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Suplementos de cálcio e vitamina D são suficientes no tratamento da osteoporose?

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Embora o cálcio e a vitamina D tenham um papel importante no tratamento da osteoporose, eles não são suficientes quando usados ​​sozinhos.

A osteoporose é uma doença do metabolismo ósseo caracterizada pela perda de massa óssea, enfraquecimento ósseo e fraturas. É uma doença silenciosa, pois não resulta em dor e desconforto articular, porém complica com fraturas principalmente no fêmur e coluna vertebral. Pode ser diagnosticada através de um exame chamado densitometria óssea.

A doença ocorre principalmente em mulheres na pós menopausa, homens à partir dos 70 anos de idade e são fatores de risco para doença: tabagismo, sedentarismo, etilismo, descendência asiática, história na família de osteoporose em parente de primeiro grau,  dieta pobre em fonte de cálcio, doenças da tireóide, doença intestinais disabsortivas (Doença Celíaca), doenças reumatológicas inflamatórias (Artrite Reumatóide), medicamentos (corticóides).

Embora o cálcio e a vitamina D tenham um papel importante no tratamento da osteoporose, eles não são suficientes quando usados ​​sozinhos. Eles devem ser usados ​​em combinação com um agente anti reabsortivo, tais como a classe de medicamentos denominados bifosfonatos.

Em quase todos os ensaios clínicos randomizados de agentes anti reabsortivos, os pacientes que tomaram esse tipo de medicação tiveram significativamente menos fraturas do que aqueles que tomaram apenas cálcio e vitamina D. Assim, concluímos que quando suplementados sozinhos não são adequados.


Correr na rua não é tão simples quanto parece

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Um dos esportes que mais cresce no mundo, pela sua eficácia e fácil acesso, é a corrida de rua.

Uma boa calçada, tempo e muita disposição são suficientes para se tornar um corredor de rua? A resposta certamente é não. Se praticada de maneira incorreta, esse esporte pode provocar sérias lesões nas articulações, fraturas e até infarto. Tanto que uma pesquisa realizada pelo Núcleo de Estudos em Esporte e Ortopedia, pela Corpore (a maior organizadora de corridas da América Latina) e pela Sociedade Brasileira de Traumatologia, com nada menos do que 7.731 corredores amadores demonstrou que 71,2% dos entrevistados já sentiram dores em decorrência do esporte e 53,1% já sofreram lesões.

Consulte o seu médico antes de iniciar atividade esportiva

Antes de começar efetivamente a praticar a corrida de rua, é preciso consultar um médico especialista. São três tipos de exames que precisam ser feitos para aferir a saúde do candidato a atleta: o cardiovascular examina a pressão arterial e a frequência cardíaca, o metabólico mede as taxas do sangue, como o colesterol e a glicose, e o biomecânico identifica a pisada do atleta e a angulação dos joelhos.

“Correr não é uma aventura. É preciso ter cuidados para não transformar o esporte e um grande problema. O uso de tênis inadequado, por exemplo, tem relação direta com quatro das nove principais lesões causadas pela prática incorreta deste esporte. Dores constantes na coluna, no quadril, joelho, tornozelo ou pé podem indicar algum tipo de distúrbio nos pés, com alteração no tipo de pisada e consequente desequilíbrio postural. Um médico especialista deve ser consultado para apontar o diagnóstico e o tratamento correto”, explica o ortopedista, especialista em pés e tornozelos, Marcio Taubman, do CREB –  Centro de Reumatologia e Ortopedia.

– O tipo de tênis utilizado é uma preocupação que o corredor não pode deixar de ter. Existem três tipos diferentes de pisadas. A neutra, a supinada, que é para fora, e a pronada, que é para dentro. E há um tipo de tênis para cada caso. Existe um exame, chamado baropodometria computadorizada dinâmica, que avalia o tipo de pisada e revela qual o calçado ideal. Esse exame é muito importante – complementa.

Exame importante para avaliar a sua pisada

A baropodometria computadoriada dinâmica é um moderno exame, que auxilia no diagnóstico de inúmeros problemas dos pés e das dores que afligem as pessoas em caminhadas e corridas. A baropodometria localiza os pontos de apoio na planta do pé durante a pisada e faz a mensuração  precisa da  pressão exercida sobre cada um destes pontos.

O paciente deve ser avaliado parado e em movimento e esse exame auxilia o médico a determinar se o paciente tem algum problema ou doença. Alterações posturais observadas nesta avaliação podem desencadear dores em regiões como a coluna, quadril, tornozelo, joelho e no próprio pé. “Essas alterações podem ser tratadas com a confecção e uso de uma palmilha chamada palmilha postural. Essa palmilha tem como objetivo reduzir o pico de pressão da pisada e redistribuir corretamente a força de reação ao solo por toda a região plantar”, diz o médico.


Você sofre com dores crônicas? Descubra a Terapia de Ondas de Choque com Dr. Antonio D'Almeida

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Você sente dor constante nas articulações, especialmente no ombro, quadril, cotovelo ou joelho?

Esses podem ser sinais de bursite ou tendinite, uma inflamação dolorosa que pode afetar sua qualidade de vida. Felizmente, há uma solução eficaz e moderna: a Terapia por Ondas de Choque (TOC).

Este método praticamente indolor e não invasivo utiliza ondas acústicas para tratar diversas condições, muitas vezes substituindo a necessidade de cirurgia, possibilitando resultados impressionantes em pacientes que não obtiveram alívio com outros tratamentos, incluindo a fisioterapia.

"A eficácia é perceptível nas primeiras sessões, sem necessidade de internação e com a vantagem de reduzir o uso crônico de medicamentos." Dr. Antonio D'Almeida

Atuação das Ondas de Choque

  • Ação Mecânica: Formando microbolhas que eclodem, causando a fragmentação da calcificação.
  • Ação Vascular: Promovendo a neovascularização, melhorando a irrigação e oxigenação local.
  • Ação Analgésica e Anti-inflamatória: Estimulando a liberação de enzimas que atuam na dor e inflamação.

Recomendações da Terapia por Ondas de Choque

A terapia altamente recomendada para tratar tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo aprovação do FDA. Popular nos Estados Unidos e na Europa, vem ganhando espaço no Brasil devido à sua eficácia e excelente custo-benefício, sendo de oito a dez vezes mais econômica que uma cirurgia, além de minimizar os riscos associados à internação hospitalar.

No CREB, a terapia pode ser combinada com acupuntura, hidroterapia e reabilitação física, oferecendo um tratamento completo para os problemas musculoesqueléticos.

Não deixe a dor limitar sua vida!

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