Ortopedista do CREB participa do programa Bem-Estar, da TV Globo
O ortopedista João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e médico do time de futebol profissional do Clube de Regatas do Flamengo, participou do programa Bem-Estar, da TV Globo, na edição de 5 de julho. Especialista em medi...
O ortopedista João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e médico do time de futebol profissional do Clube de Regatas do Flamengo, participou do programa Bem-Estar, da TV Globo, na edição de 5 de julho. Especialista em medicina do esporte, o Dr. João Marcelo participou de praticamente todo o programa, comentando as principais matérias exibidas no dia, principalmente sobre as aulas de surf que a apresentadora Mariana Ferrão teve. O Dr. João Marcelo falou sobre a preparação da apresentadora, bem como os benefícios e cuidados com o esporte. Sobre a preparação de Mariana, o Dr. João Marcelo destacou que é fundamental, na prática de qualquer esporte, fazer um trabalho de prevenção. “Se a musculatura não estiver preparada, o excesso de repetição de movimentos pode gerar dor”, alertou ele. O médico do CREB pontuou que o surf é um esporte completo e que o praticante deve estar preparado para que o prazer de surfar não se transforme em um problema. “O mar é imprevisível, o que dá ao esporte uma movimentação grande. O praticante tem que estar bem preparado. Até para levar um caixote, o famoso caldo, tem que ter fôlego e estar preparado”, pontuou ele. Sobre a dor, o Dr. João Marcelo disse que a atividade física deve ser interrompida. “A dor vem de um processo inflamatório. É um sinal de alerta. Apareceu a dor, tem que procurar um médico”, disse ele. Segundo o ortopedista, a prática de surf traz equilíbrio, resistência e força, além de forma física.
Lombalgia: ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado
Nada menos do que 50 milhões de brasileiros – praticamente 25% da nossa população – tem lombalgia, ou seja sentem dores na região lombar da coluna vertebral. Essas dores vão de ligeiros desconfortos à dores mais intensas, sensação de queimação e até...
Nada menos do que 50 milhões de brasileiros – praticamente 25% da nossa população – tem lombalgia, ou seja sentem dores na região lombar da coluna vertebral. Essas dores vão de ligeiros desconfortos à dores mais intensas, sensação de queimação e até limitação e incapacidade de ficar com o corpo ereto. “A maior parte das lombalgias são agudas, e aparecem de forma rápida, reversível com o repouso. Mas uma lombalgia não tratada pode se complicar”, garante o Dr. Márcio Taubman, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
A maior parte das lombalgias são agudas
“As principais causas da lombalgia são mecânicas, como movimentos bruscos, excesso de peso, mas também podem ser inflamatórias, nervosas, reumáticas e quando não conseguimos defini-la chamamos de lombar inespecífica. A flacidez muscular e falta de condicionamento físico podem provocar uma lombalgia. As dores podem aumentar progressivamente, ficando mais intensas, tornando-se um problema crônico, principalmente com o envelhecimento”, explica o ortopedista. Segundo ele, a degeneração dos elementos da coluna é um dos maiores causadores da lombalgia, entre os quais o disco intervertebral, que funciona como uma espécie de amortecedor de cargas. “Esse disco envelhece, desgasta e acaba tornando-se duro e quebradiço, não resistindo às tensões sobre ele. Chamamos isso de degeneração discal, quando o disco pode inflamar e gerar dor nas costas, a chamada dor discogênica”, explica o Dr. Márcio.
A progressão dessa degeneração e a movimentação anormal da coluna podem gerar outros problemas maiores, como a espondilolistese, degeração das facetas articulares, bico de papagaio (osteofitose) e escoliose degenerativa. “Precisamos ter cuidados com trabalhos que exigem muito tempo em pé ou sentados, excesso de carga, má postura e, claro, o sobrepeso. A falta de exercício físico regular também é um problema. Crises de lombalgia trazem dor, limitação física e perda de qualidade de vida. A boa notícia é que o problema tem solução e o tratamento apresenta grandes possibilidades de sucesso. “Cada caso deve ser observado e tratado individualmente. No CREB utilizamos protocolos que incluem hidroterapia, RPG, pilates terapêutico e acupuntura, que auxilia no combate à dor. Os resultados são muito positivos. Ao menor sinal de dor na lombar, um especialista deve ser consultado imediatamente”, finaliza o médico do CREB.
Quando o Frio aperta, a Dor fala mais alto
É muito comum que, durante o inverno, as pessoas sintam mais dores nas articulações, confira as causas.
No frio, até as tarefas mais simples podem virar um desafio. Levantar da cama, caminhar até a cozinha, até aquele passeio que antes era prazeroso… tudo pode ficar mais difícil quando as articulações reclamam.
O ortopedista Dr. Carlomã Câmara de Aguiar, do CREB, lembra: “As baixas temperaturas aumentam a rigidez e a sensibilidade das articulações. É hora de cuidar mais do corpo.”
E a fisioterapeuta Bruna Túlio da Costa reforça: “Movimento é vida. A fisioterapia ativa ajuda a manter força, flexibilidade e bem-estar, mesmo no frio.”
O que pode provocar a Dor no frio?
- Contração muscular: o frio faz com que os músculos se contraiam para conservar calor, o que pode gerar rigidez e sensação de dor.
- Vasoconstrição: a baixa temperatura diminui o fluxo sanguíneo para músculos e articulações, reduzindo a oxigenação e aumentando a sensibilidade dolorosa.
- Aumento da percepção da dor: estudos sugerem que as fibras nervosas ficam mais sensíveis em temperaturas baixas, amplificando sinais dolorosos.
- Menor movimentação: no inverno tendemos a nos exercitar menos, o que leva a perda de mobilidade e aumento da rigidez articular.
Quem sofre mais?
- Pacientes com artrose (desgaste da cartilagem);
- Pessoas com fibromialgia ou dores crônicas;
- Idosos, devido à maior sensibilidade das articulações;
- Pessoas que já sofreram fraturas ou lesões ortopédicas.
O que fazer para aliviar?
✅ Mantenha-se aquecido: use roupas adequadas, principalmente em articulações mais sensíveis como joelhos, mãos e ombros.
✅ Alongue-se regularmente: alongamentos suaves ajudam a reduzir a rigidez e prevenir lesões.
✅ Pratique atividade física: mesmo no frio, exercícios de baixo impacto (caminhada, bicicleta ergométrica, pilates) melhoram a circulação e diminuem a dor.
✅ Banho morno ou compressas quentes: ajudam a relaxar músculos e articulações doloridas.
✅ Hidrate-se bem: no frio é comum beber menos água, mas a hidratação é essencial para a saúde dos tecidos.
✅ Acompanhamento médico: em casos de dor persistente, o ortopedista pode indicar fisioterapia, medicamentos ou infiltrações, dependendo da causa.
O frio pode intensificar as dores, mas não deve limitar sua qualidade de vida. Com cuidados simples e acompanhamento médico adequado, é possível manter a saúde articular mesmo nas temperaturas mais baixas.
No CREB, sabemos que dor não marca hora. Por isso, estamos de portas abertas para receber você, sem burocracia e sem precisar agendar. Basta vir, estamos prontos para cuidar de você.
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