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Pilates, poderoso aliado no tratamento de lombalgias

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O Pilates pode ser um poderoso aliado no tratamento de lombalgias crônicas não específicas, que causam dores e desconforto aparente na região inferior das costas. “O Pilates permite excelentes exercícios sem a necessidade de esforço físico intenso. É cada vez mais indicado para trabalhar a flexibilidade, o fortalecimento dos músculos, além da respiração e da conscientização corporal. É muito diferente dos exercícios praticados em academia de ginástica”, explica o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, que oferece Pilates médico, ou seja, orientado e supervisionado  por médicos fisiatras.

– Dor na coluna é uma das a maiores reclamações da maioria das pessoas quando se trata de mudança de estilo de vida. As dores poderão aparecer de forma progressiva ou de uma só vez. Quando isso acontece, acontece, grande parte dos pacientes tomam a pior providência: a auto-medicação. Dor na coluna pode ser o grito de alerta de que alguma coisa não vai bem,  é um sintoma de uma série de problemas e só um médico poderá diagnosticá-la. Uma das  melhores  formas de manter seus músculos saudáveis é a prática de Pilates, que fortalece a musculatura, assegurando um melhor suporte para coluna, maior flexibilidade e uma melhor postura.  Este tipo de exercício pode ser praticado por qualquer pessoa, seja de que idade for, desde que devidamente orientado pelo médico. No CREB muitas vezes associamos também para esse tipo de lombalgia  medidas de fisioterapia analgésicas e a acupuntura, com ótimos resultados. Cada um faz os exercícios no seu ritmo e irá encontrar os resultados positivos no seu próprio tempo – finaliza ele.


Terapia por Ondas de Choque tem excelentes resultados para pseudo artrose

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Fraturas que não se consolidam corretamente há pelo menos seis meses são conhecidas como pseudo artrose e podem gerar dor e até perda de função na região. “São dois segmentos ósseos instáveis. Os locais mais comuns onde temos pseudo artroses são os de baixa vascularização, como por exemplo a fíbola (perônio) e a tíbia, na sua posição inferior, além de ossos do ante braço. O diagnóstico é feito a partir de exame radiológico ou ressonância magnética, que demonstra a não consolidação da área fraturada”, explica o fisiatra e reumatologista Antônio Rodrigues d’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Frustradas as expectativas e alternativas dos ortopedistas, a Terapia de Ondas de Choques – TOC –é uma boa opção para a pseudo artrose. “Geralmente são necessárias de cinco a sete sessões da TOC, em intervalos semanais, com início da reossificação cortical a partir do quarto ou quinto mês após essas aplicações”, afirma o médico, lembrando que os resultados da TOC são muito positivos.

– A TOC é o que há de mais novo no mundo no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, e o CREB é pioneiro no Rio de Janeiro – finaliza ele.


Diagnóstico da fibromialgia depende da interação médico – paciente

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O diagnóstico correto da fibromialgia não depende de exames de sangue ou de raio-x, e sim a partir da interação entre o médico reumatologista ou fisiatra e o paciente. É exclusivamente na consulta médica que a doença será diagnosticada e, a partir daí, tratada. “Não se conhece, ainda, totalmente as causas da fibromialgia. É na consulta que se pode diagnosticar a síndrome, através do histórico do paciente e de exames feitos dentro do consultório. A verdade é que o médico precisa ter experiência no assunto, pois um dos indicativos que temos são as dores amplificadas que o paciente sente. Mas a fibromialgia não é a única causa de dores músculo-esqueléticas”, explica Sérgio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Uma recente pesquisa demonstra que a fibromialgia é diagnosticada em pelo menos 5% dos pacientes que vão ao consultório médico devido a dores constantes e em 10% a 15% dos pacientes que procuram um reumatologista com a mesma queixa. “Para diagnosticar a fibromialgia, não basta perceber a quantidade de pontos onde há dores. É preciso identificar outros sintomas, como fadiga exagerada, distúrbios do sono, dores de cabeça, alterações intestinais e até depressão”, pontua o reumatologista. “Pessoas que têm algum tipo de informação sobre a doença e sentem dores pelo corpo podem achar que têm fibromialgia. Cabe ao paciente explicar ao médico com detalhes como sente as dores, onde e em que ocasiões. Com o histórico do paciente, informações detalhadas e um bom exame físico, a doença poderá ser diagnosticada. A experiência do médico certamente é um diferencial neste diagnóstico”, completa ele.

Estatísticas apontam que em torno de 4% da população mundial sofre de fibromialgia. No Brasil, acredita-se que 4,8 milhões de pessoas são fibromiálgicos, mas apenas 2,5% recebem o tratamento adequado. “Um dos problemas que encontramos para tratar da doença é o preconceito, pois o paciente sente muitas dores, às vezes mesmo com um simples contato físico, mas nenhum exame comprova essas dores. Então, muitas vezes os próprios familiares não acreditam na doença. A boa notícia é que é possível viver bem, feliz e sem dor. Temos tratamentos avançados, associados a protocolos que incluem a hidroterapia e a acupuntura, e a prática regular de exercícios físicos orientados, que trazem excelentes resultados. Mas para que isso aconteça, é preciso procurar um especialista com experiência”, finaliza o Dr. Sérgio Rosenfeld.



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