – garante ele.

Segundo o Dr. João Marcelo, é preciso consultar um médico especialista para avaliar se esse é o esporte adequado para a pessoa. O médico irá, de acordo com o ortopedista do CREB, indicar o tênis adequado para a prática da corrida.

  • Não basta comprar um tênis caro, de marca. Existem três tipos de pisada: a neutra, a supinada e a pronada, cada uma com suas variações, como leve, moderada e intensa. Alguns fabricantes de tênis oferecem produtos direcionados para cada tipo de pisada. É preciso utilizar o tênis correto, adequado à pisada do praticante de corrida. Um tênis inadequado pode trazer bolhas, calos, dores no pé, no joelho e até na coluna – explica ele.

Teste da pisada

Para saber qual é o tipo de pisada do paciente, o CREB dispõe de um exame chamado baropodometria dinâmica computadorizada, que faz uma avaliação tridimensional do movimento do paciente. O médico utilizará os resultados deste exame para indicar o melhor tênis ao paciente.


CREB oferece consultas por teleatendimento para seus pacientes

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CREB oferece consultas por teleatendimento para seus pacientes

O atendimento médico à distância, conhecido como teleatendimento, tem sido tema de discussão do Conselho Federal de Medicina (CFM), mas em tempos de coronavírus tornou-se necessário, respaldado, inclusive, pelo Ministério da Saúde. Nesse momento, o teleatendimento vem sendo recomendado, para que os pacientes não deixem suas casas, mas possam dar continuidade aos seus tratamentos.

Para evitar a necessidade do deslocamento durante a quarentena imposta pelo coronavírus e, principalmente, para não interromper o tratamento médico de seus pacientes, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – está oferecendo consultas por teleatendimento. As consultas são realizadas pelo médico assistente do paciente, por meio de vídeo.

O paciente deve consultar seu plano de saúde para saber se o serviço é coberto. Para marcar uma consulta de teleatendimento, basta ligar para o CREB, informar o nome do médico assistente e acertar a agenda com a recepcionista. O telefone é (21) 3182-8282.


Novo medicamento para osteoporose é aprovado nos EUA

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Novo medicamento para osteoporose é aprovado nos EUA

Um novo medicamento para osteoporose foi aprovado pela Food and Drug Administations (FDA), nos Estados Unidos. Trata-se do Romosozumab, um inibidor da esclerostina, que atua por meio de uma nova via (Wnt) e tem efeitos anabólicos e antirreabsortivos, aumentando a formação óssea e prevenindo fraturas.

Pesquisas científicas apontam que este novo medicamento reduz significativamente o risco de fraturas em mulheres na pós-menopausa com osteoporose. Foram feitos testes em cerca de 11 mil mulheres na pós-menopausa, em dois ensaios clínicos multicêntricos, duplo-cegos. Um estudo randomizou cegamente indivíduos para receber romosozumabe subcutâneo mensal ou alendronato oral semanal por 12 meses. Ambos os grupos tomaram alendronato oral semanal (70 mg) durante o segundo ano de acompanhamento. Durante os dois anos de estudo, os pacientes do grupo romosozumabe-alendronato apresentaram um risco 48% menor de novas fraturas vertebrais do que os pacientes do grupo alendronato-alendronato. Além disso, o risco de fraturas não vertebrais foi 19% menor e o risco de fratura de quadril foi reduzido em 38% no grupo romosozumabe em comparação com o grupo alendronato.

Em torno de 30% das mulheres na pós-menopausa têm osteoporose, nos Estados Unidos

Acredita-se que ao menos 40% delas sofram uma ou mais fraturas por fragilidade, de acordo com a Fundação Internacional de Osteoporose.

“Há muitos mal-entendidos: a osteoporose não é um problema de estilo de vida que pode ser somente tratada com suplementos de cálcio e vitamina D”, alerta a reumatologista Isis Reis Carvalho, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ela lembra que a osteoporose é conhecida como uma doença silenciosa, que geralmente aparece apenas quando há uma fratura. Segundo a reumatologista do CREB, um exame chamado densitometria óssea, disponível na clínica, pode diagnosticar a doença com precisão e precocemente – o exame detecta a osteoporose quando há perda de apenas 1% de massa óssea.

O melhor tratamento da Osteoporose é a prevenção, evitando refraturas



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